Saturday, November 30, 2019

The New World Disorder Counter-Summit -- Saturday 30th November from 10am to 5.30 pm




Saturday, 30th November from 10am to 5.30 pm


POSTED BY: SM NOVEMBRE 29, 2019

IT -- Domani 30 Novembre si svolgerà a Londra il Contro-Summit Nato, in occasione del vertice Nato del 3 e 4 Dicembre. Jean Toschi M. Visconti rappresenterà il nostro Comitato partecipando al workshop sulle armi nucleari.
Per info:

EN --Tomorrow November 30th, the NATO Counter-Summit will take place in London, on the occasion of the NATO summit on 3 and 4 December. Jean Toschi M. Visconti will represent our Committee by participating in the workshop on nuclear weapons.
For info:

FR -- Demain, le 30 novembre, le contre-sommet de l'OTAN aura lieu à Londres à l'occasion du sommet de l'OTAN des 3 et 4 décembre. Jean Toschi M. Visconti représentera notre Comité en participant au workshop sur les armes nucléaires.
Pour info:

PT – Amanhã, 30 de Novembro, a Contra-Cimeira da NATO ocorrerá em Londres, por ocasião da Cimeira da NATO, em 3 e 4 de Dezembro. Jean Toschi M. Visconti representará o  Comitato NO GUERRA NO NATO, participando no workshop sobre armas nucleares.
Mais informações:

SP - Mañana, 30 de noviembre, la Contracumbre de la OTAN tendrá lugar en Londres, con motivo de la cumbre de la OTAN los días 3 y 4 de diciembre. Jean Toschi M. Visconti representará a nuestro Comité participando en el taller sobre armas nucleares.
Para información:

Friday, November 29, 2019

PT -- Manlio Dinucci -- Os F-35 levantam voo com asas bipartidárias


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Os F-35 levantam voo com asas bipartidárias
Manlio Dinucci

Lorenzo Guerini (PD), Ministro da Defesa do Governo Conte II, comunicou às comissões parlamentares, a passagem para a fase 2 do programa de compra dos F-35, da empresa americana Lockheed Martin. Passagem preparada pelo Governo Conte I: o Vice Primeiro Ministro Salvini (Lega) sublinhou, em Março passado, que “qualquer hipótese de abrandamento ou correcção do programa de compra dos F-35 seria uma perda para a economia italiana”; o Subsecretário dos Negócios Estrangeiro, Di Stefano (M5S) solicitou uma “revisão profunda dos acordos”, mas acrescentou que “se tivermos penalidades a pagar, certamente não entraremos na História por ter traído um acordo feito com empresas privadas: existe toda uma cadeia que deve ser respeitada”. Em Maio passado, o Governo Conte I autorizou “a construção e entrega de 28 caças F-35 até 2022 (os aviões entregues até ao momento são 13), cujos contratos foram completamente financiados”, obviamente com dinheiro público.
