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What part will your country play in World War III?

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Monday, February 6, 2023

PT — LARRY ROMANOFF — Os Judeus Estavam Ocupados na Década de 1930

 


 

Os Judeus Estavam Ocupados na Década de 1930

Por Larry Romanoff, February 04, 2023

 


ENGLISH   PORTUGUESE

 

Este ensaio é um exercício de ligação de pontos, de reunião de acontecimentos aparentemente distintos, que, de facto, estão relacionados de alguma forma significativa, feito numa tentativa de dar aos leitores uma oportunidade de colocar as conjunturas mundiais num contexto e ter toda uma imagem coerente que se manifesta daqueles elementos supostamente separados. Os conteúdos deste ensaio são os seguintes:

(1) A Grande Depressão dos Anos 30

(2) As Apreensões do Ouro Nacional nos EUA

(3) A Lei da Compra da Prata de 1934

(4) O Grande Roubo do Ouro Chinês Efectuado pelo Citibank

(5) O Roubo Mundial de Ouro – A Reserva Federal dos EUA

(6) A Declaração de Guerra e o Boicote Económico dos Judeus à Alemanha, em 1933

(7) A Tentativa do Golpe Fascista Judeu de 1933, na América

(8) A Usurpação da China

(9) A Preparação para a II Guerra Mundial contra a Alemanha

 

Sunday, November 20, 2022

PT -- PANGEA -- GRANDANGOLO -- Manlio Dinucci -- A NOVA GUERRA MUNDIAL DO OESTE

  

 

 GRANDANGOLO 


NO CANAL DE TV 262 BYOBLU 

https://www.byoblu.com/category/grandangolo-pangea/



 

 A NOVA GUERRA MUNDIAL DO OESTE 

Manlio Dinucci

 

O bombardeamento dos media com armas de distracção em massa intensifica-se. Há alguns dias, a Polónia anuncia que foi atingida por dois mísseis russos, os grandes meios de comunicação espalharam as notícias, os alarmes soam, Moscovo anuncia que é falsa, mas ninguém ouve. Finalmente, a NATO admite que o incidente foi causado por um míssil ucraniano, mas o jogo acabou.

 

Outra arma de distracção em massa é a notícia do jornal britânico Mirror: o filósofo russo Alexander Dugin apelou para que o Presidente Putin fosse derrubado e morto. Os grandes meios de comunicação social espalharam a notícia por todo o mundo, depois veio a desconfirmação de Dugin, mas esta foi fundamentalmente ignorada.

 

Na guerra dos media destaca-se a nossa corrente dominante que, ao mesmo tempo que difunde esta e outras notícias colossais falsas, esconde notícias importantes de fontes oficiais, tais como: a quantidade de armas e munições que a NATO e a UE estão a fornecer à Ucrânia é tal que é necessário reabastecer o arsenal com um custo enorme em dinheiro público.

 

A mesma técnica é utilizada em relatórios de eventos internacionais, tais como a reunião do G20 entre o Presidente Biden e o Presidente chinês Xi.  Apenas se relatam as palavras de Biden de que o encontro com Xi foi "aberto e franco", mas esconde-se o facto de, na Estratégia de Defesa Nacional 2022, os EUA declararem que estão "preparados para prevalecer num conflito, dando prioridade ao desafio da China na região Indo-Pacífico e ao desafio da Rússia na Europa".

 

Do documento estratégico mais rigoroso dos EUA emerge a imagem de um mundo que se aproxima do abismo da guerra nuclear, impulsionado por um Ocidente cada vez mais minoritário, disposto a fazer tudo para não perder o papel dominante que tem exercido durante séculos. Tudo isto, porém, está escondido sob o manto do silêncio dos meios de comunicação social.

Manlio Dinucci

19 de Novembro de 2022

 

Monday, September 26, 2022

PT -- LARRY ROMANOFF -- OS JUDEUS DE ESTALINE --Parte 1 -- September 18, 2022

 



Os judeus de Estaline

Por Larry Romanoff, 18 de Setembro de 2022

 


CHINESE   ENGLISH  PORTUGUESE  SPANISH



Este assunto é importante não só pelo seu interesse, mas também porque proporciona ligações que nos ajudam a colocar outros acontecimentos históricos em perspectiva e ainda mais, porque é um exemplo espantoso, mesmo fascinante, do modo como a História é deturpada, de como a omissão de apenas alguns factos cruciais pode distorcer totalmente todo um segmento vital da mesma História. O resultado é que, muito do que "sabemos" sobre a nossa História não só está completamente errado, como também nos induz a não dar importância a pessoas inocentes enquanto simpatizamos com os culpados.

Há alguns anos, Sever Plocker escreveu um artigo para o Ynet News de Israel intitulado "Os Judeus de Estaline" (1) no qual afirmava: "Não devemos esquecer que alguns dos maiores assassinos [em massa] dos tempos modernos eram judeus". Este artigo é um testemunho das suas declarações.

Para citar Plocker, "Não podemos saber, exactamente, o número de mortes pelas quais a Cheka foi responsável nas suas várias manifestações, mas o número é, pelo menos, de 20 milhões, incluindo as vítimas da colectivização forçada, da fome, das grandes purgas, das expulsões, das deportações, das execuções e da morte em massa em Gulags. Foram eliminados estratos populacionais completos: Agricultores independentes, minorias étnicas, membros da burguesia, oficiais superiores, intelectuais, artistas, activistas de movimentos laborais, "membros da oposição" que foram definidos completamente ao acaso e inúmeros membros do próprio partido comunista.

