Saturday, March 31, 2018

PT -- GUERRA NUCLEAR: 7.2 Itália: porta-aviões nuclear USA/NATO no Mediterrâneo

MANLIO DINUCCI



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GUERRA NUCLEAR
O PRIMEIRO DIA
De Hiroshima até hoje:
Quem e como nos conduzem à catástrofe



7.2  Itália: porta-aviões nuclear USA/NATO no Mediterrâneo

De acordo com o relatório oficial do Pentágono, Base Structure Report,  as Forças Armadas USA possuem em Itália, mais de 1.500 edifícios, com uma superfície total superior a 1.000.000 (um milhão) de metros quadrados e têm alugados ou como concessão, mais 800 edifícios, com uma superfície de cerca de 900.000 (novecentos mil) metros quadrados. No total, trata-se de 2.300 (dois mil e trezentos) edifícios com uma superfície de cerca de 2.000.000 (dois milhões) de metros quadrados, espalhados por meia centena de locais. Mas, este número refere-se apenas, a uma parte da presença militar dos Estados Unidos da América em Itália.

Às bases militares USA juntam-se as da NATO, sob comando USA, e as italianas à disposição das forças USA/NATO. Estima-se que, no total, sejam mais de cem. A rede completa de bases militares está, directa ou indirectamente, às ordens do Pentágono. Está compreendida na «área de responsabilidade» do United States European Command (EUCOM), o Comando Europeu dos Estados Unidos, chefiado por um general americano que, ao mesmo tempo, ocupa o cargo de Comandante Supremo Aliado, na Europa. A «área de responsabilidade do EUCOM, um dos seis «comandos combatentes unificados» com os quais os USA cobrem o globo, compreende a totalidade da região europeia e toda a Rússia (compreendendo a região asiática), mais alguns países da Ásia Ocidental e Central: Turquia, Israel, Georgia, Arménia e Azerbaijão.

Na base aérea de Aviano (Pordenone) está estabelecida a 31st Fighter Wing, a esquadrilha USA de caça-bombardeiros F-16C/D, pronta para o ataque com cerca de 50 bombas nucleares B61 (número estimado pela FAS, Federação dos Cientistas Americanos, no período antecedente a 2020).

Na base aérea de Ghedi (Brescia) está instalado o 6º Esquadrão da Força Aérea Italiana, com caça-bombardeiros Tornado PA-200, prontos para o ataque sob comando USA, com cerca de 20 bombas nucleares B61 (número estimado pela FAS,Federação dos Cientistas Americanos, no período antecedente a 2020).

Como escreve a FAS – os pilotos italianos são treinados para o ataque nuclear, como demonstra a presença em Ghedi da 704th Munitions Support Squadron, uma das quatro unidades da U.S Air Force deslocada para as bases europeias (além da Itália, estão na Alemanha, Bélgica e Holanda) «onde as armas nucleares USA são destinadas a ser lançadas pelos aviões dos países hospedeiros». Os Munitions Support Squadrons – especifíca a U.S. Air Force (Air Force Instruction 21-300, 2 January 2014) – são «responsáveis, pela recepção, armazenamento, manutenção e controlo das armas nucleares americanas para apoio da NATO e pela sua missão de ataque». Os pilotos dos quatro países europeus e os pilotos turcos estão treinados para o uso de bombas nucleares no Steadfast Noon, o exercício anual de guerra nuclear da NATO. Em 2013, desenrolou-se em Aviano, em 2014 ocorreu em Ghedi.

Ás armas nucleares USA, instaladas em território italiano, cujo número real é segredo, juntam-se as que estão a bordo das unidades da Sexta Frota, cuja base principal está em Gaeta, em Lazio. A Sexta Frota depende do Comando das Forças Navais USA, na Europa, cujo quartel general está em Nápoles – Capodichino.

Estas forças nucleares estão integradas na rede de base, o que torna a Itália numa espécie de porta-aviões do qual são lançadas as operações militares USA/NATO para Sul e para Leste.

Em Vicenza, existe a base da 173ª Brigada Aerotransportada do Exército USA, que fornece forças de intervenção rápida ao Comando Europeu, ao Comando África e ao Comando Central (cuja «área de responsabilidade» compreende o Médio Oriente e Ásia Central, bem como o Egipto). As forças da 173ª Brigada, já utilizadas no Iraque, em 2003, são enviadas rotativamente para o Afeganistão, Ucrânia e outros países da Europa Oriental.

Na área de Pisa/Livorno está Camp Darby, a base logística do Exército USA, que fornece forças terrestres e aéreas, americanas e europeias, à Europa, Médio Oriente e África. Nos seus 125 bunkers estão armazenados, projécteis de artilharia, bombas para os aviões e mísseis, num número que pode ser estimado em mais de 1,5 milhões. Não se pode excluir que, entre as armas aéreas armazenadas em Camp Darby, tenham estado e possam estar bombas nucleares. Junto às munições para a artilharia, estão armazenados nessa base, tanques e outros veículos militares num número estimado em 2.500 unidades, juntamente com mais de 11.000 materiais militares de vários tipos. Camp Darby é o único sítio do Exército USA onde os tranques e outros veículos de combate, estão posicionados junto às munições. Na base está o equipamento completo de dois batalhões couraçados e de duas infantarias mecanizadas, que podem ser enviadas, rapidamente, para uma zona de operações através do aeroporto de Pisa (Hub aéreo militar nacional) e pelo porto de Livorno (onde podem atracar unidades de propulsão nuclear).