Em Outubro passado, em conversas confidenciais com o Governo Conte II, em Roma, o Secretário de Estado USA, Mike Pompeo, pedia à Itália para desbloquear a encomenda para uma compra posterior. O Ministro da Defesa Guerini assegurou-lhe, imediatamente, numa entrevista ao Corriere della Sera, que "a Itália é um país confiável e credível em relação aos compromissos internacionais: contribuir para o programa F-35 é um sinal tangível de nossa confiabilidade". Alguns dias depois, durante uma conferência de imprensa em Washington com o Presidente Mattarella, o Presidente Trump anunciou exultante: "A Itália acabou de comprar 90 novos F-35. O programa é muito bom".
A Itália confirma, portanto, o seu empenho em comprar 90 unidades, com uma despesa prevista de cerca de 14 biliões de euros. A essa junta-se a verba não quantificável para a actualização contínua do software de caça. A Itália não é só compradora, mas fabricante do F-35, como parceira de segundo nível. A Leonardo - a maior indústria militar italiana, da qual o Ministério da Economia e Finanças é o principal accionista, com cerca de 30% - está fortemente integrada no complexo industrial militar USA. Foi, por este facto,  escolhida para gerir a fábrica Faco, em Cameri (Piemonte), de onde saem os caças destinados à Itália e à Holanda. A Leonardo produz, também, as asas completas para os aviões montados nos USA, utilizando materiais produzidos nas fábricas de Foggia (Puglia), Nola (Campania) e Venegono (Lombardia). O emprego na Faco é de cerca de mil postos de trabalho, dos quais muitos são provisórios, apenas um sexto do previsto. A despesa para a construção da fábrica Faco e a compra dos caças são superiores ao valor dos contratos estipulados pelas empresas italianas para a produção do F-35. Do ponto de vista económico, ao contrário do que o governo alega, a participação no programa F-35 é um fracasso para o erário público.
O Ministro Guerini lançou a fase 2 do programa F-35 “sem uma avaliação de mérito e na ausência de uma declaração, em discordância com as indicações do Parlamento”, denuncia o deputado da LeU, Palazzotto, pedindo que o Ministro explique “em que base, assumiu, autonomamente, esta decisão”. Na sua “explicação”, o Ministro nunca dirá a verdadeira razão pela qual tomou essa decisão, não autonomamente, mas por deliberação do ‘establishment’ italiano. A participação no programa F-35 reforça a ancoragem política e estratégica da Itália aos Estados Unidos, integrando ainda mais o complexo militar industrial italiano no gigantesco complexo militar industrial USA. A decisão de participar no programa é, portanto, uma escolha política, feita numa base bipartidária. Confirma-o, o facto da Liga, adversária do Partido Democrata, aplaudir o Ministro do Pd: “Observamos com satisfação, que sobre o F-35, o Ministro Guerini anunciou o início da fase 2”, declaram, unânimes, os legisladores da Liga. As principais forças políticas, em contraste uma com a outra, reagrupam-se, seguindo os Estados Unidos, “o aliado privilegiado” que, em breve, instalará em Itália, juntamente com os F-35as novas bombas nucleares B61-12 projectadas, em particular, para estes caças da quinta geração.
il manifesto, 30 de Novembro de 2019