E nós, os judeus? Muitos judeus venderam a alma ao diabo da revolução comunista e têm sangue nas suas mãos para toda a eternidade. O Dr. Halfin descreveu as ondas de terror soviético como um "carnaval de assassinatos em massa", "fantasia de purgas", e "messianismo do mal". Acontece, também, que os judeus, quando se tornam cativados pela ideologia messiânica, podem tornar-se grandes assassinos, entre os mais reconhecidos pela História Moderna. Mesmo que o neguemos, não podemos escapar ao judaísmo dos "nossos carrascos", que serviram o Terror Vermelho com lealdade e dedicação desde o seu estabelecimento.

Sunday, September 25, 2022

PT -- LARRY ROMANOFF -- JUDEUS E REVOLUÇÕES -- September 12, 2022

 

Judeus e Revoluções

 

Por Larry Romanoff, 12 de Setembro de 2022

 

 

Introdução

 

Grande parte da denominada "História" que nos foi ensinada nas nossas escolas não tem sido tão exacta como poderíamos ter acreditado. Em particular e, sobretudo, com astúcia, os editores de livros conseguiram eliminar muita da informação mais importante necessária para nos dar uma compreensão real do mundo em que vivemos. Após a eliminação de talvez 50% dos factos cruciais, a maioria do resto que nos foi apresentada é completamente falsa. Para piorar a situação, eles conseguiram construir uma narrativa histórica ilógica que consiste em bytes sonoros que parecem não estar relacionados, impedindo-nos, assim, de poder ligar os processos necessários para ver o quadro geral tal como ele realmente é (ou foi). Para piorar a situação, os nossos professores, tendo sido educados neste mesmo sistema, ignoram  completamente a maioria dos factos cruciais. Tentarei apresentar neste ensaio,  algumas secções importantes de um segmento significativo da nossa História, para que as relações possam ser efectuadas e o enquadramento discernido como um todo.

 

Thursday, September 15, 2022

PT — LARRY ROMANOFF — JUDEUS E REVOLUÇÕES — September 12, 2022

  

Judeus e Revoluções

 

Por Larry Romanoff, 12 de Setembro de 2022

 

ENGLISH   PORTUGUESE

 

Introdução

 

Grande parte da denominada "História" que nos foi ensinada nas nossas escolas não tem sido tão exacta como poderíamos ter acreditado. Em particular e, sobretudo, com astúcia, os editores de livros conseguiram eliminar muita da informação mais importante necessária para nos dar uma compreensão real do mundo em que vivemos. Após a eliminação de talvez 50% dos factos cruciais, a maioria do resto que nos foi apresentada é completamente falsa. Para piorar a situação, eles conseguiram construir uma narrativa histórica ilógica que consiste em bytes sonoros que parecem não estar relacionados, impedindo-nos, assim, de poder ligar os processos necessários para ver o quadro geral tal como ele realmente é (ou foi). Para piorar a situação, os nossos professores, tendo sido educados neste mesmo sistema, ignoram  completamente a maioria dos factos cruciais. Tentarei apresentar neste ensaio,  algumas secções importantes de um segmento significativo da nossa História, para que as relações possam ser efectuadas e o enquadramento discernido como um todo.

 

Contrariamente ao que é afirmado nos textos propagandísticos da nossa História e como alguém escreveu, as revoluções resultaram muito raramente  de uma "combustão espontânea da ordem social". Na maioria das vezes, o fósforo é aceso por alguma "agência secreta que se esconde nos santuários sombrios de certas formas de maçonaria" que, inevitavelmente, tem "uma origem nitidamente judaica". A nossa História registada omitiu em todos os casos, as identidades étnicas dos instigadores e dos actores  principais e, com poucas excepções (sobretudo, em França e na Rússia), enterrou completamente a ocorrência destas revoluções. Os países europeus tiveram duas vagas de revoluções com cerca de 100 anos de intervalo, destinadas a derrubar as monarquias, mas elas foram apenas o início. Hoje, poucos indivíduos parecem estar conscientes de que o movimento comunista foi, sensivelmente, uma criação 100% judaica, inclinada a promover revoluções não só na Europa mas em todo o mundo. Tivemos Trotsky e Lenine na Rússia, as lojas maçónicas judaicas em França, um golpe bem sucedido na Mongólia, Bela Kun na Hungria, Rosa Luxemburgo na Alemanha, tentativas de revoluções comunistas nos EUA (Emma Goldman) e no Canadá, na China (Voitinsky), Bettelheim (na Áustria) e muitos mais.

 

Alguns antecedentes históricos

 

Saturday, September 10, 2022

PT -- PANGEA -- GRANDANGOLO -- Manlio Dinucci -- SITUAÇÃO EXPLOSIVA NA EUROPA

 

 

 GRANDANGOLO

 Em Byoblu, canal de televisão nacional 262

https://www.byoblu.com/2022/09/09/fuori-litalia-dalla-guerra-grandangolo-pangea-2/

 

 

 SITUAÇÃO EXPLOSIVA NA EUROPA 

Manlio Dinucci

 

 

As sanções impostas à Rússia estão a impedir a Gazprom de operar o North Stream 1, o único que traz gás russo para a Alemanha após o encerramento forçado do seu gasoduto gémeo, o North Stream 2.  O Kremlin informa que "as sanções impostas pela União Europeia, Reino Unido, EUA e Canadá interromperam o sistema de manutenção técnica dos componentes da turbina que asseguravam a bombagem".

