Friday, August 30, 2019

PT -- CAPÍTULO SEIS - FULL SPECTRUM DOMINANCE

A História Curiosa da Guerra das Estrelas 
O anúncio da Casa Branca, em Outubro de 2006, sobre uma nova política espacial nacional e as subsequentes declarações do Departamento de Estado, levantam sérias preocupações sobre se já começou um novo impulso para militarizar o Espaço.
- Richard C. Cook (1)
As Origens da Defesa Anti Míssil dos EUA
O programa dos EUA para construir uma rede global de “defesa” contra possíveis ataques de mísseis balísticos, iniciou-se em 23 de Março de 1983, quando o então Presidente Ronald Reagan propôs o programa popularmente conhecido como “Guerra das Estrelas”, formalmente designado como Iniciativa de Defesa Estratégica.
Em 1994, num jantar privado com este autor em Moscovo, o antigo chefe de estudos económicos do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais da União Soviética, IMEMO, declarou que foram as enormes solicitações financeiras exigidas pela Rússia para acompanhar o ritmo do esforço de vários biliões de dólares, da “Guerra das Estrelas” que, finalmente, levou ao colapso económico do Pacto de Varsóvia e, ironicamente, conduziu à reunificação alemã, em 1990.(2)
Esta situação combinada com a perda de uma guerra no Afeganistão e o colapso das receitas petrolíferas depois dos EUA inundarem os mercados mundiais com petróleo saudita, em 1986, a economia militar da URSS não conseguiu acompanhar o ritmo, correndo o risco de uma agitação civil em massa nos países do Pacto de Varsóvia.
A NASA e o Sigilo Militar
O ano de 1986 testemunhou o maior desastre que atingiu o programa espacial da NASA, nos Estados Unidos, desde que foi lançado. A NASA foi criada como um projecto civil pelo Presidente Dwight Eisenhower. Autorizada em 1958, pela Lei Nacional da Aeronáutica e do Espaço, a NASA foi uma tentativa de mostrar ao mundo que a ciência americana poderia superar o triunfo do Sputnik, na Rússia. O Presidente decidiu deliberadamente manter as forças armadas fora da NASA, a fim de usar o programa como um grande impulsionador da ciência civil para a economia em geral. A lei declarava: “Por este meio, o Congresso declara que a política dos Estados Unidos é que as actividades no Espaço sejam dedicadas a propósitos pacíficos, para benefício da Humanidade” (3).
Então, em 28 de Janeiro de 1986, o vaivem Espacial Challenger explodiu durante o voo, matando todas as sete pessoas a bordo - seis astronautas e um professor. O programa do vaivém da NASA tinha começado na década de 1970 para criar naves reutilizáveis para o transporte de carga no espaço. As naves espaciais  anteriores só podiam ser usadas uma vez e depois tinham que ser descartadas. O primeiro vaivem espacial, o Columbia, foi lançado em 1981. Um ano depois, o Challenger foi lançado como o segundo vivem espacial da frota dos EUA. Seguiram-se o Discovery, em 1983, e o Atlantis, em 1985. O Challenger tinha voado nove missões bem-sucedidas antes do desastre fatídico, em 1986.(4)
As razões da explosão eram complexas. O Dr. Richard C. Cook, analista do governo federal, na NASA, testemunhou no Congresso, na época, sobre os anéis de vedação (O-rings) defeituosos que foram a causa inicial da explosão. Depois de se aposentar do serviço público, Cook explicou a verdadeira causa da tragédia do Challenger:

