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What part will your country play in World War III?

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Saturday, January 11, 2020

PT -- Stephen Lendman -- O Secretário Geral da ONU, António Guterres, não condena os assassínios dos EUA no Iraque


Global Research, 05 de Janeiro 05 de 2020
Região: Médio Oriente & Norte de África
Tema Lei e Justiça, Nações Unidas   
A relatora especial da ONU sobre execuções extra judiciais, sumárias ou arbitrárias, Agnès Callamard, criticou o assassínio perpetrado pelo regime Trump, do General iraniano Soleimani,  do Vice Presidente iraquiano da PMU, Abu Mahdi al-Muhandis e de outros que estavam com eles, twittando o seguinte:
 “Os homicídios de Qasem Soleiman e Abu Mahdi Al-Muhandis são muito provavelmente ilegais e violam o Direito Internacional sobre os Direitos Humanos.
“Fora do contexto das hostilidades activas, o uso de drones ou de outros meios para matar alvos, quase nunca é legal.”
“Outro grande problema com as mortes extra-territoriais é a falta de supervisão”.
 “Os poderes executivos decidem quem pode ser morto sem o devido processo judicial, quando é que agem em legítima defesa, contra quem e como. Sem a aprovação dos respectivos parlamentos.”
Pompeo comentou o assassínio de Soleimani com uma ladainha de Grandes Mentiras, dizendo:
O regime Trump “decidiu eliminar Soleimani em resposta a ameaças iminentes à vida de cidadãos americanos (sic).
 “A nossa obrigação foi evitar a escalada (sic).”
Assassinar Soleimani foi uma “acção defensiva destinada a combater as ameaças agressivas utilizadas pela Força Iraniana Quds (sic)”.
Ele “estava a conspirar activamente na região para levar a cabo acções ... que colocariam em risco dezenas senão centenas de vidas de americanos(sic)”.
Tudo o que foi mencionado acima é puro lixo e  ninguém que compreenda como os EUA agem acredita nessas afirmações, isto é, eles agem de acordo com as suas próprias regras e extra judicialmente, a fim de alcançar os seus objectivos imperiais.