 

A estratégia EUA-UE é clara: impedir a Europa de receber gás russo a baixo preço, graças aos acordos de longo prazo anteriormente celebrados com a Rússia, forçando os consumidores europeus a comprá-lo no mercado à vista a preços extremamente mais elevados, fixados de acordo com mecanismos especulativos e políticos pela Bolsa de Valores de Amesterdão, que hoje faz parte de uma grande empresa financeira dos EUA.

 

O único gasoduto que transporta regularmente gás russo para a Europa é o TurkStream, através do Mar Negro e dos Balcãs. A Hungria, que se opõe às sanções da União Europeia (apesar de fazer parte da UE e da NATO), assinou um acordo a longo prazo com a Gazprom para receber da Rússia 80% do gás de que necessita através deste gasoduto.

 

Existem, contudo, tensões crescentes nos Balcãs, especialmente contra a Sérvia por onde passa o TurkStream, causadas pelas mãos longas da NATO, que também podem levar ao bloqueio deste último gasoduto da Rússia.

 

Esta situação está inserida num cenário político-militar cada vez mais explosivo. A nova Primeira Ministra britânica, Liz Truss, declara-se "disposta a usar armas nucleares".

 

Outro perigo é causado pelo facto das forças ucranianas – realmente armadas, treinadas e comandadas pela NATO - estarem a disparar canhões fornecidos pela NATO e pela União Europeia contra a central nuclear de Zaparozhye, actualmente sob controlo russo, expondo a Itália e a Europa ao risco muito sério de uma nova Chernobyl.

 

A Agência Internacional de Energia Atómica adverte: "Em relação à central nuclear de Zaporizhzhya estamos a brincar com o fogo e pode acontecer algo muito, muito catastrófico".

Manlio Dinucci

10 de Setembro de 2022

 

Friday, July 29, 2022

PT -- GRANDANGOLO -- Manlio Dinucci -- DRAGHI: MISSÃO CUMPRIDA

 


HOJE À NOITE EM GRANDANGOLO ÀS 20:30

CANAL DE TV NACIONAL 262 BYOBLU

 





DRAGHI:

MISSÃO CUMPRIDA

Manlio Dinucci

 

"De todos os países da Europa Ocidental, a Itália tinha um dos laços mais fortes com a Rússia. A missão de Draghi era quebrar este esquema, reposicionando a Itália em relação à Rússia", escreve o New York Times. Draghi não só transformou a Itália num país beligerante contra a Rússia, enviando armas e instrutores para as forças ucranianas, como também promoveu sanções contra o Banco Central russo e a admissão da Ucrânia na União Europeia. Para estes e outros "méritos", a revista americana Fortune inclui Mario Draghi entre "os 50 maiores líderes do mundo". 

 

A carreira de Draghi tomou um rumo decisivo quando - após o desmantelamento, como Director do Tesouro, do património público italiano com as privatizações - se tornou Director e Vice Presidente da Goldman Sachs. A Goldman Sachs não é só um banco americano, mas um centro de poder da elite financeira que, através da sua política de "porta giratória", coloca os seus homens em posições institucionais chave. De 2005 a 2021, Draghi tornou-se primeiro Governador do Banco de Itália, depois Presidente do Banco Central Europeu e, finalmente, Presidente do Conselho de Ministros da República Italiana.

 

Os resultados da "missão" que Draghi cumpriu com a cumplicidade total do Parlamento italiano mergulharam a Itália numa crise sem precedentes: enquanto o preço do gás (como resultado das políticas anti-russas) subiu de 15 para 200 euros por megawatt/hora, a Itália acumulou um nível de responsabilidades tal que - escreve a Fortune - "o custo do empréstimo para a Itália tornou-se proibitivo, subindo para níveis insustentáveis". A crise italiana é semelhante àquela em que a Grécia mergulhou, perdendo o que restava do seu património público com o "pacote de salvamento" da União Europeia. A situação é agravada pela desvalorização do euro face ao dólar, o que aumenta o custo das importações. Decisivo, portanto, é inverter a política que Draghi instituiu com a sua "missão" em Itália.

 

Manlio Dinucci

 

29 de Julho de 2022

 

Friday, July 1, 2022

PT -- PANGEA GRANDANGOLO -- Manlio Dinucci -- O OCIDENTE CERRA FILEIRAS PARA A BATALHA

 

 

PANGEA GRANDANGOLO

BYOBLU

 

ESTA NOITE ÀS 19:30 (HORA DE LISBOA)

 

Pangea Grandangolo pode ser vista ‘live’ TV no telefone ou no computador em

https://www.byoblu.com/diretta-tv/

 

Após a primeira emissão, este episódio Grandangolo pode ser visto, como também os anteriores, em

https://www.byoblu.com/category/grandangolo-pangea/

 


 

O OCIDENTE CERRA FILEIRAS PARA A BATALHA

Manlio Dinucci

 

 

Duas cimeiras seguidas, as cimeiras do G7 e da NATO, mostram que o Ocidente está a utilizar todas as suas armas - militares, políticas, económicas - para manter o domínio que está a perder num mundo cada vez mais multipolar, como o demonstra o desenvolvimento crescente dos BRICS: a organização económica que reúne o Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, à qual o Irão, a Argentina e outros países querem aderir.