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DECLARAÇÃO DE FLORENÇA
Para uma frente internacional NATO EXIT, 
em todos os países europeus da NATO

IT -- Manlio Dinucci -- Gli F-35 decollano con ali bipartisan


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Gli F-35 decollano con ali bipartisan
Manlio Dinucci


Lorenzo Guerini (Pd), ministro della Difesa del governo Conte II, ha comunicato alle commissioni parlamentari il passaggio alla fase 2 del programma di acquisto degli F-35 della statunitense Lockheed Martin. Passaggio preparato dal governo Conte I: il vicepremier Salvini (Lega) sottolineava lo scorso marzo che «ogni ipotesi di rallentamento o ravvedimento del programma di acquisto degli F-35 sarebbe un danno per l’economia italiana»; il sottosegretario agli Esteri Di Stefano (M5S) richiedeva una «revisione profonda degli accordi» ma aggiungeva che, «se abbiamo delle commesse da pagare, certamente non passeremo alla storia per aver tradito un accordo fatto con aziende private: c’è un’intera filiera che va rispettata». Lo scorso maggio il governo Conte I autorizzava «la realizzazione e la consegna di 28 caccia F-35 entro il 2022 (i velivoli sinora consegnati sono 13), i cui contratti sono stati completamente finanziati», ovviamente con denaro pubblico.
Lo scorso ottobre, nei colloqui riservati col governo Conte II a Roma, il segretario di stato Usa Mike Pompeo richiedeva all’Italia di sbloccare l’ordine per un ulteriore acquisto. Subito il ministro della Difesa Guerini lo assicurava, in una intervista al Corriere della Sera,  che  «l’Italia è un paese affidabile e credibile rispetto agli impegni internazionali: contribuire al programma F-35 è un segno tangibile della nostra affidabilità». Pochi giorni dopo, nella conferenza stampa a Washington col presidente Mattarella, il presidente Trump annunciava esultante: «L’Italia ha appena acquistato 90 nuovissimi F-35. Il programma va molto bene».
L’Italia conferma quindi l’impegno ad acquistarne 90, con una spesa prevista in circa 14 miliardi di euro. Ad essa  si aggiunge quella inquantificabile per il continuo aggiornamento del software del caccia. L’Italia non è solo acquirente ma fabbricante dell’F-35, quale partner di secondo livello. La Leonardo – la maggiore industria militare italiana, di cui il Ministero dell’economia e delle finanze è il principale azionista con circa il 30% – è fortemente integrata nel complesso militare-industriale Usa. E’ stata per questo scelta per gestire lo stabilimento Faco di Cameri (Piemonte), da cui escono i caccia destinati all’Italia e all’Olanda. La Leonardo produce anche le ali complete per aerei assemblati negli Usa, utilizzando materiali prodotti negli stabilimenti di Foggia (Puglia), Nola (Campania) e Venegono (Lombardia). L’occupazione alla Faco è di circa un migliaio, di cui molti precari, appena un sesto di quella preventivata. Le spese per la realizzazione dello stabilimento Faco e l’acquisto dei caccia sono superiori all’importo dei contratti stipulati da aziende italiane per la produzione dell’F-35. Dal punto di vista economico, contrariamente a quanto sostiene il governo, la partecipazione al programma dell’F-35 è fallimentare per le casse pubbliche.
Il ministro Guerini ha avviato la fase 2 del programma sugli F-35 «senza una valutazione di merito e in assenza di un’informativa, in contrasto con le indicazioni del Parlamento», denuncia il deputato di LeU Palazzotto, chiedendo che il ministro spieghi «su che basi ha autonomamente assunto questa decisione». Nella sua «spiegazione» il ministro non dirà mai la vera ragione per cui ha assunto tale decisione, non autonomamente ma su mandato dell’establishment italiano. La partecipazione al programma dell’F-35 rinsalda l’ancoraggio politico e strategico dell’Italia agli Stati uniti, integrando ancor più il complesso militare industriale italiano nel gigantesco complesso militare-industriale Usa. La decisione di partecipare al programma è quindi una scelta politica, fatta su base bipartisan. Lo conferma il fatto che la Lega, avversaria del Pd, plaude al ministro Pd: «Prendiamo atto con soddisfazione che sugli F-35 il ministro Guerini ha annunciato l’avvio della fase 2», dichiarano unanimi i parlamentari leghisti. Le maggiori forze politiche, in contrasto l’una con l’altra, si ricompattano al seguito degli Stati uniti, «l’alleato privilegiato» che tra poco schiererà in Italia, insieme agli F-35, le nuove bombe nucleari B61-12 progettate in particolare per questi caccia di quinta generazione.
il manifesto, 30 novembre 2019


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http://www.natoexit.it/ -- ITALIANO



«DICHIARAZIONE DI FIRENZE»
Per la creazione di un fronte internazionale NATO EXIT in tutti i paesi europei della NATO.
Geografo e geopolitologo. Libri più recenti: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018, Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

PT -- Manlio Dinucci -- As palavras embaraçosas do Papa Francisco, a partir de Hiroshima: «A bomba atómica é imoral e criminosa». Silêncio bipartidário sobre o Papa

Il papa in Giappone
As palavras embaraçosas do Papa Francisco, a partir de Hiroshima:
«A bomba atómica é imoral e criminosa».
Silêncio bipartidário sobre o Papa
Manlio Dinucci