Aqui, fazem escala, todos os meses, navios enormes que transportam armas por conta do Pentágono, ligando os portos americanos aos portos do Mediterrâneo, do Médio Oriente e da Ásia.

Em Lago Patria (Nápoles) está a sede do Comando da Força Conjunta Aliada (JFC Naples). O seu novo quartel general, inaugurado em 2012, tem uma superfície coberta de 85 mil metros quadrados, circundado por uma vasta área cercada, predisposta para uma expansão futura. O pessoal, em aumento, é composto mais de 2.500 militares e civis. O JFC Naples da NATO está às ordens de um almirante americano, que comanda, ao mesmo tempo, as Forças Navais USA, na Europa (das quais depende a Sexta Frota dotada de armas nucleares) e as Forças Navais USA para a África. A tarefa do JFC Naples é «planificar e conduzir operações militares na área de responsabilidade do Comando Supremo Aliado, na Europa e para além dessa área».  

A cada dois anos, em rotação com o Comando de Brunssum, na Holanda, o JFC Naples assume o comando operacional da«Força de Resposta NATO» (NRF), uma força conjunta «altamente flexível e capaz» composta de 40 mil homens, que também tem a tarefa de conduzir  operações militares na «área de responsabilidade do Comandante Supremo Aliado, na Europa e para além dessa área». A ponta de lança da NRF é constituída pela sua « Task Force Conjunta da Máxima Prontidão Operacional» que, composta de 5 mil homens, pode ser enviada em 2/3 dias, para a área de intervenção «antes de se iniciar a crise».

No quartel general de Lago Patria está em funções, desde Setembro de 2017, o «Hub da Direcção Estratégica NATO para o Sul» (NSD-S Hub) com a tarefa de recolher informações e analisar uma variedade de questões relativas à destabilização, terrorismo potencial, radicalização e migração». Por outras palavras, um centro de serviços secretos (inteligência), ou seja, de espionagem, «concentrado nas regiões meridionais, compreendendo o Médio Oriente, o Norte de África e Sahel, África sub-sahariana e áreas adjacentes». Com base nas informações recolhidas (ou fabricadas) pela NSD-S Hub – directo do JFC Naples, na verdade, do Pentágano – a NATO decide as suas intervenções militares nesta vasta área. O centro dos serviços secretos da NATO aproveita-se da colaboração de universidades e think tank internacionais (como a University College London e o Overseas Development Institute), de organizações das Nações Unidas (entre as quais a UNICEF e a Organização Internacional para as Migrações) e de organizações não governamentais (entre as quais a OXFAM e Save the Children). Para além de serem usadas como o rosto «humanitário» do NSD-S Hub, essas organizações arriscam-se a ser envolvidas, através de agentes infiltrados, em acções de espionagem e outras operações secretas do centro de inteligência (serviços secretos) NATO, nos países meridionais e africanos.

Na Sicília, a Naval Air Station (NAS) Sigonella, com um pessoal de cerca de 7.000 militares e civis, constitui a maior base naval e aérea USA e NATO, da região mediterrânea. Além de fornecer apoio logístico à Sexta Frota, a mesma constitui a base de lançamento de operações militares (em grande parte secretas), principalmente, mas não unicamente, no Médio Oriente e em África. A NAS – lê-se na apresentação oficial - «recebe aviões USA e NATO de todos os tipos». Entre estes, os drones espiões RQ-4B Global Hawk, capazes de voar sem abastecimento mais de 16.000 km a uma altitude de 16.000 km a 18.000 km que, de Sigonella efectuam missões de reconhecimento sobrevoando o Médio Oriente, África, Ucrânia Oriental e outras zonas. Para ataques dirigidos (quase sempre secretos) descolam de Sigonella, os drones Predator B/MQ-9 Reaper, armados de mísseis e bombas de orientação laser e via satélite.