 

Na Ucrânia, enquanto o G7 fornece a Kiev 30 biliões de dólares, a NATO fornece-lhe quantidades crescentes de armas contra a Rússia. No entanto, o papel da NATO não é apenas esse: Oficiais do Pentágono, entrevistados pelo New York Times, confirmam pela primeira vez, com factos precisos, que o comando e gestão de operações militares na Ucrânia estão nas mãos do Pentágono e da NATO. https://www.nytimes.com/2022/06/25/us/politics/commandos-russia-ukraine.html

 

A Cimeira da NATO aprovou o novo Conceito Estratégico, que designa a Rússia como "a ameaça mais significativa à segurança dos Aliados" e afirma que "a concorrência estratégica está a aumentar em todo o mundo". No novo Conceito Estratégico, a NATO fala explicitamente da China pela primeira vez, declarando que "as políticas coercivas da China desafiam os nossos interesses, a nossa segurança e os nossos valores".

 

Estamos perante uma única estratégia de guerra que o Ocidente implementa desde a Europa até à Ásia Oriental. Enquanto na Europa a NATO, sob o comando dos EUA, se expande de 30 para 32 países, incluindo a Suécia e a Finlândia, cada vez mais perto da Rússia, na Ásia e no Pacífico o destacamento militar dos EUA cresce, apoiado principalmente pela Austrália e pelo Japão. O maior exercício naval do mundo sob o comando dos EUA está a ter lugar no Pacífico contra a China.

 

Tudo isto custa dinheiro e somos sempre nós que pagamos por ele. De acordo com dados oficiais da NATO, as despesas militares italianas aumentam para cerca de 29  biliões de euros em 2022, o equivalente a 80 milhões de euros por dia. O aumento mais acentuado ocorreu durante o período de bloqueio: de 21 biliões em 2019 subiu para mais de 26 biliões em 2020 e mais de 28 biliões em 2021. No entanto, a NATO avisa, "Fazer mais custará mais".

 

Manlio Dinucci

 

01 de Julho de 2022

 

Monday, March 14, 2022

PT -- LARRY ROMANOFF -- Bloqueios de Informação – Como e Porquê? -- March 04, 2022

 


 

Bloqueios de Informação – Como e Porquê?

 

Por Larry Romanoff, Março 4, 2022

 



CHINESE   ENGLISH  PORTUGUESE

 

Estamos todos conscientes da capacidade que a Cabala Anglo-Zionista Internacional de Gangsters (ICG) tem para propagar a sua linha preferida da reportagem para cada ocasião, como acontece hoje com o conflito Rússia/Ucrânia. Geralmente, empregam o poder dos meios de comunicação social ocidental para sobrecarregar o público mundial com a versão aceite dos acontecimentos. Mas como é que os EUA e Israel e a ICG, conseguem evitar de maneira tão bem sucedida, a publicidade negativa das suas próprias aventuras em matéria de política externa? A maioria acreditaria, instintivamente, ter uma resposta fácil para esta pergunta, visto que parece depender simplesmente da censura dos meios de comunicação social, mas podemos estar enganados. Existem mais razões para um bloqueio de informação bem sucedido, do que aquilo que é óbvio à primeira vista.

 

Claro que a primeira parte, é o controlo quase universal de todos os meios de comunicação ocidentais por um punhado relativamente pequeno de indivíduos, todos eles judeus. O que inclui primeiro, os serviços noticiosos como a AP e a Reuters, depois os jornais e a maioria das revistas, estações e redes da rádio e de televisão mais conhecidas, praticamente toda a indústria editorial de livros, todos os meios de comunicação social e plataformas da Internet relacionadas, como a Wikipedia e a Google, “fact-checkers” como o desprezível Instituto Poynter, bem como 90% de Hollywood que inclui tanto filmes como programas de televisão. O controlo que efectuam sobre a informação, é quase total.

 

Mas esse controlo vai muito além da propriedade. Como exemplo, The Globe & Mail é (foi) um jornal respeitável há muito reconhecido como o jornal nacional do Canadá. Há alguns anos, o Globe publicou um artigo referindo em pormenor as atrocidades então cometidas contra os árabes pelos judeus da Palestina. O artigo não era inflamatório ou ideológico, mas simplesmente uma crónica precisa dos acontecimentos que os editores acreditavam que deveria ser levada ao conhecimento do mundo. Logo na manhã seguinte, toda a metade superior da primeira página do Globo trazia uma enorme fotografia de um soldado judeu a dar doces a uma criança supostamente palestiniana, com um texto a condizer. Não é necessário ter muita imaginação para saber o que aconteceu algures, atrás de uma porta fechada. A data era 1983 e, nos 39 anos a partir de então, o Globo não publicou um único artigo que depreciasse, quer judeus, quer Israel. Isto é controlo. Relatei esta parte e ainda mais, num artigo sobre Propaganda e os Meios de Comunicação - Estabelecer e Controlar a Narrativa. Talvez queira lê-lo. (1)

 

Sunday, February 27, 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Rússia

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

A resposta é simples. É tudo claro e óbvio. No final dos anos 80, a União Soviética enfraqueceu e, por conseguinte, desmembrou-se. Esta experiência deve servir-nos de lição, pois mostrou-nos que a paralisia do poder e da vontade é o primeiro passo para uma degradação completa e para o esquecimento. Perdemos a confiança apenas durante um momento, mas foi suficiente para perturbar o equilíbrio das forças do mundo.

O resultado foi que os antigos tratados e acordos já não são apropriados. As súplicas e os pedidos não ajudam. Tudo aquilo que não se adequa ao Estado dominante, aos que detém o poder, é denunciado como arcaico, obsoleto e inútil. Ao mesmo tempo, tudo o que esse Estado considera útil é apresentado como a verdade absoluta e forçado aos outros, independentemente do custo, da maneira abusiva e de qualquer meio disponível. Aqueles que se recusam a cumprir estão sujeitos a tácticas de ameaças ou ao uso de forças poderosas.