Matar Soleimani, Muhandis e os que os acompanhavam, foi um assassinato a sangue frio dos EUA, um crime hediondo e injustificável.
O Pentágono desculpou ilegitimamente o seu acto criminoso, dizendo o seguinte:
 “Sob a direcção de (Trump), as forças armadas dos EUA tomaram medidas defensivas decisivas para proteger o pessoal americano no estrangeiro, matando-os” - uma Grande Mentira, seguida de mais mentiras, afirmando falaciosamente:
Soleimani “comandou ataques a bases da coligação no Iraque, nos últimos meses (sic).
 “Este ataque teve como objectivo impedir futuros planos de ataque iranianos.”
"Os Estados Unidos continuarão a tomar todas as medidas necessárias para proteger o nosso povo e os nossos interesses onde quer que estejam, em todo o mundo (sic).
A agressão levada a cabo pelo regime Trump e pelos seus mais recentes predecessores transformou centenas de milhões de muçulmanos em inimigos dos EUA, além de inúmeros outros, em todo o mundo - tornando os EUA o país mais insultado do mundo.
Em toda a História da República Islâmica, desde 1979, as autoridades e chefias militares nunca ordenaram um ataque a outra nação ou aos respectivos oficiais.
Pompeo não apresentou provas que apoiassem as suas acusações absurdas porque não existem.
Sempre que António Guterres comenta incidentes como o assassínio de Soleimani e outras acções hostis dos EUA, da NATO e de Israel, ele apela sempre a todos os lados para mostrarem contenção - deixando de evidenciar a culpa onde ela pertence.
Depois de não dizer nada durante horas após a agressão patrocinada pelo regime de Trump contra Soleimani e os que o acompanhavam, o seu porta-voz emitiu a sua observação pré-escrita, dizendo:
 “O Secretário Geral tem defendido consistentemente a não escalada no Golfo (sic). Está profundamente preocupado com a recente escalada (sic). ”
“Este é o momento em que os líderes devem exercer a máxima restrição (sic). O mundo não pode permitir que haja outra guerra no Golfo (sic). ”
“O mundo” precisa de um Chefe da Organização mundial com coragem moral, e não de um boneco pró-ocidental covarde – manipulado pelos poderes mais influentes em Washington, Bruxelas e Tel Aviv.
O líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, pediu “a punição dos assassinos criminosos do regime Trump”, acrescentando:
É “o dever e a responsabilidade de todos os combatentes da resistência em todo o mundo”.
“Nós, que ficamos ao lado de Soleimani, seguiremos os seus passos e esforçar-nos-emos, dia e noite, para alcançar os seus objectivos."
“Levaremos uma bandeira em todos os campos de batalha e em todas as frentes e intensificaremos as vitórias do 'eixo da resistência' com a bênção do seu sangue puro.”
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria condenou as agressões e os assassinatos dos EUA, designando  as suas acções como “uma escalada séria ... um acto covarde  de agressão ... que fortalece a nossa determinação de seguir o caminho dos líderes martirizados da resistência”.
Na sexta-feira, centenas de milhares de iranianos foram às ruas para condenar o regime de Trump.
A longo prazo, as políticas dos EUA são auto-destrutivas, o extremismo típico de uma nação em declínio.
Quanto maiores são as suas acções hostis em todo o mundo, mais inimigos eles adquirem.
Comentando o assassínio de Soleimani, a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova, diz o seguinte:
O “ataque com mísseis do Pentágono (que matou Soleimani e os outros) foi um acto que não está em consonância com o Direito Internacional ... o cúmulo do cinismo” levado a cabo por um Estado imoral.
O objectivo de Washington tem tudo a ver com fazer valer o Poder sobre o Direito, procurando “alterar o equilíbrio de poder na região”.
“Não resultará em nada a não ser escalar tensões crescentes na região, o que, certamente, irá afectar milhões de pessoas”.
A acção do regime Trump “não escapará às Nações Unidas”, o Conselho de Segurança irá abordá-lo: o poder de veto dos EUA/Reino Unido/França impedirá a condenação oficial.
Matar Soleimani e o Vice Presidente da PMU do Iraque, Abu Mahdi al-Muhandis e os restantes que os acompanhavam, só irá desestabilizar ainda mais a região.
As suas mortes nada tinham a ver com a protecção de vidas de cidadãos americanos, mas sim, tudo a ver com o avanço do Império Americano.
Foi um acto imprudente e auto-destrutivo que lhes saiu gorado, não conseguindo nada senão uma raiva popular ainda maior contra os EUA.
Também conduz os parlamentares iraquianos a aprovar uma legislação que ordene a saída das forças americanas do país, o que pode acontecer.
Autor laureado, Stephen Lendman, vive em Chicago. Pode ser contactado através do email: lendmanstephen@sbcglobal.net. Pesquisador Associado do Centre for Research on Globalization (CRG)
Obra mais recente: “Flashpoint in Ukraine: US Drive for Hegemony Risks WW III.”
Visite o seu blog  sjlendman.blogspot.com.

Tuesday, September 24, 2019

IMPERDÍVEL -- Peter Koenig -- PAZ versus CLIMA

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Paz versus Clima 
Peter Koenig


22/9/2019, Peter Koenig,* para The Saker Blog

Tradução: Amigos do Brasil

“Como é possível que Greta e seus jovens nada tenham a dizer sobre seus irmãos e irmãs jovens na Síria, no Iêmen, na Palestina, no Iraque, no Sudão, no Afeganistão e em muitos outros locais de conflitos e pobreza extrema, que estão sendo mortos a torto e a direito pela máquina de matar USA/NATO, pela fome, por doenças relacionadas à guerra, e por estados vassalos dos EUA, pelas próprias nações das quais vêm os jovens ricos, para protestar contra mudanças no clima, mas NÃO para protestar contra a guerra? Quando acordarão para a realidade? Talvez nunca, ou só quando já for tarde demais – quando também eles já estiverem sendo bombardeados não pelo ‘clima’, mas pelas guerras criadas e mantidas pela ganância sem fim dos neoliberais.”
_________________________________

Na 2ª-feira, 23 de setembro, a ONU em New York hospeda uma reunião especial sobre Mudança do Clima. Houve manifestações massiva, predominantemente de jovens, de dezenas de milhares, muitas das quais em New York, uma delas liderada por Greta Thunberg, ativista sueca de 16 anos, patrocinada principalmente por Soros e seu clã, para viajar pelo mundo e mandar os líderes mundiais agir sobre a mudança do clima – impedir que o clima mude, fazer parar de uma vez por todas qualquer mudança no clima. Outro movimento de adolescentes, com o mesmo objetivo, chamados “6ªs-feiras pró Futuro”, teve origem na Alemanha. Os estudantes fazem greve todas as 6ªs-feiras – o que significa literalmente não ir à escola, para, com essa ‘atitude’ deter a mudança do clima.