A Naval Air Station Sigonella está integrada na base italiana de Augusta, que fornece combustível e munições  às bases navais USA e NATO e, no porto de Catania, é capaz de albergar 9 navios de guerra. Para os exercícios de fogos reais, as forças especiais americanas dispõem do polígono de Pachino (Siracusa), concedido para uso exclusivo dos Estados Unidos. Outra instalação importante americana na Sicília é a instalação MUOS de Niscemi (Caltanissetta). O MUOS (Mobile User Objective System) é um sistema de comunicações via satélites militares de alta frequência, composto de quatro satélites e de quatro estações terrestres: duas em território americano, na Virginia e no Hawaii, uma na Austrália e uma na Sicília, cada uma dotada de três grandes antenas parabólicas de 18 metros de diâmetro. Esse sistema permite ao Pentágono, ligar a uma única rede de comando e comunicações, submarinos e navios de guerra, caça-bombardeiros e drones, veículos militares  e departamentos terrestres, enquanto estão em movimento, em qualquer parte do mundo onde se encontrem. A estação MUOS de Niscemi, é, de facto, uma instalação de primordial importância para as forças nucleares americanas, e, consequentemente, alvo prioritário na frente nuclear.Em Sardenha estão os maiores polígonos para treino das forças italianas e da NATO: em particular as de Salto di Quirra, Capo Teulada, Capo Frasca e Capo San Lorenzo. Aqui são usadas, nos exercícios de fogos reais, cerca de 80% das bombas, das ogivas de mísseis e dos projecteis empregues nas manobras militares que se desenvolvem na Itália, com consequências dramáticas para a saúde das populações.

Não são apenas estes, os perigos provenientes das bases militares USA/NATO. Demonstra-o a tragédia do Moby Prince, a embarcação que na noite de 10 de Abril de 1991, entra em colisão, na barra do porto de Livorno, com o petroleiro Agip Abruzzo, incendiando-se. O Mayday lançado repetidas vezes não encontra resposta.Morreram 140 pessoas, na embarcação em chamas, depois de terem esperado em vão, por socorros. Durante décadas, apesar de três inquéritos e dois processos, os familiares pedem em vão, a verdade. No entanto, ela surge incontestavelmente dos factos. Naquela noite, na barra de Livorno está um grande movimento de navios militares e militarizados dos Estados Unidos, que trazem de volta, à base USA de Camp Darby (limítrofe do porto) parte das armas usadas na guerra do Golfo. Estão aí também outros três navios misteriosos. O Gallant II (nome de código Theresa), navio militarizado USA, que, de repente, depois do acidente, deixa precipitadamente a barra de Livorno. O navio 21 Oktoobar II, da sociedade Shifco, cuja frota, dada pela Cooperação italiana à Somália, oficialmente para a pesca, é usada para transportar armas USA e resíduos tóxicos radioactivos na Somália e para reabastecer de armas a Croácia, em guerra contra a Jugoslávia. Por haver encontrado as provas desse trafico, a jornalista Ilaria Alpi e o seu operador, Miran Hrovatin, são assassinados em 1994, em Mogadiscio, numa emboscada da CIA com a ajuda da Gladio e dos serviços secretos italianos.

Com toda a probabilidade, na noite de 10 de Abril, está em curso na barra de Livorno o transbordo de armas USA que, em vez de tornarem a entrar em Camp Darby, são enviadas, secretamente, para a Somália, Croácia e para outras zonas, não excluindo os depósitos da Gladio, em Itália. Quando acontece a colisão, quem dirige a operação – seguramente o comando USA de Camp Darby – procura, rapidamente, apagar qualquer prova, o que explica alguns «pontos escuros»: o sinal do Moby Prince, apenas a duas milhas do porto, que está fortemente perturbado; o silêncio da Rádio Livorno, o gestor público das telecomunicações, que não chama o Moby Prince; o comandante do porto, «que não orienta os socorros e que é forçado a dar atenção a outras comunicações via rádio», que não orienta os socorros e que, a seguir, é promovido a almirante pelos seus méritos; a falta (ou melhor, o desaparecimento) de traços de radar e imagens de satélite, em particular a posição do Agip Abruzzo; a adulteração da embarcação apreendida, donde desaparecem instrumentos essenciais às indagações. Ignora-se que no centro do massacre do Moby Prince está Campo Darby, a mesma base USA inquirida pelo Juiz Casson e Mastelloni na investigação da organização golpista «Gladio». Uma das bases USA/NATO que - escreve Ferdinando Imposimato, Presidente honorário do Supremo Tribunal de Cassação – forneceram os explosivos para os massacres da Piazza Fontana, em Caci e Via d’Amelio. Bases em que «se reuniam terroristas negros, oficiais da NATO, mafiosos, homens políticos italianos e da maçonaria, na véspera dos atentados». 

A seguir:
7.3  A B 61-12, a nova bomba nuclear USA para a Itália e para a Europa

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Friday, March 30, 2018

PT -- GUERRA NUCLEAR: 7.1 A Europa no rearmamento nuclear do Prémio Nobel da Paz

MANLIO DINUCCI



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GUERRA NUCLEAR
O PRIMEIRO DIA
De Hiroshima até hoje:
Quem e como nos conduzem à catástrofe

Capítolo 7

A EUROPA SUL
FRENTE NUCLEAR

7.1  A Europa no rearmamento nuclear do Prémio Nobel da Paz

Ao mesmo tempo que dá início ao golpe de Estado na Ucrânia, e que a reacção dos acontecimentos em cadeia provoca na Europa um novo confronto com a Rússia, a Administração Obama aprova o maior programa de rearmamento nuclear do fim da guerra fria. Documenta-o, em Setembro de 2014, um amplo artigo do New York Times: A Administração Obama está a investir dezenas de biliões de dólares na modernização e reconstrução do arsenal nuclear e nas instalações nucleares americanas». Mérito do mesmo Presidente Barack Obama, que cinco anos antes, em 2009, foi galardoado com o Prémio Nobel da Paz, graças à «sua visão de um mundo livre de armas nucleares, e ao trabalho desenvolvido por ele nesse sentido, que estimulou poderosamente o desarmamento».