Wednesday, August 28, 2019

PT -- FULL SPECTRUM DOMINANCE -- CAPÍTULO CINCO -- Parte 2


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CAPÍTULO CINCO - Parte 2
As Bases dos EUA Expandem-se Após a Guerra Fria
No final dos anos 80, a Glasnost e a Perestroika, seguidas pelo colapso dos regimes dominados pelos soviéticos na Europa Oriental, em 1989 e o desaparecimento da própria União Soviética, em 1991, geraram expectativas de que haveria um rápido desmantelamento do sistema de bases americano. As expectativas eram especialmente fortes entre os que pensavam que as bases dos EUA existiam para refrear a ameaça soviética.
No entanto, o Departamento de Defesa insistiu, no seu Relatório do Secretário da Defesa, de 1989, que a “projecção do poder” dos Estados Unidos continuava a exigir tais “instalações avançadas”. (11)
Em 2 de Agosto de 1990, o Presidente George H.W. Bush emitiu uma declaração indicando que, embora em 1995, os requisitos de segurança global dos EUA pudessem ser resolvidos por uma força activa 25 % menor do que em 1990, o sistema de bases dos EUA no exterior devia permanecer intacto. Nesse mesmo dia, o Iraque invadiu o Kuwait.
A introdução maciça de tropas dos EUA no Médio Oriente, durante a Guerra do Golfo, levou à proclamação de uma Nova Ordem Mundial baseada na hegemonia  e no poder militar dos EUA. “Por Deus, demos um pontapé ao Síndroma do Vietname, de uma vez por todas”, declarou Bush eufórico.(12) Foram logo estabelecidas novas bases militares no Médio Oriente, principalmente, na Arábia Saudita, onde, desde então estão estacionadas milhares de tropas dos EUA.
Embora a Administração Clinton insistisse mais fortemente do que o governo Bush que o precedeu, na necessidade de diminuir os compromissos militares estrangeiros dos EUA, não foi feita nenhuma tentativa para diminuir a “presença avançada” dos EUA no exterior, representada pelas suas bases militares desenvolvidas. A principal mudança foi, simplesmente, reduzir o número de tropas permanentemente estacionadas no exterior, empregando tropas com mais frequência, mas durante estadias mais curtas. (13)

Tuesday, August 27, 2019

PT -- FULL SPECTRUM DOMINANCE -- CAPÍTULO CINCO -- Parte 1


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DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE



CAPÍTULO CINCO - Parte 1
O Império das Bases - a Base do Império
Se forem declarados objectivos de guerra que pareçam estar apenas preocupados com o imperialismo anglo-americano, eles oferecerão pouco aos povos do resto do mundo. Os interesses dos outros povos devem ser salientados. Teria um excelente efeito de propaganda.
- Memorando privado do Council on Foreign Relations ao US Departament of State, 1941, nos arquivos do CFR War & Peace Studies.
Bases Americanas Cercam a Rússia
A expansão do escudo de defesa anti míssil de Washington, para a Polónia e para a República Checa, bem como a decisão de ocupar o Iraque e o Afeganistão, poderão ser melhor compreendidas quando consideradas do ponto de vista da notável expansão da NATO, desde 1991.
 Como Putin, da Rússia, observou em Fevereiro de 2007, em Munique:
A NATO colocou as suas forças de linha da frente junto às nossas fronteiras ... (Eu/nós?) Pensamos que é óbvio, que a expansão da NATO não tem qualquer relação com a modernização da Aliança em si ou de garantir a segurança na Europa. Pelo contrário, representa uma provocação grave que reduz o nível de confiança mútua. E temos o direito de perguntar: contra quem é pretendida esta expansão? E o que aconteceu às garantias que nossos parceiros ocidentais nos deram, depois da dissolução do Pacto de Varsóvia? (1)
O estratega russo e perito militar, Yevgeny Primakov, antigo Primeiro Ministro de Yeltsin e conselheiro próximo de Vladimir Putin, observou que a NATO foi “fundada durante a época da Guerra Fria como uma organização regional para garantir a segurança dos aliados dos EUA na Europa” e acrescentou:
Actualmente, a NATO está a agir com base numa filosofia e numa doutrina completamente diferente, deslocando-se para fora do continente europeu e conduzindo operações militares muito além dos seus limites. A NATO... está a expandir-se rapidamente, transgredindo acordos anteriores. A admissão de novos membros na NATO está a dar origem à expansão de bases que acolhem militares dos EUA, sistemas de defesa aérea, bem como componentes dos sistemas ABM.(2)