Os respingos para todos os lados parecem imensos. No sábado, grupos de jovens reuniram-se com o secretário-geral da ONU, António Guterres, incumbidos de informar ao secretário-geral de que a Mudança do Clima é a questão política mundial número UM. Mr. Guterres não discordou, é problema chave e tem de ser atacado, e líderes mundiais tiveram de se comprometer para fazer alguma coisa. A Assembleia Geral da ONU dedicará parte de seu programa à Mudança do Clima.

Para aí. Calma. – Mudança do Clima problema número UM?! – E a PAZ
– Ninguém está não indo à escola para lutar pela PAZ? NEM Guterres, cujo dever e cuja missão é liderar o mundo na direção de resolver conflitos e fazer PAZ – essa é a própria razão de existir da ONU, foi fundada para isso. Para fazer a PAZ. Não para fazer o clima: para fazer a PAZ.

Será que esses jovens ocidentais, a maioria dos quais quadros da elite, passaram por lavagem cerebral, de tal modo que não sabem ver que o mundo tem outras prioridades, por exemplo, pôr fim às matanças em guerras lançadas e instigadas pelos EUA em todo o planeta?

Saturday, October 6, 2018

Discurso de Sergey Lavrov na 73ª Sessão Da Assembleia Geral das Nações Unidas

por Sergey Lavrov

REDE VOLTAIRE | NOVA YORK (EUA) | 28 DE SETEMBRO DE 2018


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Senhora Presidente,
Senhoras e Senhores,
Os discursos proferidos durante a discussão geral nesta sessão da Assembleia Geral da ONU, confirmam o facto de que as relações internacionais estão a passar por uma fase histórica muito complexa e contraditória.
Hoje, somos testemunhas de uma colisão de duas tendências opostas. Por um lado, os princípios policêntricos da ordem mundial estão a fortalecer-se e estão a formar-se novos centros de crescimento económico. Podemos ver nações a esforçarem-se para preservar a sua soberania e a escolherem modelos de desenvolvimento que estão de acordo com a sua identidade étnica, cultural e religiosa. Por outro lado, vemos o desejo de uma série de Estados ocidentais de manter o seu autoproclamado estatuto de “líderes mundiais” e a abrandar o movimento irreversível em direcção à multipolaridade, que está a acontecer objectivamente. Para este fim, vale tudo, incluindo a chantagem política, a pressão económica e a força bruta.
Estas acções ilegais desvalorizam o Direito Internacional, que está na base da ordem mundial do pós-guerra. Escutamos declarações estrondosas, não só a questionar a força legal dos tratados internacionais, mas a afirmar a prioridade das abordagens unilaterais egoístas sobre as resoluções adoptadas pela ONU.
Estamos a testemunhar o aparecimento do revisionismo militante em relação ao sistema jurídico internacional actual. Os princípios básicos do processo de solução do Médio Oriente, o Plano Conjunto de Acção Integral sobre o programa nuclear iraniano, os compromissos assumidos no âmbito da Organização Mundial do Comércio, o acordo multilateral sobre o clima e muito mais, estão sob ataque.
Os nossos colegas ocidentais procuram substituir o Estado de Direito nos assuntos internacionais, por uma “ordem baseada em regras”. Essas regras, que são compostas de acordo com a conveniência política, são um caso claro de dois critérios. Fazem-se acusações injustificadas de interferência nos assuntos internos de determinados países enquanto se envolvem, simultaneamente, numa campanha aberta para minar e derrubar governos democraticamente eleitos. Procuram atrair certos países para alianças militares construídas para responder às suas próprias necessidades, contra a vontade do povo desses países, enquanto ameaçam outros Estados com punições, por exercerem a liberdade de escolha, em relação aos seus parceiros e aliados.
Os ataques agressivos às instituições internacionais são acompanhados por tentativas de “privatizar” as suas estruturas de secretariado e conceder-lhes os direitos dos órgãos intergovernamentais, para que possam ser manipulados.
O espaço cada vez menor para uma cooperação internacional construtiva, a escalada do confronto, o aumento da imprevisibilidade geral e o aumento significativo do risco de conflitos espontâneos - todos têm um impacto sobre as actividades desta organização mundial.
A comunidade internacional tem de pagar um preço alto pelas ambições egoístas de um grupo restrito de países. Os mecanismos colectivos de resposta aos desafios de segurança comuns, são indecisos. A diplomacia, a negociação e o compromisso estão a ser substituídos por doutrinas e sanções estrangeiras unilaterais, decretadas sem o consentimento do Conselho de Segurança da ONU. Tais medidas, que já afectam dezenas de países, não são apenas ilegais, como também são ineficazes, como demonstra o embargo por mais de meio século a Cuba, pelos EUA, denunciado por toda a comunidade internacional.
Mas a História não ensina a mesma lição duas vezes. As tentativas de aprovação de veredictos sem julgamento ou investigação continuam inabaláveis. Alguns dos nossos colegas ocidentais que querem atribuir culpas, estão satisfeitos por se basearem em afirmações do mesmo estilo, que alegam ser “altamente prováveis”. Já passámos por essa situação. Lembramo-nos muito bem, quantas vezes eles usaram pretextos falsos, para justificar intervenções e guerras, como na Jugoslávia, em 1999, no Iraque, em 2003 e na Líbia, em 2011.