Para a «modernização» do arsenal nuclear foi construído, em Kansas City, uma nova fábrica enorme, maior do que o Pentágono, onde milhares de funcionários, dotados de tecnologias do futuro, desenvolvem armas nucleares novas, testando-as com sistemas avançados que não requerem explosões subterrâneas. A fábrica de Kansas City faz parte de um «complexo nacional em expansão, para o fabrico de ogivas nucleares», composto de oito fábricas e laboratórios, com um pessoal superior a 40 mil especialistas. Em Los Alamos, no Novo México, é iniciada a construção de uma nova fábrica de grandes dimensões para a produção de plutónio para ogivas nucleares e, em Oak Ridge, no Tennessee, está a edificar-se outra, para a produção de urânio enriquecido para uso militar. No entanto, os trabalhos foram atrasados pelo facto de, em dez anos, o custo do projecto ter subido de 660 milhões para 5,8 biliões de dólares e o de Oak Ridge de 6,5 para 19 biliões de dólares.

A Administração Obama apresentou, na totalidade, 57 projectos de melhoramento de instalações nucleares militares. O custo está estimado em 335 biliões de dólares em dez anos. Mas é, apenas, a ponta do iceberg. Ao custo das instalações junta-se o dos novos transportadores nucleares.

Assim, é iniciado pela Administração Obama, um novo programa de armamento nuclear que, segundo um estudo do Monterey Institute, virá a custar (ao valor actual do dólar) cerca de um trilião de dólares, resultando como despesa no período 2024-2019.

O processo de «modernização» das forças nucleares americanas abrange, inevitavelmente, os países europeus da NATO. A função das armas nucleares na Aliança está esclarecida no «Conceito Estratégico 2010» que enuncia os objectivos do decénio 2010-2020. O documento afirma que «enquanto existirem armas nucleares, a NATO permanecerá uma aliança nuclear». Sublinha, desta maneira que, «a garantia suprema de segurança da Aliança é fornecida pelas forças nucleares estratégicas da Aliança.»

A seguir:
7.2  Itália: porta-aviões nuclear USA/NATO no Mediterrâneo

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PT -- Rob Slane -- Mais 20 perguntas que os jornalistas deveriam fazer sobre o caso Skripal