Monday, August 26, 2019

The Irresponsibility of Small Nations Paul Craig Roberts


The Irresponsibility of Small Nations

The Irresponsibility of Small Nations
Paul Craig Roberts
After falsely accusing Russia of violating the Intermediate-Range Nuclear Forces Treaty (INF), Washington unilaterally repudiated the treaty. Thus did the US military/security complex rid itself of the landmark agreement achieved by Ronald Reagan and Mikhail Gorbachev that defused the Cold War.
The INF Treaty was perhaps the most important of all of the arms control agreements achieved by American 20th century presidents and now abandoned in the 21st century by US neoconservative governments. The treaty removed the threat of Russian missiles against Europe and the threat of European-based US missiles to Russia. The importance of the treaty is due to its reduction of the chance of accidental nuclear war. Warning systems have a history of false alarms. The problem of US missiles on Russia’s border is that they leave no time for reflection or contact with Washington when Moscow receives a false alarm. Considering the extreme irresponsibility of US governments since the Clinton regime in elevating tensions with Russia, missiles on Russia’s border leaves Russia’s leadership with little choice but to push the button when an alarm sounds.
That Washington intends to put missiles on Russia’s border and pulled out of the INF Treaty for this sole purpose is now obvious. Only two weeks after Washington pulled out of the treaty, Washington tested a missile whose research and development, not merely deployment, were banned under the treaty. If you think Washington designed and produced a new missile in two weeks you are not intelligent enough to be reading this column. While Washington was accusing Russia, it was Washington who was violating the treaty. Perhaps this additional act of betrayal will teach the Russian leadership that it is stupid and self-destructive to trust Washington about anything. Every country must know by now that agreements with Washington are meaningless.
Surely the Russian government understands that there are only two reasons for Washington to put missiles on Russia’s border: (1) to enable Washington to launch a pre-emptive nuclear strike that leaves Russia no response time, or (2) to enable Washington to threaten such a strike, thus coercing Russia to Washington’s will. Clearly, one or the other of these reasons is of sufficient importance to Washington for Washington to risk a false alarm setting off a nuclear war.
Military analysts can talk all they want about “rational players,” but if a demonized and threatened country with hostile missiles on its border receives a warning with near zero response time, counting on it to be a false alarm is no longer rational.
The 1988 treaty achieved by Reagan and Gorbachev eliminated this threat. What purpose is served by resurrecting such a threat? Why is Congress silent? Why is Europe silent? Why is the US and European media silent? Why do Romania and Poland enable this threat by permitting US missiles to be stationed on their territory?
Little doubt the Romanian and Polish governments have been given bagfulls of money by the US military/security complex, which wants the multi-billion dollar contracts to produce the new missiles. Here we see the extreme irresponsibility of small countries. Without the corrupt and idiotic governments of Romania and Poland, Washington could not resurrect a threat that was buried 31 years ago by Reagan and Gorbachev.
Even the American puppet state of occupied Germany has refused to host the missiles. But two insignificant states of no importance in the world are subjecting the entire world to the risk of nuclear war so that a few Romanian and Polish politicians can pocket a few million dollars.
Missiles on Russia’s borders that provide no response time are a serious problem for Russia. I keep waiting for Moscow to announce publicly that on the first sign of a missile launching from Romania or Poland, the countries will immediately cease to exist. That might wake up the Romanian and Polish populations to the danger that their corrupt governments are bringing to them.
Why aren’t the Romanian and Polish provocations sufficient justification for Russia to pre-emptively occupy both countries? Is it more provocative for Russia to occupy the two countries than it is for the two countries to host US missiles against Russia? Why only consider the former provocative and not the latter?
No one is capable of coming to Romania and Poland’s aid even if anyone was so inclined. NATO is a joke. It wouldn’t last one day in a battle with Russia. Does anyone think the United States is going to commit suicide for Romania and Poland?
Where are the UN resolutions condemning Romania and Poland for resurrecting the specter of nuclear war by hosting the deployment of US missiles on their borders with Russia? Is the entire world so insouciant that the likely consequences of this act of insanity are not comprehended?
It does seem that human intelligence is not up to the requirements of human survival.


PT -- FULL SPECTRUM DOMINANCE - Capítulo Quatro - Parte 4

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CAPÍTULO QUATRO - Parte 4

O Levantamento do Povo Tibetano’ Made In USA

O Students for Free Tibet (SFT) estava entre as cinco organizações que, em 4 de Janeiro de 2008, proclamaram o início de uma ‘revolta do povo tibetano’ e estabeleceram um gabinete temporário especial, encarregado de coordenar e financiar a revolta.