Silêncio de tumba no arco institucional italiano, sempre loquaz sobre o Papa, sobre as palavras proferidas por Francisco, em 24 de Novembro, em Hiroshima e Nagasaki: “O uso da energia atómica para fins de guerra é hoje, mais do que nunca, um crime. É imoral a posse de armas atómicas ”.
Palavras embaraçosas para os nossos expoentes máximos institucionais que, como os anteriores, são responsáveis pelo facto de que a Itália, um país não nuclear, hospede e esteja preparada para usar armas nucleares americanas, violando o Tratado de Não Proliferação ao qual aderiu, que proíbe aos Estados militarmente não nucleares, receber armas nucleares e controlá-las directa ou indirectamente. Responsabilidade ainda mais grave porque a Itália, como membro da NATO, recusou-se a aderir ao Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, votado pela grande maioria da Assembleia Geral da ONU: que obriga os Estados signatários a não produzir nem possuir armas nucleares, não usá-las ou ameaçar usá-las, não transferi-las ou recebê-las directa ou indirectamente, com o objectivo da sua eliminação total.
EMBARAÇOSA para os governantes, a pergunta que o Papa Francisco faz, de Hiroshima: “Como podemos falar sobre paz enquanto construímos novas e formidáveis armas de guerra?” Em Itália, as bombas nucleares actualmente estimadas, são cerca de 70, todas do modelo B61, mas estão para ser instaladas no território italiano, as novas e mais mortíferas bombas nucleares USA B61-12 (número ainda desconhecido) no lugar das actuais B-61. A B61-12 possui uma ogiva nuclear com quatro opções de potência seleccionável: no momento do lançamento, é escolhida a potência de explosão, dependendo do alvo a  atingir. Ao contrário da B61, lançada na vertical sobre o alvo, a B61-12 é lançada a distância e guiada por um sistema de satélite. Tem, também, a capacidade de penetrar no subsolo, mesmo através de betão armado, explodindo em profundidade para destruir os bunkers dos centros de comando e estruturas subterrâneas, de modo a “decapitar” o país inimigo, num ‘first strike’ nuclear.
IGUALMENTE EMBARAÇOSA é a outra pergunta do Papa: “Como podemos propor a paz se usamos continuamente a intimidação bélica nuclear como recurso  legítimo para a resolução dos conflitos?” A Itália, como membro da NATO, apoiou a decisão de Trump de cancelar o Tratado INF que, assinado em 1987 pelos Presidentes Gorbachev e Reagan, tinha permitido a eliminação de todos os mísseis nucleares de alcance intermédio com base no solo, distribuidos na Europa, incluindo aqueles instalados em Comiso. Os USA estão a desenvolver novos mísseis nucleares de alcance intermédio, tanto de cruzeiro como balísticos (estes capazes de atingir alvos poucos minutos após o lançamento), a serem distribuídos na Europa, certamente também em Itália, contra a Rússia e na Ásia, contra a China. A Rússia advertiu que, se forem disseminados na Europa, apontará os seus mísseis nucleares para os territórios nos quais serão instaladas.
AS POTÊNCIAS NUCLEARES possuem um total de cerca de 15.000 ogivas nucleares. Mais de 90% pertencem aos Estados Unidos e à Rússia: cada um dos dois países possui cerca de 7 mil. Os outros países que possuem ogivas nucleares são: França (300), China (270), Grã-Bretanha (215), Paquistão (120-130), Índia (110-120), Israel (80), Coreia do Norte (10- 20). Cinco outros países - Itália, Alemanha, Bélgica, Holanda e Turquia - têm em conjunto, cerca de 150 ogivas nucleares americanas instaladas nos seus territórios. A corrida armamentista está a ocorrer agora, não em quantidade, mas em qualidade: ou seja, no tipo de plataformas de lançamento e nas capacidades ofensivas das ogivas nucleares.

Um submarino americano da classe Ohio é capaz de lançar, em menos de um minuto, 24 mísseis balísticos Trident armados com 120 a 190 ogivas nucleares, cujo poder explosivo é mais do dobro de todos os explosivos não nucleares, usados na Segunda Guerra Mundial. O novo míssil balístico intercontinental russo, Sarmat, com um alcance de 18.000 km, é capaz de transportar de 10 a 16 ogivas nucleares que, ao reentrar na atmosfera em velocidade hipersónica (mais de 5 vezes a do som), manobram para escapar aos mísseis interceptores.
E QUANDO o Papa Francisco afirma que o uso da energia nuclear para fins de guerra é “um crime não apenas contra o Homem e sua dignidade, mas contra qualquer possibilidade de futuro na nossa casa comum”, que põe em perigo o futuro da Terra, aqui não devem calar-se os que estão empenhados na defesa do meio ambiente: porque a ameaça mais grave para o ambiente da vida no planeta é a guerra nuclear e é prioritário, o objectivo da eliminação completa das armas atómicas.
Falta ver até que ponto o aviso lançado pelo Papa Francisco, a partir de Hiroshima, é recebido na própria Igreja e em geral entre os católicos. Não é a primeira vez que ele lança esse alerta, mas sua voz, para usar uma frase do Evangelho, assemelha-se à de “alguém que grita no deserto”. Neste ponto, surge espontaneamente uma proposta laica: Se falta a consciência, que se revele, ao menos, o instinto de sobrevivência.