 27 de Março de 2018  Rob Slane
 
Tanto quanto saiba, nenhuma das perguntas que escrevi no meu artigo anterior - 30 perguntas que os jornalistas deveriam fazer sobre o caso Skripal  - foi respondida satisfatoriamente, pelo menos não não ocorreu no domínio público. No entanto, apesar dessas perguntas legítimas ainda não terem sido respondidas e, de muitos factos importantes sobre o caso ainda serem desconhecidos, esta conjuntura deu origem a uma grave crise internacional, com uma expulsão extraordinária de diplomatas russos em muitos países da União Europeia e, particularmente, nos Estados Unidos, no passado dia 26 de Março do corrente.
Chegou o momento de parar e pensar. Um homem e a sua filha foram envenenados na cidade de Salisbury, em 4 de Março. No entanto, apesar dos investigadores ainda não parecem saber como, quando ou onde é que essas pessoas foram envenenados, várias nações ocidentais usaram o incidente como pretexto para a expulsão coordenada de diplomatas a uma escala jamais testemunhada, nem mesmo durante o auge da Guerra Fria. Essas mesmas exclusões dos diplomatas são claramente anormais e muito perigosas.
No meu artigo anterior, salientei que não é minha intenção embrenhar-me nalgum tipo de teoria da conspiração neste blog. Acontece, simplesmente, que não tenho nenhuma teoria holística – da “conspiração” ou não - sobre quem efectuou esse ataque e continuo a manter a mente aberta. Mas visto que o Governo do meu país se precipitou a julgar, sem muitos dos factos deste caso estarem estabelecidos, e como esta ocorrência levou à maior deterioração das relações entre nações com armas nucleares, desde a Crise dos Mísseis de Cuba, parece-me que é mais importante do que nunca, continuar a fazer perguntas, na esperança de que lhes sejam dadas respostas.
E então quer estas indagações sejam ou não, significativas ou úteis, eis as 20 perguntas mais importantes que considero que os jornalistas deveriam estar fazer sobre este caso:
1. Será que a polícia já identificou algum suspeito ou suspeitos neste caso?
2. Em caso afirmativo, existe alguma prova que os ligue ao governo russo?
3. Se ainda não identificou, como é possível determinar a culpabilidade, como fez o Governo britânico?
4. Na sua declaração à Câmara dos Comuns, em 12 de Marçode 2018, a Primeira Ministra britânica, Theresa May, afirmou o seguinte:
 “Agora está claro que o Sr. Skripal e a filha foram envenenados por um agente neurotóxico de categoria militar, de um tipo desenvolvido pela Rússia. Faz parte de um grupo de agentes neurotóxicos conhecidos como "Novichok". Baseado na identificação positiva deste agente químico por peritos mundiais, no Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa, em Porton Down ”[ destaque feito pelo autor].
No julgamento do Supremo Tribunal, em 22de Março, sobre a possibilidade de retirar amostras de sangue de Sergei e Yulia Skripal para exame pela Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAC/OPCW) - provas apresentadas por Porton Down ao tribunal (Secção 17) i) - foi declarado o seguinte:
“As amostras de sangue retiradas a Sergei Skripal e a Yulia Skripal foram analisadas e os resultados indicaram exposição a um agente neurotóxico ou a um composto relacionado. As amostras deram positivo para a presença de um agente neurotóxico da classe Novichok ou de um agente intimamente relacionado ”[destaque feito pelo autor].
Assim, a Primeira Ministra disse que Porton Down havia identificado positivamente a substância como sendo o agente neurotóxico Novichok. A declaração de Porton Down diz que os seus testes indicaram que era um agente Novichok ou um agente intimamente relacionado com ele. Será que estas duas declarações significam exactamente o mesmo?[destaque feito pelo autor].
5. Por que é que as frases “composto relacionado” e “agente intimamente relacionado” foram acrescentadas à declaração dada por Porton Down, e será que é uma indicação de que os cientistas não estavam 100% certos de que a substância era um agente nervoso “Novichok”?
6. Por que é que essas frases não foram incluídas na declaração da Primeira Ministra para a Câmara dos Comuns?
7. Por que motivo é que a Primeira Ministra optou usar a palavra “Novichok” no seu discurso, em vez  da palavra Foliant, que é o verdadeiro nome do programa iniciado pela União Soviética quando tentou desenvolver uma nova classe de armas químicas no país, nas décadas de 1970 e 1980?
8. Quando o Secretário dos Negócios Estrangeiros, Boris Johnson, numa entrevista à Deutsche Welle  foi questionado como é que os cientistas em Porton Down tinham descoberto tão rapidamente que o agente neurotóxico era da classe “Novichok” de armas químicas, foi-lhe igualmente perguntado se Porton Down possui amostras do mesmo. Eis como ele respondeu:
"Eles têm. E foram absolutamente categóricos e eu mesmo perguntei. Eu disse: "Tem a certeza?" E ele disse que não havia dúvida "[Ênfase feita pelo autor deste artigo)].
Se a declaração de Johnson está correcta e o Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa (DSTL) em Porton Down, tem amostras de “Novichok” na sua posse, de onde é que elas vieram?
9. Essas amostras foram produzidas em Porton Down?
10. Há quanto tempo é que eles as tinham?
11. Por que é que o DSTL não registou a posse dessas substâncias na OPCW, visto que é legalmente obrigado a fazê-lo de acordo com a Convenção de Armas Químicas (CWC)?
12. Este reconhecimento feito pelo  snr. Johnson não indica que os agentes “Novichoks” podem ser produzidos em instalações de armas químicas avançadas, como foram feitas  de acordo com as  suposições do OPWC no Irão, em 2016?
13. Em caso afirmativo, como pode o Governo ter a certeza de que a substância utilizada para envenenar o Sr. Skripal e a sua filha foi fabricada ou produzida pela Rússia?
14. Na sua declaração à Câmara dos Comuns, na quarta-feira, 14 de Março, a Primeira Ministra britânica afirmou que só havia duas explicações plausíveis para o envenenamento do senhor Skripal e da sua filha:
“Ou foi um acto directo do Estado russo contra o nosso país, ou obviamente, o governo russo poderia ter perdido o controlo de um agente neurotóxico militar e permitido que ele caísse nas mãos de outros ”.
Além da verdadeira substância usada, haverá alguma evidência concreta que induziu o Governo a concluir que esses são os dois únicos cenários plausíveis?
15. Em 26 de Março, vários países expulsaram diplomatas russos numa resposta aparente ao incidente em Salisbury. No entanto, neste momento, a OPCW ainda não havia investigado o caso, nem analisado amostras de sangue. Por que razão é que a decisão claramente coordenada de expulsar diplomatas, foi tomada antes da conclusão da investigação da OPCW?
16. Será que essa atitude não colocou uma pressão enorme na OPCW para chegar à conclusão “certa”?
17. Considera-se que a investigação da OPCW sobre a substância utilizada demorará pelo menos três semanas, enquanto a pesquisa de Porton Down demorou menos de uma semana a analisá-la. O que explica esta diferença?
18. Será que a OPCW estará a usar as amostras de “Novichok” que Boris Johnson diz que são mantidas em Porton Down para comparar com as amostras de sangue do Sr. Skripal e da filha?
19. Se não for o caso, em que base é que essa comparação será feita, uma vez que a primeira síntese conhecida de um “Novichok” foi feita pelo Irão, em 2016?
20. Se a OPAQ/OPCW descobrir que a substância é realmente um “Novichok”, será prova suficiente para estabelecer quem realizou o ataque aos Skripal ou - visto que outros países têm, claramente, a capacidade de produzir tais substâncias - seriam necessárias mais provas? 