O que estou a referir agora não diz respeito somente à Rússia e a Rússia não é o único país que se preocupa com esta situação. Diz respeito a todo o sistema de relações internacionais e, por vezes, mesmo aos aliados dos EUA. O colapso da União Soviética levou a uma nova divisão do mundo e as leis do Direito Internacional que se desenvolveram nessa altura - as mais importantes, as normas fundamentais que foram adoptadas após a Segunda Guerra Mundial e que formalizaram, em grande parte, o seu resultado – foram forluladas pelos que se declararam ser os vencedores da Guerra Fria.

É evidente que a prática das relações internacionais e as regras que as regulam, tiveram de ter em conta as mudanças ocorridas no mundo e no equilíbrio de forças. No entanto, este processo deveria ter sido efectuado com profissionalismo, suavidade, paciência, com o devido respeito e consideração pelos interesses de todos os Estados, e pela própria responsabilidade de cada um deles. Pelo contrário, o que constatamos foi um estado de euforia criado pelo sentimento de superioridade absoluta, uma espécie de absolutismo moderno, aliado a padrões culturais de baixo nível e à arrogância daqueles que formularam e impuseram decisões que só a eles se adequavam. A situação tomou um rumo diferente.

Há muitos exemplos destes casos. Primeiro foi efectuada uma operação militar sangrenta contra Belgrado, sem a aprovação do Conselho de Segurança da ONU mas com aviões de combate e mísseis, utilizados no coração da Europa. O bombardeamento de cidades pacíficas e infraestruturas vitais prolongou-se durante várias semanas. Tenho de recordar estes factos, porque alguns colegas ocidentais preferem esquecê-los e quando mencionámos esse acontecimento, preferem evitar falar sobre o Direito Internacional, salientando, por sua vez, as circunstâncias que interpretam como consideram ser necessário.

Depois chegou a vez do Iraque, da Líbia e da Síria. O uso ilegal de poder militar contra a Líbia e a distorção de todas as decisões do Conselho de Segurança da ONU sobre a Líbia arruinaram o Estado, criaram um reservatório enorme de terrorismo internacional e empurraram o país para uma catástrofe humanitária, para o turbilhão de uma guerra civil, que se prolonga há anos. A tragédia, que foi criada para centenas de milhares e mesmo milhões de pessoas, não só na Líbia mas em toda a região, originou um êxodo em grande escala do Médio Oriente e do Norte de África em direcção à Europa.

Também foi preparada uma situação semelhante para a Síria. As operações de combate realizadas pela coligação ocidental naquele país, sem a aprovação do governo sírio ou sanção do Conselho de Segurança da ONU, só podem ser definidas como agressão e intervenção.

Mas o exemplo que se destaca dos acontecimentos acima referidos é, evidentemente, a invasão do Iraque sem qualquer fundamento legal. Utilizaram o pretexto de informação alegadamente fiável e disponível nos Estados Unidos sobre a presença de armas de destruição maciça no Iraque. Para provar essa alegação, o Secretário de Estado norteamericano ergueu publicamente um frasco com pó branco, para todo o mundo ver, assegurando à comunidade internacional que se tratava de um agente de guerra química criado no Iraque. Mais tarde verificou-se que tudo era falso e uma farsa, e que o Iraque não possuía quaisquer armas químicas. É incrível e chocante, mas é verdadeiro. Testemunhámos mentiras feitas ao mais alto nível do Estado e proferidas a partir da alta tribuna da ONU. O resultado foi uma tremenda perda de vidas humanas, danos, destruição e um recrudescimento colossal do terrorismo.

Acima de tudo, parece que, em quase todo o lado, em muitas regiões do mundo onde os Estados Unidos aplicaram a lei e a ordem, ambas criaram feridas sangrentas que não saram, bem como a maldição do extremismo e do terrorismo internacional. Mencionei apenas os exemplos mais flagrantes, mas que estão longe de ser somente exemplos de desrespeito pelo Direito Internacional.

Este conjunto inclui promessas de não expandir a NATO para leste, nem sequer uma polegada. Torno a afirmar: eles enganaram-nos, ou dito de forma simples, eles mentiram-nos. Claro que é frequente ouvir dizer que a política é um negócio sujo. Poderia ser, mas não deveria ser tão sujo como é actualmente, não até esse ponto. Este tipo de comportamento é contrário não só aos princípios das relações internacionais, mas também e sobretudo, às normas geralmente aceites da moralidade e da ética. Onde está a justiça e a verdade? Somente mentiras e hipocrisia em todo o lado.

A propósito, os políticos, os cientistas políticos e os jornalistas americanos escrevem e afirmam que, nos últimos anos, um verdadeiro "império de mentiras" foi criado dentro dos Estados Unidos. É difícil discordar deste facto - é realmente assim. Mas não se deve ser modesto: os Estados Unidos continuam a ser um grande país e um poder formador de sistemas. Todos os seus satélites não só dizem sim, obedientemente e com humildade, como o papagueiam ao mais pequeno pretexto; mas também imitam o seu comportamento e aceitam entusiasticamente as regras que esse mesmo país lhes impõe. Portanto, pode dizer se, com boa razão e confiança, que todo o bloco ocidental formado pelos Estados Unidos à sua imagem e semelhança é, na totalidade, o mesmo "império de mentiras".