Sunday, September 30, 2018

ONU: A SÍRIA APELA À RETIRADA DAS FORÇAS DE OCUPAÇÃO AMERICANAS, FRANCESAS E TURCAS


REDE VOLTAIRE | 29 DE SETEMBRO DE 2018 
 

Ao intervir na tribuna da 73ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, o Vice-Primeiro Ministro sírio, Walid Al-Moallem, apelou para a retirada imediata das forças americanas, francesas e turcas [1].
Esta declaração surge depois do ataque conjunto britânico-franco-israelita e da destruição de um avião de vigilância russa. Desde então, a Rússia entrega, em cadência acelerada, equipamento militar de interferência e vigilância, bem como baterias anti-aéreas S-300, enquanto os Estados Unidos retiram os seus mísseis Patriot da região.
A presença de tropas francesas desde o início do conflito (excepto durante os últimos três meses do mandato do Presidente Nicolas Sarkozy) é um segredo conhecido de todos mas que não foi divulgado oficialmente. Sempre negada pelas autoridades francesas e pelos meios mediáticos (br.mídia), essa presença é sempre constatada no terreno.

[1] “Remarks by Walid Al-Moualem to the 73rd Session of the United Nations General Assembly”, by Walid Al-Moualem, Voltaire Network, 29 September 2018. 

Discurso de Walid Al-Moualemna na 73ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas



por Walid Al-Moualem
REDE VOLTAIRE | NEW YORK (EUA) | 29 DE SETEMBRO DE 2018
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Senhora Presidente da 73.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas,
Gostaria de congratular, a Senhora e o seu país, o Equador, pela sua eleição como presidente da actual sessão da Assembleia Geral e desejo que seja bem-sucedida. Também gostaria de agradecer ao seu predecessor por presidir a Assembleia durante a sessão anterior.