Thursday, March 29, 2018

DE -- Manlio Dinucci -- Die Kunst des Krieges: Die neue russische Kampagne


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Die Kunst des Krieges

Die neue russische Kampagne

Manlio Dinucci


„Putin wird die Weltmeisterschaft nutzen, wie Hitler die Olympischen Spiele 1936 nutzte, um das brutale, korrupte Regime zu verbergen, für das er verantwortlich ist“: Diese offizielle Erklärung des britischen Außenministers Boris Johnson zeigt, auf welche Ebene die Propagandakampagne gegen Russland gesteigert wurde.

In einer Karikatur in der britischen Zeitung The Guardian, die auf ein Naziplakat der vierziger Jahre zurückgeht, wird Russland als eine riesige Spinne dargestellt, mit dem Kopf Putins, der die Welt ergreift.

Russland wird beschuldigt, in England einen seiner ehemaligen Offiziere vergiftet zu haben, der vor 12 Jahren wegen Spionage inhaftiert und vor acht Jahren freigelassen wurde (daher nicht länger in Besitz von sensiblen Informationen ist), das Nervengas Novichok verwendet zu haben, das ehemals in der Sowjetunion produziert wurde, um ihn und seine  Tochter zu vergiften (wie um einen absichtlichen Fußabdruck Moskaus am Tatort zu hinterlassen).

Russland wird beschuldigt, mit außergewöhnlichen Fähigkeiten in Informationsnetzwerke eingedrungen zu sein und sogar die Präsidentschaftswahlen der Vereinigten Staaten manipuliert zu haben (ein „kriegerischer Akt“, so John Bolton, neuer Berater für nationale Sicherheit).

Russland wird jetzt offiziell vom US-Heimatschutzministerium und dem FBI beschuldigt, Sabotageakte mit seinen Hackern vorzubereiten, gegen Kraftwerke, einschließlich Kernkraftwerke, Wassersysteme und Flughäfen in den USA und Europa, sowie ganze Länder lahm zu legen.

Auf diesem Weg schaffen sie das Image eines zunehmend aggressiven Feindes, gegen das wir uns wehren sollten.

In einer Pressekonferenz mit Johnson wirft NATO-Generalsekretär Stoltenberg Russland den ersten „Einsatz eines Nervengases auf dem Territorium der Allianz“ vor, was ein realer kriegerischer Akt wäre; er wirft Russland vor, „unsere demokratischen Institutionen zu untergraben“, d.h. subversives Handeln in westlichen Demokratien zu betreiben; er wirft Russland vor, „die territoriale Integrität der Ukraine zu verletzen“, d.h. die Invasion Europas zu beginnen.

Vor dem „unverantwortlichen Verhalten Russlands“ kündigt Stoltenberg an: „Die NATO antwortet“. Auf diese Weise ist die öffentliche Meinung bereit für eine weitere Stärkung der Kriegsmaschinerie des Bündnisses unter US-Kommando, einschließlich des Einsatzes der neuen Atombomben B61-12 und möglicherweise auch neuer US-Atomraketen in Europa.

Das Hauptziel der US-amerikanischen Verteidigungsstrategie ist, so kündigt es das Pentagon an, „die Bereitschaft und Letalität der US-Streitkräfte in Europa zu verbessern“. Zu diesem Zweck werden im Haushaltsjahr 2019 6,5 Mrd. Dollar zugeteilt, womit sich der Betrag im Fünfjahreszeitraum 2015-2019 auf 16,5 Mrd. beläuft.

Diese Zuweisung stellt nur einen Teil der Gesamtmittel für die „Atlantic Resolve“ dar, die 2014 ins Leben gerufen wurde, um das „Engagement der USA für die Sicherheit der europäischen Verbündeten zu demonstrieren“.

Ein Engagement, das sich durch das kontinuierliche Verlegen von Land-, Luft- und Seestreitkräften von den Vereinigen Staaten nach Osteuropa zeigt, wo sie von denen der großen europäischen Verbündeten, einschließlich Italien, flankiert werden.

Zur gleichen Zeit wir die NATO mit einem neuen gemeinsamen atlantischen Kommando gestärkt, das das Szenario der russischen U-Boote erfindet, die bereit sind, Handelsschiffe auf transatlantischen Routen zu versenken, und mit einem neuen logistischen Kommando, das das Szenario einer NATO erfindet, die gezwungen ist, ihre Streitkräfte rasch Richtung Osten zu bewegen, um der russischen Aggression entgegenzutreten.