Quanto ao nosso país, após ter sido efectuada a desintegração da URSS e dada toda a abertura sem precedentes a uma Rússia nova e moderna, à sua disponibilidade para trabalhar honestamente com os Estados Unidos e outros parceiros ocidentais e ao seu desarmamento praticamente unilateral, eles tentaram imediatamente apertar-nos, acabar connosco e destruir-nos completamente. Foi assim que aconteceu nos anos 90 e no início do milénio, quando o chamado Ocidente colectivo apoiava activamente o separatismo e os bandos de mercenários no sul da Rússia. Quantas vítimas, quantas perdas tivemos de suportar e quantas dificuldades tivemos de passar nessa altura, antes de eliminarmos o terrorismo internacional no Cáucaso! Lembramo-nos de tudo isto e jamais o esqueceremos.

Falando correctamente, as tentativas de nos utilizarem de acordo com os seus interesses nunca cessaram até há muito pouco tempo: procuraram destruir os nossos valores tradicionais e impor aos nossos povos a partir de dentro, os seus valores deturpados que nos desgastariam, atitudes que têm vindo a impor agressivamente aos seus países, atitudes que estão a levar directamente à degradação e à degeneração, porque são contrárias à natureza humana. Isso não vai acontecer. Nunca ninguém conseguiu fazê-lo, nem o poderá fazer agora.

Apesar de tudo, em Dezembro de 2021, fizemos mais uma tentativa de chegar a um acordo com os Estados Unidos e com seus aliados sobre os princípios da segurança europeia e da não-expansão da NATO. Os nossos esforços foram em vão. Os Estados Unidos não mudaram a sua posição. Não acreditam ser necessário concordar com a Rússia sobre um assunto que é tão grave para nós. Os Estados Unidos estão a procurar alcançar os seus objectivos, negligenciando os nossos interesses.

É claro que esta situação suscita uma pergunta: o que é que vai acontecer? Que devemos esperar? Se a História é um guia, sabemos que em 1940 e no início de 1941 a União Soviética fez grandes esforços para evitar a guerra ou, pelo menos, para atrasar a sua eclosão. Para tal, a URSS procurou até ao fim não provocar o agressor potencial, abstendo-se ou adiando os preparativos mais urgentes e óbvios que tinha de fazer para se defender de um ataque iminente. Quando finalmente agiu, já era demasiado tarde.

O resultado foi que, o país não estava preparado para contrariar a invasão da Alemanha nazi, que atacou a nossa Pátria em 22 de Junho de 1941, sem ter feito uma declaração de guerra. O país deteve o inimigo e prosseguiu para o derrotar, mas teve um custo tremendo. A tentativa de apaziguar o agressor antes da Grande Guerra Patriótica provou ser um erro que teve um custo elevado para o nosso povo. Nos primeiros meses após a eclosão das hostilidades, perdemos vastos territórios de grande importância estratégica, bem como milhões de vidas. Não cometeremos o mesmo erro pela segunda vez. Não temos o direito de fazê-lo.

Aqueles que aspiram ao domínio global designaram publicamente a Rússia como sendo o seu inimigo. Fizeram-no com impunidade. Não se enganem, eles não tinham razões para agir desta maneira. É verdade que eles têm consideráveis capacidades financeiras, científicas, tecnológicas e militares. Estamos cientes e temos uma visão objectiva das ameaças económicas que temos escutado, tal como a nossa capacidade de contrariar essa chantagem impetuosa que nunca mais acaba. Permitam-me reiterar que não temos ilusões a esse respeito e que somos extremamente realistas nas nossas avaliações.

Quanto aos assuntos militares, mesmo após a dissolução da URSS e a perda de uma parte considerável das suas capacidades, a Rússia de hoje continua a ser um dos Estados nucleares mais poderosos. Mais ainda, tem uma certa vantagem em relação a várias armas de vanguarda. Neste contexto, não deve haver dúvidas para ninguém de que qualquer potencial agressor que ataque directamente o nosso país,

irá enfrentar uma derrota e consequências ameaçadoras.

Ao mesmo tempo, a tecnologia, inclusive no sector da defesa, está a mudar rapidamente. Um dia há um líder e amanhã há outro, mas, se permitirmos que avance uma presença militar nos territórios limítrofes da Rússia, ela permanecerá durante décadas ou talvez para sempre, criando uma ameaça sempre crescente e totalmente inaceitável para a Rússia.

Mesmo agora, com a expansão da NATO para Leste, a situação da Rússia tem vindo a piorar e a tornar-se mais perigosa a cada ano que passa. Além do mais, nestes últimos dias, a liderança da NATO tem sido contundente nas suas declarações de que precisam de acelerar e intensificar os esforços para aproximar as infraestruturas da aliança das fronteiras da Rússia. Por outras palavras, têm vindo a endurecer a sua posição. Não podemos ficar de braços cruzados e observar passivamente este desenvolvimento. Seria da nossa parte, algo absolutamente irresponsável.

Para nós, qualquer nova expansão das infraestruturas da Aliança do Atlântico Norte ou dos seus esforços em curso, para ganhar uma posição militar no território ucraniano, são absolutamente inaceitáveis. Evidentemente, a questão não é sobre a NATO em si. Ela age, apenas, como um instrumento da política externa dos EUA. O problema é que nos territórios adjacentes à Rússia, que tenho de salientar, serem o nosso território histórico, está a surgir uma atitude hostil "contra a Rússia", totalmente controlada do exterior. Está a fazer tudo para atrair as forças armadas da NATO e obter o armamento mais recente e mais avançado.  

Para os Estados Unidos e para os seus aliados, é uma política de contenção da Rússia, com vantagens geopolíticas indiscutíveis. Para o nosso país, é uma questão de vida ou morte, uma questão do nosso futuro histórico como nação. Isto não é um exagero; é um facto. Não é apenas uma ameaça muito real aos nossos interesses, mas à própria existência do nosso Estado e à sua soberania. É a linha vermelha de que temos falado em numerosas ocasiões. Eles ultrapassaram-na já.