EN -- Manlio Dinuci -- ‘The atomic bomb is immoral and criminal’: bipartisan silence greets in Italy the pope’s comment

‘The atomic bomb is immoral and criminal’: bipartisan silence greets in Italy the pope’s comment

Manlio Dinucci Μάνλιο Ντινούτσι مانلیو دینوچی مانليو دينوتشي
Traduzido por  John Catalinotto


Institutional Italy is silent, but in Ghedi and Aviano Air Bases 70 U.S. nuclear bombs are stored. And new ones are about to arrive.

 http://tlaxcala-int.org/upload/gal_21402.jpg

Italy’s politicians and corporate media, usually eloquent about any news concerning the Pope, greeted with the silence of the tomb the words pronounced by Francis on Nov. 24 in Hiroshima and Nagasaki: “The use of atomic energy for war purposes is, today more than ever, a crime. The possession of atomic weapons is immoral.”

These words are embarrassing for the leaders of Italy’s institutions. Like the ones who preceeded them, these leaders are responsible for the fact that Italy, a non-nuclear country in words, is in reality a country that houses and is prepared to use U.S. atomic weapons. This reality is in violation of the Non-Proliferation Treaty to which Italy has formally committed, and which prohibits militarily non-nuclear states from receiving nuclear weapons and from having direct or indirect control over them.

This is an even more serious violation because Italy, as a NATO member, has refused to adhere to the Treaty on the Prohibition of Nuclear Weapons voted by a large majority by the General Assembly of the UN. This treaty commits the signatory States to neither produce nor possess nuclear weapons, to neither use nor threaten to use them, nor to transfer or receive them directly or indirectly; the objective of these rules is the total elimination of nuclear weapons.

What is embarrassing for Italy’s rulers is the question that Pope Francis asked in Hiroshima: “How can we speak of peace while we build new and formidable weapons of war?” In Italy there are currently about 70 nuclear bombs, all of the B61 model, but the new and deadlier U.S. nuclear bombs B61-12 (a number not yet widely known) are about to be deployed on Italian territory in place of the current B-61.

The B61-12 has a nuclear warhead with four selectable power options. When launched, the operators can choose the  power of the explosion according to the target to be hit. Unlike the B61, released vertically upon the target, the B61-12 is launched remotely and guided by a satellite system. It also has the ability to penetrate the subsoil, even through reinforced concrete, exploding deep underground to destroy the bunkers of command centers and underground structures, so as to “decapitate” the enemy country in a first nuclear strike.

More embarrassing is the pope’s other question: “How can we propose peace if we continually use nuclear war threats as a legitimate means of conflict resolution?”

Italy, as a member of NATO, endorsed Trump’s decision to cancel the INF Treaty, signed in 1987 by Presidents Mikhail Gorbachev and Ronald Reagan, which had made it possible to eliminate all the intermediate range ground-based nuclear missiles deployed in Europe, including those installed in Comiso [Sicily, Italy].

The U.S. developed new ground-based intermediate range nuclear missiles, both cruise and ballistic (these are capable of hitting targets within minutes of launch), to be deployed against Russia in Europe, certainly placed also in Italy, and in Asia against China. Russia has warned that, if these weapons are deployed in Europe, it will aim its nuclear missiles at the territories where they are installed.

Nuclear powers possess a total of about 15,000 nuclear warheads. More than 90 percent of the nuclear warheads belong to the United States and Russia. Each of these two countries has about 7,000 such weapons.

The other countries in possession of nuclear warheads are France (300), China (270), Great Britain (215), Pakistan (120-130), India (110-120), Israel (80), North Korea (10-20). Five additional countries − Italy, Germany, Belgium, the Netherlands and Turkey − together have about 150 U.S. nuclear warheads deployed on their territory.

However, the arms race again underway is taking place not so much in terms of quantity as in terms of quality, i.e., finding effective launch platforms and increasing the offensive capabilities of the nuclear warheads.