Harry Wu, um proeminente defensor do Dalai Lama na agitação contra Pequim, tornou-se famoso pelo seu papel num documentário polémico da BBC, no qual alegou que a China estava a traficar órgãos humanos, extraídos de prisioneiros executados da China. O documentário da BBC tornou-se motivo de controvérsia pelas suas inúmeras imprecisões.(46) No entanto, não contente com esse nível de distorção, Wu aumentou as suas acusações, em 1996, alegando falsamente que tinha “filmado um prisioneiro cujos rins foram removidos através de uma cirurgia enquanto ele estava vivo e, depois, o prisioneiro foi retirado e baleado. A fita foi transmitida pela BBC ”. (47)

O documentário da BBC não mostrou nada do que foi alegado por Wu, mas o dano estava feito. Quantas pessoas é que verificaram os arquivos antigos da BBC? Wu, um professor aposentado de Berkeley que deixou a China após a prisão como dissidente, era chefe da Laogai Research Foundation, uma organização isenta de impostos cujo fonte principal de financiamento também era a NED.(48)

Entre os projectos relacionados, a NED, financiada pelo governo dos EUA, também apoiou o jornal The Tibet Times, dirigido pela base do Dalai Lama no exílio, em Dharamsala, na Índia. A NED também financiou o Tibet Multimedia Center para aquilo que eles descreveram como “disseminação de informação que aborda a luta pelos direitos humanos e democracia no Tibet”. Também estavam sediados em Dharamsala. A NED também financiou o Centro Tibetano de Direitos Humanos e Democracia. (49)

Resumindo, as impressões digitais do Departamento de Estado e da comunidade dos serviços secretos dos EUA estiveram em todos os tumultos do movimento ‘Free Tibet’ e dos ataques aos chineses de etnia Han, de Março de 2008. A pergunta a ser feita era por quê e, especialmente, por quê naquele momento?

 O Tesouro de Minerais do Tibete

O Tibete era de importância estratégica para a China, não apenas pela sua localização geográfica na fronteira com a Índia - o mais novo aliado anti-China de Washington, na Ásia - mas também porque o Tibete era um tesouro de minerais e petróleo. O Tibete continha alguns dos maiores depósitos de urânio e bórax do mundo, metade do lítio do mundo, os maiores depósitos de cobre da Ásia, enormes depósitos de ferro e mais de 80.000 minas de ouro. As florestas do Tibete continham a maior reserva de madeira à disposição da China. A partir de 1980, cerca de 54 biliões de árvores foram derrubadas lá. O Tibete também possuía algumas das maiores reservas de petróleo da região.(50)

Ao longo da fronteira entre a Região Autónoma do Tibete e a Região Autónoma Uigur de Xinjiang, também havia uma vasta região petrolífera e mineral na Bacia Qaidam, conhecida como a 'bacia do tesouro'. A Bacia contava com 57 tipos diferentes de recursos minerais com reservas comprovadas, incluindo petróleo, gás, carvão, sal bruto, potássio, magnésio, chumbo, zinco e ouro. Esses recursos minerais tinham um valor económico potencial estimado em 15 triliões de yuans ou seja, 1,8 triliões de dólares. As reservas comprovadas de potássio, lítio e sal bruto dessa bacia eram as maiores da China.

Estrategicamente, o Tibete talvez fosse a fonte de água mais valiosa do mundo. Situado como estava, no ‘tecto do mundo’, o Tibete era a fonte de sete dos maiores rios da Ásia, que forneciam água a 2 biliões de pessoas. Como Henry Kissinger poderia muito bem ter dito, ’Aquele que controlar a água do Tibete tem uma poderosa alavanca geopolítica sobre toda a Ásia’, especialmente sobre a China.

Mas o principal interesse de Washington no Tibete, na Primavera de 2008, parecia ser o seu potencial para agir como alavanca para desestabilizar e chantagear o governo de Pequim.

‘A não-violência como forma de guerra’

Sunday, August 25, 2019

DOCUMENTARY AND DRAMATIC FILMS ON NUCLEAR WEAPONS


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Documentary films[edit]
Dramatic films[edit]
  • A Boy and His Dog (1975) - the story of a boy and his talking dog in a post-apocalyptic world.
  • Amazing Grace and Chuck (1987) - a 12-year-old boy becomes anxious after seeing a Minuteman missile on a school field trip. He protests the existence of nuclear weapons by refusing to play baseball.
  • The Atomic Cafe (1982) - disturbing collection of the 1940s and 1950s United States government-issued propaganda films designed to reassure Americans that the atomic bomb was not a threat to their safety

PT -- ANÁLISE DE JIM MILES SOBRE: The DoomsdayMachine - Confissões de um planeador da guerra nuclear. Daniel Ellsberg