Senhora  Presidente, Senhoras e Senhores,
Todos os anos chegamos a este fórum internacional fundamental, esperando que todos os cantos deste mundo se tenham tornado mais seguros, estáveis e prósperos. Hoje, a nossa esperança é mais forte do que nunca, assim como a confiança de que a vontade do nosso povo acabará por triunfar. A nossa esperança e confiança são o resultado de mais de sete anos de privações, durante os quais o nosso povo sofreu com o flagelo do terrorismo. No entanto, os sírios recusaram comprometer-se. Repudiaram sucumbir a grupos terroristas e aos seus apoiantes externos. Resistiram. Permaneceram desafiantes, totalmente convencidos de que era uma batalha pela sua existência, pela sua História e pelo seu futuro, e que no final, irão erguer-se vitoriosos.
Para descontentamento de alguns, aqui estamos hoje, passado mais de sete anos nesta guerra suja contra o meu país, a anunciar ao mundo que a situação no terreno se tornou mais segura e estável e que a nossa guerra ao terror está quase terminada, graças ao heroísmo, determinação e unidade do nosso povo e do exército, e ao apoio dos nossos aliados e amigos. No entanto, não vamos ficar por aqui. Continuamos comprometidos em combater esta batalha sagrada até limpar todos os territórios sírios de grupos terroristas, independentemente dos seus nomes, e de qualquer presença estrangeira ilegal. Não daremos atenção aos ataques, pressões externas, mentiras ou alegações que nos desencorajem. Este é o nosso dever e um direito não negociável que temos exercido, desde o momento em que nos propusemos erradicar o terrorismo da nossa terra.
Senhora Presidente,
Os governos de certos países negaram-nos o direito e o dever nacional de combater o terrorismo, proteger o nosso povo no nosso território e dentro das nossas próprias fronteiras, de acordo com o Direito Internacional. Ao mesmo tempo, esses governos formaram uma coligação internacional ilegítima, liderada pelos Estados Unidos, sob o pretexto de combater o terrorismo na Síria. A denominada coligação internacional fez tudo menos combater o terrorismo. Tornou-se óbvio que os objectivos da coligação estavam em perfeito alinhamento com os dos grupos terroristas; semear o caos, a morte e a destruição no seu caminho. Essa coligação destruiu completamente a cidade síria de Raqqa; derrubou infraestruturas e serviços públicos nas áreas que alvejava; cometeu massacres contra civis, incluindo crianças e mulheres, que constituem crimes de guerra, segundo o Direito Internacional. Essa coligação também forneceu apoio militar directo aos terroristas, em inúmeras ocasiões, quando eles lutavam contra o exército sírio. Deveria mais apropriadamente ter sido designada como “A Coligação para Apoiar Terroristas e Crimes de Guerra”.
A situação na Síria não pode ser dissociada da batalha entre dois campos no cenário mundial: um dos campos promove a paz, a estabilidade e a prosperidade em todo o mundo, defende o diálogo e a compreensão mútua, respeita o Direito Internacional e defende o princípio da não-interferência nos assuntos internos dos outros Estados. O outro campo tenta criar o caos nas relações internacionais e emprega a colonização e a hegemonia como ferramentas para promover os seus interesses restritos, mesmo que isso signifique recorrer a métodos corruptos, como apoiar o terrorismo e impor um bloqueio económico, para subjugar povos e governos que rejeitam decisões unilaterais e insistem em tomar as suas próprias decisões.
O que aconteceu na Síria deveria ter sido uma lição para alguns países, mas esses países recusam-se a aprender. Em vez disso, escolhem enterrar a cabeça na areia. Por este motivo é que, senhoras e senhores, nós, os membros desta organização, devemos fazer uma escolha clara e inequívoca:
Ø  Iremos defender o Direito Internacional e a Carta da ONU e permanecer do lado da justiça?
Ø  Ou iremos submeter-nos a tendências hegemónicas e à lei da selva que alguns estão a tentar impor a esta organização e ao mundo?