And when Pope Francis affirms that the use of nuclear energy for war purposes is “a crime not only against humanity and its dignity, but against every possibility of future in our common home,” he is saying that nuclear war endangers the future of the Earth. That’s why those engaged in the defense of the environment should speak up, because the most serious threat to the living environment on the planet is nuclear war. Thus their priority should be the complete elimination of atomic bombs.

Will the warning of Pope Francis now be heard in the Church and among Catholics − those who in Japan are in the front line against any rearmament and reform of the Peace Constitution?

IT -- Manlio Dinucci -- Le imbarazzanti parole di Papa Francesco da Hiroshima: «L’atomica immorale e criminale». Silenzio bipartisan sul papa


Il papa in Giappone

Le imbarazzanti parole di Papa Francesco da Hiroshima:
«L’atomica immorale e criminale».
Silenzio bipartisan sul papa
Manlio Dinucci
ITALIANO  PORTUGUÊS

Silenzio di tomba nell’arco istituzionale italiano, sempre loquace sul papa, sulle parole pronunciate da Francesco il 24 novembre a Hiroshima e a Nagasaki: «L’uso dell’energia atomica per fini di guerra è, oggi più che mai, un crimine. È immorale il possesso delle armi atomiche».

Parole imbarazzanti per i nostri massimi esponenti istituzionali che, come i precedenti, sono responsabili del fatto che l’Italia, paese non-nucleare, invece ospiti e sia preparata a usare atomiche statunitensi, violando il Trattato di non-proliferazione a cui ha aderito, che proibisce agli Stati militarmente non-nucleari di ricevere armi nucleari e di averne il controllo direttamente o indirettamente. Responsabilità ancora più grave perché l’Italia, come membro Nato, si è rifiutata di aderire al Trattato sulla proibizione delle armi nucleari votato a grande maggioranza dall’Assemblea generale dell’Onu: che impegna gli Stati firmatari a non produrre né possedere atomiche, a non usarle né a minacciare di usarle, a non trasferirle né a riceverle direttamente o indirettamente, con l’obiettivo della loro totale eliminazione.
IMBARAZZANTE per i governanti la domanda che papa Francesco fa da Hiroshima: «Come possiamo parlare di pace mentre costruiamo nuove e formidabili armi di guerra?». In Italia le bombe nucleari attualmente stimate sono in circa 70, tutte del modello B61, ma stanno per essere schierate sul territorio italiano le nuove e più micidiali bombe nucleari Usa B61-12 ( in numero ancora sconosciuto) al posto delle attuali B-61. La B61-12 ha una testata nucleare con quattro opzioni di potenza selezionabili: al momento del lancio, viene scelta la potenza dell’esplosione a seconda dell’obiettivo da colpire. A differenza della B61 sganciata in verticale sull’obiettivo, la B61-12 viene lanciata a distanza e guidata da un sistema satellitare. Ha inoltre la capacità di penetrare nel sottosuolo, anche attraverso il cemento armato, esplodendo in profondità per distruggere i bunker dei centri di comando e strutture sotterranee, così da «decapitare» il paese nemico in un first strike nucleare.
ALTRETTANTO imbarazzante è l’altra domanda del papa: «Come possiamo proporre la pace se usiamo continuamente l’intimidazione bellica nucleare come ricorso legittimo per la risoluzione dei conflitti?». L’Italia, quale membro della Nato, ha avallato la decisione di Trump di cancellare il Trattato Inf che, firmato nel 1987 dai presidenti Gorbaciov e Reagan, aveva permesso di eliminare tutti i missili nucleari a gittata intermedia con base a terra schierati in Europa, compresi quelli installati a Comiso. Gli Usa mettono a punto nuovi missili nucleari a raggio intermedio con base a terra, sia da crociera che balistici (questi capaci di colpire gli obiettivi in pochi minuti dal lancio), da schierare in Europa, di certo anche in Italia, contro la Russia e in Asia contro la Cina. La Russia ha avvertito che, se verranno schierati in Europa, punterà i suoi missili nucleari sui territori in cui saranno installati.
LE POTENZE nucleari posseggono complessivamente circa 15.000 testate nucleari. Oltre il 90% ri appartiene a Stati Uniti e Russia: ciascuno dei due paesi ne possiede circa 7 mila. Gli altri paesi in possesso di testate nucleari sono Francia (300), Cina (270), Gran Bretagna (215), Pakistan (120-130), India (110-120), Israele (80), Corea del Nord (10-20). Altri cinque paesi – Italia, Germania Belgio, Olanda e Turchia – hanno insieme circa 150 testate nucleari statunitensi dispiegate sul proprio territorio. La corsa agli armamenti si svolge ormai però non sulla quantità ma sulla qualità: ossia sul tipo di piattaforme di lancio e sulle capacità offensive delle testate nucleari.
E QUANDO papa Francesco afferma che l’uso dell’energia nucleare per fini di guerra è «un crimine non solo contro l’uomo e la sua dignità, ma contro ogni possibilità di futuro nella nostra casa comune», che mette in pericolo il futuro della Terra, ecco che non dovrebbe tacere chi è impegnato nella difesa dell’ambiente: perché la più grave minaccia per l’ambiente di vita sul pianeta è la guerra nucleare, ed è prioritario l’obiettivo della completa eliminazione delle atomiche.
Sarà ora recepito l’avvertimento di papa Francesco nella Chiesa e tra i cattolici – che in Giappone sono in prima fila contro ogni riarmo e riforma della Costituzione di pace? 
il manifesto, 26 novembre 2019
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«DICHIARAZIONE DI FIRENZE»
Per la creazione di un fronte internazionale NATO EXIT in tutti i paesi europei della NATO.
Geografo e geopolitologo. Libri più recenti: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018, Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