Esta reflexão conduz-me à situação em Donbass. Podemos ver que as forças que encenaram o golpe na Ucrânia, em 2014, tomaram o poder, estão a mantê-lo com a ajuda de procedimentos eleitorais de fachada e abandonaram o caminho de uma resolução pacífica do conflito. Durante oito anos intermináveis, temos vindo a fazer todos os possíveis para resolver a situação por meios políticos pacíficos. Tudo foi em vão.

Como disse no meu discurso anterior, não se pode olhar sem compaixão para o que se está a passar ali. É impossível tolerá-lo. Tivemos de pôr fim a essa atrocidade, a esse genocídio de milhões de pessoas que vivem lá e que depositaram as suas esperanças na Rússia, em todos nós. Foram as aspirações, os sentimentos e a dor destas pessoas que foram a principal força motivadora para a tomada da nossa decisão de reconhecer a independência das repúblicas do povo de Donbass.

Gostaria ainda de salientar o seguinte - Centrados nos seus próprios objectivos, os principais países da NATO estão a apoiar os nacionalistas da extrema direita e os neonazis da Ucrânia, aqueles que nunca perdoarão ao povo da Crimeia e de Sevastopol terem escolhido livremente unirem-se à Rússia.

Sem dúvida, eles tentarão direccionar a guerra para a Crimeia tal como fizeram em Donbass, para matar pessoas inocentes como os membros das unidades punitivas dos nacionalistas ucranianos e dos cúmplices de Hitler fizeram durante a Grande Guerra Patriótica. Eles também reivindicaram abertamente várias outras regiões russas.

Se olharmos para a sequência dos acontecimentos e para os relatórios recebidos, o confronto entre a Rússia e estas forças não se pode evitar. É apenas uma questão de tempo. Elas estão a preparar-se e à espera do momento certo. Para mais, chegaram ao ponto de ambicionar adquirir armas nucleares. Não vamos deixar que tal aconteça.

Já mencionei que a Rússia aceitou a nova realidade geopolítica após a dissolução da URSS. Temos tratado todos os novos Estados pós-soviéticos com respeito e continuaremos a agir da mesma maneira. Respeitamos e honraremos a sua soberania, como ficou provado pela assistência que prestámos ao Cazaquistão quando enfrentou acontecimentos trágicos e um desafio no que se refere à sua condição de Estado e à sua integridade. No entanto, a Rússia não pode sentir-se segura, desenvolver-se e existir, enquanto enfrentar uma ameaça permanente do território da Ucrânia actual.

Deixem-me recordar-vos que, em 2000-2005, utilizámos os nossos militares para fazer recuar os terroristas no Cáucaso e defender a integridade do nosso Estado. Preservámos a Rússia. Em 2014, apoiámos o povo da Crimeia e de Sevastopol. Em 2015, utilizámos as nossas Forças Armadas para criar um escudo fiável que impedisse os terroristas da Síria de penetrarem na Rússia. Tratava-se de nos defendermos. Não tínhamos outra escolha.

Hoje está a acontecer o mesmo. Não nos deixaram qualquer outra escolha para defender a Rússia e o nosso povo, além daquela que somos forçados a utilizar agora. Nestas circunstâncias, temos de tomar medidas corajosas e imediatas. As repúblicas populares de Donbass pediram ajuda à Rússia.

Neste contexto, em conformidade com o Artigo 51 (Capítulo VII) da Carta das Nações Unidas, com permissão do Conselho da Federação Russa, e em execução dos tratados de amizade e assistência mútua com a República Popular de Donetsk e com a República Popular de Lugansk, ratificados pela Assembleia Federal em 22 de Fevereiro de 2022, tomei a decisão de empreender uma operação militar especial.

O objectivo desta operação é proteger pessoas que, desde há oito anos, enfrentam humilhações e genocídios perpetrados pelo regime de Kiev. Para tal, procuraremos desmilitarizar e desnazificar a Ucrânia, bem como levar a julgamento aqueles que perpetraram numerosos crimes sangrentos contra civis, incluindo cidadãos da Federação Russa.

O nosso plano não se destina a ocupar o território ucraniano. Não pretendemos impor nada a ninguém pela força. Ao mesmo tempo, temos vindo a ouvir um número crescente de declarações vindas do Ocidente de que já não há necessidade de obedecer aos documentos que estabeleceram os resultados da Segunda Guerra Mundial, tal como foram assinados pelo regime totalitário soviético. Como podemos responder a isso?

Os resultados da Segunda Guerra Mundial e os sacrifícios que o nosso povo teve de fazer para derrotar o nazismo são sagrados. Isto não contradiz os elevados valores de direitos humanos e das liberdades da realidade que surgiu durante as décadas do pós-guerra. Não significa que as nações não possam gozar do direito à autodeterminação, que está consagrado no Artigo 1 da Carta das Nações Unidas.

Deixem-me recordar-vos que as pessoas que vivem em territórios que fazem parte da Ucrânia actual, não foram questionadas sobre como queriam construir as suas vidas quando a URSS foi criada, ou após a Segunda Guerra Mundial. A liberdade guia a nossa política, a liberdade de escolher independentemente o nosso futuro e o futuro dos nossos filhos. Acreditamos que todos os povos que vivem na Ucrânia de hoje, qualquer pessoa que queira fazê-lo, deve poder usufruir do direito de fazer uma escolha livre.