“Parece haver um bom número de pessoas que, de bom grado, destruiriam o mundo inteiro em vez de admitir que a guerra nuclear não é uma opção e de se retirarem da situação (como fez Kruschev na crise dos mísseis cubanos) ...”
Dez segundos para a meia noite.
Depois de ler a história de Daniel Ellsberg sobre o seu impacto na postura de guerra nuclear global, dos EUA, The Doomsday Machine, eu pensaria que o Relógio do Apocalipse, tal como está regulado pelos membros do Boletim dos Cientistas Atómicos, está a ser moderado ao estabelecer dois minutos. A situação descrita por Ellsberg é real - e não há dúvida de que é assim porque ele participou na sua criação - então, novamente, através da sua escrita, estamos, seguramente, muito mais próximos da meia noite da Humanidade do que a margem de dois minutos.
Vivi toda a minha vida sob a ameaça da aniquilação nuclear [1], assim como a maioria da população actual do mundo. Às vezes, essa ameaça assustava-me seriamente, especialmente quando criava e sustentava a minha família; outras vezes, mais recentemente, consegui afastar-me desses receios concretos. Por qualquer razão, The Doomsday Machine trouxe de volta todos aqueles medos primitivos, se bem que moral e fisicamente saudáveis. A escrita de Ellsberg é clara e contundente, não académica, mas escrita de maneira anedótica, o que aumenta a intensidade do sentimento de que as instituições, mas, principalmente, as personalidades individuais que controlam toda esta problemática, são profundamente imperfeitas. Ele não os retrata como deficientes mentais, mas qualquer um que possa conceber acções que possam destruir o mundo e, depois, agir de acordo com a continuação dessas acções, deveria ser considerado como profundamente malvado.

Friday, August 23, 2019

Are the Russian and Chinese Governments Completely Stupid?


Are the Russian and Chinese Governments Completely Stupid?




Are the Russian and Chinese Governments Completely Stupid?


It would appear so. Both governments are “concerned” about foreign-financed NGOs fomenting sedition in their countries. Really? If they are concerned, why do they permit American-financed organizations operating against them to exist?
Global Research, August 22, 2019
Region: AsiaUSA
Theme: Intelligence
This article first published almost five years ago on October 1, 2014 is of particular relevance to an understanding of recent developments in Hong Kong.
***
Just as the US admitted shortly after the so-called “Arab Spring” began spreading chaos across the Middle East that it had fully funded, trained, and equipped both mob leaders and heavily armed terrorists years in advance, it is now admitted that the US State Department through a myriad of organizations and NGOs is behind the so-called “Occupy Central” protests in Hong Kong. 
The Washington Post would report in an article titled, “Hong Kong erupts even as China tightens screws on civil society,” that:
Chinese leaders unnerved by protests elsewhere this year have been steadily tightening controls over civic organizations on the mainland suspected of carrying out the work of foreign powers.