SP -- Manlio Dinucci -- Italia en primera línea de la «guerra de los drones»

LLEGA A SIGONELLA EL PRIMER DRONE DE LA OTAN

Italia en primera línea de la «guerra de los drones»

Los militares siempre quieren tener a su disposición la mayor cantidad del armamento ‎existente. Eso sucede con los militares italianos y los drones estadounidenses. ‎También sucede que la mentalidad occidental los lleva a utilizar las tecnologías que ‎están a su alcance, no porque sea necesario usarlas sino sólo porque las tienen. De esa ‎manera, sin ningún tipo de reflexión ni lógica, Italia se ve implicada en las guerras de ‎Estados Unidos en África y en el Medio Oriente ampliado. ‎

 | ROMA (ITALIA)  

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En la Naval Air Station Sigonella, la base que Estados Unidos y la OTAN tienen en la isla italiana ‎de Sicilia, aterrizó, después de 22 horas de vuelo desde la base aérea de Palmdale, en California, ‎el primer drone del sistema AGS (Alliance Ground Surveillance) de la OTAN. Este aparato es una versión ‎mejorada del drone estadounidense Global Hawk. Desde Sigonella, que será en lo adelante su ‎principal base operativa, este drone y otros 4 aparatos similares permitirán “vigilar” –léase ‎“espiar”– vastas extensiones terrestres y marítimas, desde el Mediterráneo hasta el Mar ‎del Norte. ‎

NL -- Manlio Dinucci --“DE KUNST VAN DE OORLOG” Italië in de "Antiterroristische Coalitie"


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“DE KUNST VAN DE OORLOG”
Italië in de "Antiterroristische Coalitie"
door Manlio Dinucci