Neste contexto, gostaria de me dirigir aos cidadãos da Ucrânia. Em 2014, a Rússia foi obrigada a proteger o povo da Crimeia e Sevastopol daqueles a quem vocês chamam "nats". O povo da Crimeia e Sevastopol fez a escolha de permanecer ligado à sua pátria histórica, a Rússia e nós apoiámos a sua decisão. Como disse, não poderíamos agir de outra maneira.

Os acontecimentos actuais não têm nada a ver com o desejo de infringir os interesses da Ucrânia e do povo ucraniano. Estão ligados à Rússia em defesa dos que subjugaram a Ucrânia como refém e tentam usá-la contra o nosso país e contra o nosso povo.

Reitero: estamos a agir para nos defendermos das ameaças criadas contra nós e de um perigo pior do que o que está a acontecer agora. Peço-vos, por mais difícil que isto seja, que compreendam e que colaborem connosco de modo a virar esta página trágica o mais rapidamente possível e a avançar juntos, sem permitir que ninguém interfira nos nossos assuntos e nas nossas relações, mas desenvolvendo-os independentemente, de modo a criar condições favoráveis à superação de todos estes problemas e a fortalecer-nos a partir de dentro como um todo, apesar da existência de fronteiras estatais. Acredito nesta orientação, no nosso futuro comum.

Gostaria também de me dirigir aos militares das Forças Armadas Ucranianas.

Camaradas oficiais,

Os vossos pais, avós e bisavós não lutaram contra os ocupantes nazis e não defenderam a nossa pátria comum, para permitir que os neonazis de hoje se apoderassem do poder na Ucrânia. Fizestes o juramento de fidelidade ao povo ucraniano e não à Junta, adversária do povo, que está a roubar a Ucrânia e a humilhar o povo ucraniano.

Aconselho-vos a recusar cumprir as suas ordens criminosas. Exorto-vos a depor imediatamente as armas e ir para casa. Explicarei o que isto significa: os militares do exército ucraniano que o fizerem, poderão abandonar livremente a zona das hostilidades e regressar às suas famílias.

Quero sublinhar uma vez mais que toda a responsabilidade pelo possível derramamento de sangue recairá, plena e integralmente, sobre o regime ucraniano que está no poder.

Agora gostaria de dizer algo muito importante para aqueles que podem estar tentados a interferir nestes desenvolvimentos a partir do exterior. Não importa quem nos tente impedir, ou mais ainda, quem criar ameaças ao nosso país e ao nosso povo, eles têm de saber que a Rússia responderá imediatamente e as consequências serão tais como nunca viram em toda a vossa História. Não importa como os acontecimentos se desenrolarem, estamos preparados. Já foram tomadas todas as decisões necessárias a este respeito. Espero que as minhas palavras sejam ouvidas.

Cidadãos da Rússia,

A cultura e os valores, a experiência e as tradições dos nossos antepassados proporcionaram invariavelmente uma base poderosa para o bem-estar e para a  existência de Estados e de nações, para o seu sucesso e viabilidade. Evidentemente, isto depende directamente da capacidade de adaptação rápida a uma mudança constante, de manter a coesão social e da prontidão em consolidar e convocar todas as forças disponíveis, a fim de avançarmos.

Precisamos sempre de estar fortalecidos, mas esta força pode assumir diversas formas. O "império das mentiras", que mencionei no início do meu discurso, prossegue a sua política principalmente a partir de uma força bruta e directa. A esta situação aplica-se o nosso ditado, de usar "todos os músculos e não usar o cérebro".

Todos sabemos que o que nos torna verdadeiramente fortes, é  ter a justiça e a verdade do nosso lado. Se for este caso, seria difícil discordar do facto de que é a nossa força e a nossa prontidão para lutar que são a base da independência e da soberania e fornecem as bases necessárias para a construção de um futuro de confiança para o vosso lar, para a vossa família e para a vossa Pátria.

Estimados compatriotas,

Estou certo de que os soldados e os oficiais dedicados das Forças Armadas da Rússia cumprirão o seu dever com profissionalismo e coragem. Não tenho dúvidas de que as instituições governamentais a todos os níveis e os especialistas trabalharão eficazmente para garantir a estabilidade da nossa economia, do sistema financeiro e do bem-estar social e o mesmo aplica-se aos executivos das empresas e a toda a comunidade empresarial. Espero que todos os partidos parlamentares e que a sociedade civil assumam uma posição  patriótica e estável.

Para terminar, o futuro da Rússia está nas mãos do seu povo multiétnico, como sempre aconteceu na nossa História. O que significa que as decisões que tomei serão executadas, que alcançaremos os objectivos que estabelecemos e que garantiremos de forma incontestável, a segurança da nossa Pátria.

Acredito no vosso apoio e na força invencível enraizada no amor à nossa Pátria.



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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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BRUTALITY

BRUTALITY IN ACTION

AND NO ONE REACTS AGAINST AND OPPOSES IT!!!....

BRUTALIDADE EM ACÇÃO

E NINGUÉM REAJE CONTRA ELA E SE OPÕE!!!...

https://twitter.com/backtolife_2023/status/1589485984361873408?s=20&t=7vdffgzpUFi2yeU4FxCHng

 



MOON OF SHANGHAI

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS’ STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

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World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

J. Bacque

20 questions to Putin

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.

January 15, 2020

State of the Nation

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

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PORTUGUÊS

GUERRA NUCLEAR: O DIA ANTERIOR

De Hiroshima até hoje: Quem e como nos conduzem à catástrofe

ÍNDICE

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TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democráta

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


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