Senhoras e Senhores,
Hoje, a situação no terreno é mais estável e segura, graças aos progressos no combate ao terrorismo. O governo continua a reabilitar as áreas destruídas pelos terroristas para restaurar a normalidade. Estão agora presentes todas as condições para o regresso voluntário dos refugiados sírios ao país que eles tiveram de abandonar devido ao terrorismo e às medidas económicas unilaterais que visavam as suas vidas do dia-a-dia e os seus meios de subsistência. De facto, milhares de refugiados sírios no estrangeiro, iniciaram a viagem de regresso ao nosso país.
O regresso de todos os refugiados sírios é uma prioridade para o Estado sírio. As portas estão abertas para todos os sírios no estrangeiro, para regressar de forma voluntária e segura. E o que se aplica aos sírios dentro da Síria também se aplica aos sírios no estrangeiro. Ninguém está acima da lei. Graças à ajuda da Rússia, o governo sírio não poupará esforços para facilitar o retorno desses refugiados e atender às suas necessidades básicas. Foi criada recentemente, na Síria, uma comissão especial para coordenar a volta dos refugiados aos seus locais de origem  e ajudá-los a recuperar as suas vidas.
Convocámos a comunidade internacional e as organizações humanitárias para facilitar esses regressos. No entanto, alguns países ocidentais e em conformidade com o seu comportamento desonesto desde o início da guerra contra a Síria, continuam a impedir a vinda dos refugiados. Eles estão a espalhar medos irracionais entre os refugiados; estão a politizar o que deveria ser uma questão puramente humanitária, usando os refugiados como moeda de troca para servir a sua agenda política e vinculando o regresso dos refugiados ao processo político.
Hoje, quando estamos prestes a fechar o último capítulo da crise, os sírios estão a unir-se para apagar os vestígios desta guerra terrorista e para reconstruir o país com as suas próprias mãos, tanto os que permaneceram na Síria, como os que foram forçados a sair. Agradecemos toda e qualquer ajuda na reconstrução, da parte dos países que não fizeram parte da agressão à Síria e daqueles que se colocaram, clara e explicitamente, contra o terrorismo. No entanto, a prioridade é para os nossos amigos que ficaram ao nosso lado, na nossa guerra contra o terror. Quanto aos países que oferecem apenas assistência condicional ou que continuam a apoiar o terrorismo, os mesmos não são convidados nem bem-vindos a ajudar.
Senhora Presidente,
À medida que avançamos no combate ao terrorismo, na reconstrução e no regresso dos refugiados, continuamos empenhados no processo político sem comprometer os nossos princípios nacionais.
Estes princípios incluem a preservação da soberania, da independência e da unidade territorial da República Árabe da Síria, protegendo o direito exclusivo dos sírios de determinar o futuro do seu país sem interferência externa e de erradicar o terrorismo do nosso país. Declarámos, muitas vezes, a nossa prontidão para responder a qualquer iniciativa que ajudasse os sírios a acabar a crise. Empenhámo-nos, positivamente, nas conversações de Genebra, no processo de Astana e no diálogo nacional sírio em Sochi. No entanto, foram sempre as outras partes que rejeitaram o diálogo e recorreram ao terrorismo e à interferência estrangeira para alcançar os seus objectivos.
No entanto, continuamos a concretizar os resultados do diálogo nacional sírio de Sochi, sobre a formação de uma comissão constitucional para reavaliar a Constituição actual. Apresentamos uma visão prática e abrangente sobre a composição, as prerrogativas e os métodos de trabalho da comissão e submetemos uma lista de representantes em nome do Estado sírio.
Salientamos que o mandato da comissão limita-se a rever os artigos da Constituição actual, através de um processo liderado pela Síria e de propriedade da Síria, que pode ser facilitado pelo Enviado Especial do Secretário Geral para a Síria. Não devem ser impostas à comissão nenhumas condições prévias, nem as suas recomendações devem ser julgadas antecipadamente. A comissão deve ser independente, já que a Constituição é uma questão síria a ser decidida pelos próprios sírios. Portanto, não aceitaremos nenhuma proposta que constitua uma interferência nos assuntos internos da Síria ou que conduza a tal interferência. O povo sírio deve ter a palavra final sobre qualquer assunto constitucional ou soberano. Estamos prontos para trabalhar activamente com nossos amigos para reunir a comissão em conformidade com os parâmetros que acabei de mencionar.
Além destas iniciativas internacionais, a reconciliação local está bem encaminhada. Acordos de reconciliação permitiram-nos estancatar o derramamento de sangue e evitar a destruição em muitas áreas ao redor da Síria. Eles restauraram a estabilidade e uma vida normal nessas áreas e permitiram que as pessoas regressassem às casas que foram forçados a deixar por causa do terrorismo. Portanto, a reconciliação continuará a ser a nossa prioridade.