What Globalism Did Was To Transfer The US Economy To China Paul Craig Roberts


What Globalism Did Was To Transfer The US Economy To China

What Globalism Did Was To Transfer The US Economy To China
Paul Craig Roberts
The main problem with the US economy is that globalism has been deconstructing it. The offshoring of US jobs has reduced US manufacturing and industrial capability and associated innovation, research, development, supply chains, consumer purchasing power, and tax base of state and local governments. Corporations have increased short-term profits at the expense of these long-term costs. In effect, the US economy is being moved out of the First World into the Third World.
Tariffs are not a solution. The Trump administration says that the tariffs are paid by China, but unless Apple, Nike, Levi, and all of the offshoring companies got an exemption from the tariffs, the tariffs fall on the offshored production of US firms that are sold to US consumers. The tariffs will either reduce the profits of the US firms or be paid by US purchasers of the products in higher prices. The tariffs will hurt China only by reducing Chinese employment in the production of US goods for US markets.
The financial media is full of dire predictions of the consequences of a US/China “trade war.” There is no trade war. A trade war is when countries try to protect their industries by placing tariff barriers on the import of cheaper products from foreign countries. But half or more of the imports from China are imports from US companies. Trump’s tariffs, or a large part of them, fall on US corporations or US consumers.
One has to wonder that there is not a single economist anywhere in the Trump administration, the Federal Reserve, or anywhere else in Washington capable of comprehending the situation and conveying an understanding to President Trump.
One consequence of Washington’s universal economic ignorance is that the financial media has concocted the story that “Trump’s tariffs” are not only driving Americans into recession but also the entire world. Somehow tariffs on Apple computers and iPhones, Nike footwear, and Levi jeans are sending the world into recession or worse. This is an extraordinary economic conclusion, but the capacity for thought has pretty much disappeared in the United States.
In the financial media the question is: Will the Trump tariffs cause a US/world recession that costs Trump his reelection? This is a very stupid question. The US has been in a recession for two or more decades as its manufacturing/industrial/engineering capability has been transferred abroad. The US recession has been very good for the Asian part of the world. Indeed, China owes its faster than expected rise as a world power to the transfer of American jobs, capital, technology, and business know-how to China simply in order that US shareholders could receive capital gains and US executives could receive bonus pay for producing them by lowering labor costs.
Apparently, neoliberal economists, an oxymoron, cannot comprehend that if US corporations produce the goods and services that they market to Americans offshore, it is the offshore locations that benefit from the economic activity.
Offshore production started in earnest with the Soviet collapse as India and China opened their economies to the West. Globalism means that US corporations can make more money by abandoning their American work force. But what is true for the individual company is not true for the aggregate. Why? The answer is that when many corporations move their production for US markets offshore, Americans, unemployed or employed in lower paying jobs, lose the power to purchase the offshored goods.
I have reported for years that US jobs are no longer middle class jobs. The jobs have been declining for years in terms of value-added and pay. With this decline, aggregate demand declines. We have proof of this in the fact that for years US corporations have been using their profits not for investment in new plant and equipment, but to buy back their own shares. Any economist worthy of the name should instantly recognize that when corporations repurchase their shares rather than invest, they see no demand for increased output. Therefore, they loot their corporations for bonuses, decapitalizing the companies in the process. There is perfect knowledge that this is what is going on, and it is totally inconsistent with a growing economy.
As is the labor force participation rate. Normally, economic growth results in a rising labor force participation rate as people enter the work force to take advantage of the jobs. But throughout the alleged economic boom, the participation rate has been falling, because there are no jobs to be had.
In the 21st century the US has been decapitalized and living standards have declined. For a while the process was kept going by the expansion of debt, but consumer income has not kept pace and consumer debt expansion has reached its limits.
The Fed/Treasury “plunge protection team” can keep the stock market up by purchasing S&P futures. The Fed can pump out more money to drive up financial asset prices. But the money doesn’t drive up production, because the jobs and the economic activity that jobs represent have been sent abroad. What globalism did was to transfer the US economy to China.
Real statistical analysis, as contrasted with the official propaganda, shows that the happy picture of a booming economy is an illusion created by statistical deception. Inflation is undermeasured, so when nominal GDP is deflated, the result is to count higher prices as an increase in real output, that is, inflation becomes real economic growth. Unemployment is not counted. If you have not searched for a job in the past 4 weeks, you are officially not a part of the work force and your unemployment is not counted. The way the government counts unemployment is so extraordinary that I am surprised the US does not have a zero rate of unemployment.
How does a country recover when it has given its economy away to a foreign country that it now demonizes as an enemy? What better example is there of a ruling class that is totally incompetent than one that gives its economy bound and gagged to an enemy so that its corporate friends can pocket short-term riches?
We can’t blame this on Trump. He inherited the problem, and he has no advisers who can help him understand the problem and find a solution. No such advisers exist among neoliberal economists. I can only think of four economists who could help Trump, and one of them is a Russian.
The conclusion is that the United States is locked on a path that leads directly to the Third World of 60 years ago. President Trump is helpless to do anything about it.

PISA BOOK FESTIVAL



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PT -- VLADIMIR PUTIN na Sessão plenária do Fórum Económico Oriental

Excertos da transcrição da sessão plenária do Fórum Económico Oriental

índice


“Copyright Zambon Editore”

PORTUGUÊS

GUERRA NUCLEAR: O DIA ANTERIOR

De Hiroshima até hoje: Quem e como nos conduzem à catástrofe

ÍNDICE

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FOX NEWS

TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democráta

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio





Pigeon's comment: I'm very lucky to have the chance to meet my leader
 ...


Daniele Ganser

Açores


Subtitled in EN/PT

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xmas





“Glory to God in the highest,

and on Earth

Peace, Good Will toward men.”

This Christmas, Give Peace