Auf diese Weise versuchen sie, die Eskalation der USA/NATO gegenüber Russland zu rechtfertigen, und unterschätzen dessen Reaktionsfähigkeit wenn es in die Enge getrieben wird.

Johnson, der Putin mit Hitler vergleicht, sollte sich daran erinnern, was mit Hitlers Truppen geschah, als sie in Russland einmarschierten.

(il manifesto, 27.03.2018)

Wednesday, March 28, 2018

EN -- Manlio Dinucci -The Art of War -- The new Russian Campaign



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The Art of War
The new Russian Campaign  


Manlio Dinucci   



"Putin will use the World Cup as Hitler used the 1936 Olympics, that is to conceal the brutal, corrupt regime he is responsible for": this official statement by British Foreign Minister Boris Johnson shows at what level the propaganda campaign against Russia was raised.

In a cartoon in the British newspaper The Guardian, traced from a Nazi poster of the Forties, Russia is depicted as a giant spider, with the head of Putin, gripping the world.

Russia is accused of poisoning in England one of its former officers, arrested for spying 12 years ago and released 8 years ago (therefore no longer in possession of sensitive information), using to poison him and his daughter, the nerve agent Novichok once produced in the Soviet Union (so as to deliberately leave the footprint of Moscow in the crime scene).

Russia is accused of penetrating with exceptional skill in information networks, manipulating even the presidential elections in the United States ("an act of war" according to  John Bolton, new adviser for national security).

Russia is now accused officially by the US Department of Homeland Security and the FBI to prepare for sabotaging, with its hackers, power plants including nuclear power plants, water systems and airports in the United States and Europe, so as to paralyze entire countries.

In this way they create the image of an increasingly aggressive enemy, against which we should defend ourselves.

In a press conference with Johnson, NATO Secretary General Stoltenberg accuses Russia of the "first use of a nerve agent on the territory of the Alliance", which would be a real act of war; he accuses Russia of "undermining our democratic institutions", i.e. conducting subversive action within Western democracies; he accuses Russia of 'violating the territorial integrity of Ukraine', i.e. beginning the invasion of Europe.

In front of the "irresponsible behavior of Russia", Stoltenberg announces, "NATO is responding". In this way, public opinion is prepared for a further strengthening of the Alliance's war machine under US command, including the deployment of the new B61-12 nuclear bombs and probably also of new US nuclear missiles in Europe.

The main objective of the US National Defense Strategy, the Pentagon announces, is "to improve the readiness and lethality of US forces in Europe". For this purpose, 6.5 billion dollars are allocated in the 2019 fiscal year, bringing the total of the 2015-2019 five-year period to 16.5 billion.

This allocation constitutes only a part of the overall appropriation for the “Atlantic Resolve”, the operation launched in 2014 to "demonstrate the US commitment to the security of the European allies".

Commitment shown by the continuous transfer of land, air and naval forces from the United States to Eastern Europe, where they are flanked by those of the major European allies, including Italy.

At the same time NATO is strengthened with a new joint Atlantic Command, inventing the scenario of Russian submarines ready to sink merchant ships on transatlantic routes, and with a new logistic Command, inventing the scenario of a NATO forced to move rapidly its forces eastwards to face a Russian aggression.

In this way they try to justify the US/NATO escalation against Russia, underestimating its ability to react when it is put on the ropes.

Johnson, who compares Putin to Hitler, should remember what happened to Hitler's armies when they invaded Russia.

(the manifesto, March 27, 2018)

NO WAR NO NATO


Is Washington Going To Destroy Us All?


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Florida Cops Laundered Millions For Drug Cartels, Failed To Make A Single Arrest