Toen hij de vijf in Irak gewonde soldaten  in Rome verwelkomde, verklaarde minister van Buitenlandse Zaken Luigi Di Maio dat "de Italiaanse staat zich niet zal terugtrekken in het licht van de terroristische dreiging en met alle kracht zal reageren tegen degenen die terreur verspreiden". Hij vloog vervolgens naar Washington om deel te nemen aan een beperkte groep van de "Global Coalition against Daesh", die onder Amerikaans bevel Turkije, Saoedi-Arabië, Qatar, Jordanië en andere landen omvat die vroeger Daesh/Isis en andere soortgelijke terroristische formaties steunden door hen te voorzien van wapens en opleiding (zoals we hier hebben gedocumenteerd).
De Coalitie - waaronder de NAVO, de Europese Unie, de Arabische Liga, de Gemeenschap van Sahel-Saharaanse Staten (CEN-SAD) en Interpol, plus 76 afzonderlijke staten - beweert in haar communiqué van 14 november "Irak en Noord-Oriëntaal Syrië te hebben bevrijd van de controle over Daesh/Isis", hoewel het duidelijk is dat de strijdkrachten van de Coalitie Daesh/Isis met opzet de vrije hand hadden gelaten [1].
Deze terroristische formatie en enkele andere werden pas verslagen toen Rusland militair tussenbeide kwam om de Syrische regeringstroepen te steunen. De coalitie beweert ook dat ze "20 miljard dollar aan humanitaire hulp heeft verstrekt voor de stabilisatie van de Iraakse en Syrische bevolking, en meer dan 220.000 leden van de veiligheidstroepen heeft opgeleid en uitgerust om de lokale gemeenschappen te stabiliseren". Het doel van deze "hulp" is in werkelijkheid niet de stabilisatie, maar de voortdurende destabilisatie van Irak en Syrië, door gebruik te maken van de materiële steun die vooral door de verschillende componenten van het Koerdische onafhankelijkheidsstreven werd geboden en die tot doel zou hebben de nationale staten te vernietigen en hun grondgebied en hun energiebronnen te controleren.
In het kader van deze strategie is Italië, gedefinieerd als "een van de grootste bijdragers van de Coalitie", in Irak voornamelijk betrokken bij de opleiding van de "Koerdische Veiligheidstroepen" (Peshmerga), met name bij het gebruik van antitankwapens, mortieren en geschut, en het gebruik van precisiegeweren in speciale opleidingscursussen voor scherpschutters. Momenteel zijn er ongeveer 1.100 Italiaanse soldaten actief in Irak, verdeeld over verschillende detachementen in verschillende gebieden, voorzien van meer dan 300 landvoertuigen en 12 vliegtuigen, voor een bedrag van 166 miljoen euro in 2019. Naast de eenheid in Irak is er in Koeweït een Italiaanse luchtdivisie gevestigd, met 4 Typhoon gevechtsbommenwerpers, 3 drones en een tankervliegtuig om tijdens de vlucht te tanken.
Naar alle waarschijnlijkheid nemen de Italiaanse special forces, tot wie de vijf gewonde soldaten behoorden, deel aan gevechtsmissies, ook al is hun officiële missie alleen maar training. Het gebruik van speciale eenheden is natuurlijk geheim. Dit wordt momenteel nog meer het geval omdat hun commandocentrum, de Comfose, is overgebracht naar de Folgore-kazerne in Pisa, vlak naast het Camp Darby gebied, het grootste Amerikaanse arsenaal buiten het moederland van de Verenigde Staten, waar ook trainingsactiviteiten plaatsvinden.
In de Coalitie neemt Italië ook de taak op zich om samen met Saoedi-Arabië en de Verenigde Staten leiding te geven aan de "Finacial Group of Opposition to Daesh". Met andere woorden, degenen die de bewapening van de troepen van Isis en andere terroristische formaties hebben gefinancierd en georganiseerd [2]. Aangemoedigd door deze verdiensten heeft de minister van Buitenlandse Zaken Di Maio een voorstel gedaan, dat onmiddellijk werd aanvaard, dat Italië de zetel van de plenaire vergadering van de Coalitie in 2020 zou kunnen zijn. Op die manier zou Italië ook de eer hebben om bepaalde onvermoeibare tegenstanders van het terrorisme zoals Saoedi-Arabië te mogen verwelkomen, dat, na Daesh gefinancierd te hebben, nu zijn oliedollars uitgeeft om zijn terroristische oorlog in Jemen te financieren.
il manifesto, 19 November 2019
Vertaling: Martien
 [1] « Réunion ministérielle de la Coalition internationale contre Daech »,  Voltaire Network, 14 November 2019.
[2] « Arms Airlift to Syria Rebels Expands, With Aid From C.I.A. », par C. J. Chivers and Eric Schmitt, The New York Times, March 14, 2013. « Des milliards de dollars d’armes contre la Syrie », by Thierry Meyssan, Voltaire Network, 18 July 2017.

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