Florida Cops Laundered Millions For Drug Cartels, Failed To Make A Single Arrest


Florida Cops Laundered Millions For Drug Cartels, Failed To Make A Single Arrest



More Lies from the Presstitutes Paul Craig Roberts



More Lies from the Presstitutes



More Lies from the Presstitutes
Paul Craig Roberts
The shameless liars that comprise the US media intentionally exaggerated the marchers against “gun violence” by four times the actual number.
Why?
Why are the media presstitutes involved in advocacy of agendas and not in reporting factual news?
Recent polls show that a majority of Americans believe that gun ownership makes people safer. Americans do not believe that people should be denied safety because of an occasional nutcase or a staged shooting to advance the gun control agenda. Indeed, they wonder who is behind the gun control agenda. They wonder about the dumbshits who are protesting the Second Amendment instead of Washington’s rush into conflict with Russia.
I have no doubt that gun control groups are organized by agents of the police state. The United States is falling apart. All of the increase in income and wealth is going to the One Percent. Everyone else is hurting more each day. See Chris Hedges, for example: http://www.informationclearinghouse.info/49082.htm
The vast majority of Americans are being ground into the dirt by government at all levels. There is no democracy. There is only looting. The One Percent fear that sooner or later even insouciant Americans might rise up. But they can’t if they are disarmed. That is all gun control is about.
Deaths from what the propagandistic “gun violance” shills for the police state hype as a massive problem are such a small percentage of US deaths that they do not even show up statistically. Yet we have all this protest over an infintestimal number of deaths, and no protests at all by opponents of “gun violence” over police killings, which are larger that “gun violence” deaths or over America’s massive murders on a world scale. Where are the “gun violence” protests over the millions of deaths and millions of displaced peoples in Iraq, Libya, Somalia, Syria, Yemen, Afghanistan, Pakistan? Where are the “gun violence” protests against Trumpt’s chosen national security adviser John Bolton’s plan to bomb Iran and North Korea into the stone age?
They are nowhere to be found. How much more evidence do you need that the “gun violence” people are totally insensitive to real violence and only serve a police state agenda?
A reader sent me this . I don’t have the time to check it out. So some of you check it and let me know. If correct, I will acknowledged it, and also if incorrect.
This was posted by a friend on FB, I thought it worthy…
Sharing this data from a friend who has researched these statistics
thoroughly. There are 30,000 gun related deaths per year by firearms,
and this number is not disputed. The U.S. population is 324,059,091 as
of June 22, 2016 (the last searchable census numbers) Do the math:
0.00925% of the population dies from gun related actions each
year. Statistically speaking, this is insignificant! What is never
told, however, is a breakdown of those 30,000 deaths, to put them in
perspective as compared to other causes of death:
-65% of those deaths are by suicide, which would never be prevented by gun laws.
-15% are by police.
-17% are through criminal activity, gang and drug related or mentally
ill persons.
-3% are accidental discharge deaths.
So technically, “gun violence” is not 30,000 annually, but drops to
5,100. Now lets look at how those deaths spanned across the nation:
-480 homicides (9.4%) were in Chicago
-344 homicides (6.7%) were in Baltimore
-333 homicides (6.5%) were in Detroit
-119 homicides (2.3%) were in Washington D.C. (a 54% increase over prior years)
So basically, 25% of all gun crime happens in just 4 cities. All 4 of
those cities have strict gun laws, so it is not the lack of law that
is the root cause. This basically leaves 3,825 for the entire rest of
the nation, or about 75 deaths per state -an average because some
States have much higher rates than others. For example, California had
1,169 and Alabama had 1.
Now, who has the strictest gun laws by far? California, of course, but
it is not guns causing this. It is a crime rate spawned by the number
of criminal persons residing in those cities and states. So if all
cities and states are not created equal, then there must be something
other than the tool causing the gun deaths.
Are 5,100 deaths per year horrific? How about in comparison to other
deaths? All death is sad and especially so when it is in the
commission of a crime but that is the nature of crime. Robbery,
death, rape, assault are all done by criminals. It is ludicrous to
think that criminals will obey laws. That is why they are called
criminals.
But what about other deaths each year?
Nearly 75% of all deaths in the United States are attributed to just
10 causes, with the top three of these accounting for over 50 percent
of all deaths. Over the last 5 years, the main causes of death in the
U.S. have remained fairly consistent.
1. Heart disease
2. Cancer (malignant neoplasms)
3. Chronic lower respiratory disease
4. Accidents (unintentional injuries)
5. Stroke (cerebrovascular diseases)
6. Alzheimer’s disease
7. Diabetes
8. Influenza and pneumonia
9. Kidney disease (nephritis, nephritic syndrome, and nephrosis)
10. Suicide
Guns don’t even make the top ten list. Not to mention:
-40,000+ die from a drug overdose–THERE IS NO EXCUSE FOR THAT!
-36,000 people die per year from the flu, far exceeding the criminal gun deaths.
-34,000 people die per year in traffic fatalities(exceeding gun deaths
even if you include suicide).
-200,000+ people die each year (and growing) from preventable medical
errors. You are safer walking in the worst areas of Chicago than you
are when you are in a hospital!
-710,000 people die per year from heart disease. Where is the real war
on fast food? Why are we not teaching healthy eating in schools?
So what is the point? If the liberals and the anti-gun movement
focused their attention on heart disease, even a 10% decrease in
cardiac deaths would save twice the number of lives annually of all
gun-related deaths (including suicide, law enforcement, etc.). A 10%
reduction in medical errors would be 66% of the total number of gun
deaths or 4 times the number of criminal homicides -Simple, easily preventable 10% reductions! So you have to
ask yourself, in the grand scheme of things, why the focus on guns?
It’s pretty simple: (to Steven Waugh’s point)
Taking away guns gives control to governments. The founders of this
nation knew that regardless of the form of government, those in power
may become corrupt and seek to rule as the British did by trying to
disarm the populace of the colonies. It is not difficult to understand
that a disarmed populace is a controlled populace.
Thus, the second amendment was proudly and boldly included in the U.S.
Constitution. It must be preserved at all costs. So the next time
someone tries to tell you that gun control is about saving lives, look
at these facts and remember these words from Noah Webster: “Before a
standing army can rule, the people must be disarmed.”

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