Senhoras e Senhores,
A batalha que travámos na Síria contra o terrorismo, não era apenas uma batalha militar. Foi também uma batalha ideológica entre a cultura da destruição, do extremismo e da morte, e a cultura da construção, da tolerância e da vida. Por esta razão, faço um apelo a esta tribuna, apelando à luta contra a ideologia do terrorismo e do extremismo violento, esgotando o seu apoio e os seus recursos financeiros, concretizando resoluções relevantes do Conselho de Segurança, nomeadamente a resolução 2253. Embora importante, a batalha militar contra o terrorismo é insuficiente. O terrorismo é como uma epidemia. Ele regressará, espalhar-se-á rapidamente e ameaçará todos sem excepção.
Senhora Presidente, Senhoras e Senhores,
Condenamos e rejeitamos totalmente, o uso de armas químicas em quaisquer circunstâncias, sempre, onde quer que seja e independentemente do alvo. Por esse motivo é que a Síria eliminou completamente o seu programa de produtos químicos e cumpriu todos os seus compromissos como membro da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ/OPCW), conforme foi confirmado por numerosos relatórios dessa organização.
Embora alguns países ocidentais estejam constantemente a tentar politizar o trabalho da mesma, cooperamos sempre com a OPAQ/OPCW na mais ampla medida possível. Infelizmente, sempre que manifestamos a nossa disposição para receber equipas de investigação objectivas e profissionais para investigar o suposto uso de armas químicas, esses países bloqueiam esses esforços porque sabem que as conclusões das investigações não satisfazem as más intenções que eles têm contra a Síria.
Estes países têm acusações e cenários preparados para justificar uma agressão à Síria.
Foi o que aconteceu, quando os Estados Unidos, a França e o Reino Unido lançaram uma agressão injustificada contra a Síria, no passado mês de Abril, alegando que foram usadas armas químicas, sem ter havido qualquer investigação ou evidência e em flagrante violação da soberania da Síria, do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas.
Entretanto, esses mesmos países desconsideraram todas as informações credíveis que fornecemos sobre as armas químicas na posse de grupos terroristas, que as usaram em inúmeras ocasiões para culpar o governo sírio e justificar um ataque contra ele. A organização terrorista conhecida como os “Capacetes Brancos" foi a principal ferramenta usada para enganar a opinião pública, fabricar acusações e inventar mentiras sobre o uso de armas químicas na Síria. Os Capacetes Brancos foram criados pelos serviços secretos britânicos, sob a capa de serem uma organização humanitária. No entanto, está provado que esta organização faz parte da Frente Nosra, afiliada à Al-Qaeda. Apesar de todas as alegações, continuamos empenhados em libertar todo o nosso território sem nos preocuparmos com as bandeiras negras dos terroristas ou as palhaçadas dos Capacetes Brancos.
Senhoras e Senhores,
Noutro episódio da guerra terrorista contra a Síria, desde 2011, os atentados suicidas orquestrados pelo ISIL desorganizaram a província de Suwayda, no sul da Síria, em Julho passado. Vale a pena notar que os terroristas por trás desse ataque vieram da área de Tanf, onde permanecem forças dos EUA. A área tornou-se um refúgio seguro para os remanescentes do ISIL que agora estão escondidos no campo de refugiados de Rukban, na fronteira com a Jordânia, sob a proteção das forças dos EUA. Os Estados Unidos também procuraram prolongar a crise na Síria, libertando terroristas de Guantánamo e enviando-os para a Síria, onde se tornaram os líderes eficientes da Frente de Nosra e de outros grupos terroristas.
Entretanto, o regime turco continua a apoiar os terroristas, na Síria. Desde o primeiro dia da guerra contra a Síria, o regime turco treinou e armou terroristas, transformando a Turquia num centro e num corredor para os terroristas a caminho da Síria. Quando os terroristas deixaram de cumprir a sua agenda (programa), o regime turco recorreu à agressão militar directa, atacando cidades e vilarejos no norte da Síria. No entanto, todas essas acções que comprometem a soberania, a unidade e a integridade territorial da Síria e violam o Direito Internacional, não nos impedirão de exercer os nossos direitos e de cumprir os nossos deveres de recuperar nossa terra e libertá-la dos terroristas, seja através de acção militar ou por intermédio de acordos de reconciliação. Estivemos sempre abertos a qualquer iniciativa que evite novas mortes e restaure a protecção e a segurança em áreas afectadas pelo terrorismo. Por esta razão, é que saudamos o acordo sobre o Idlib, obtido em Sochi, em 17 de Setembro. O acordo foi o resultado de consultas intensas e de total coordenação entre a Síria e a Rússia. O acordo é por prazo determinado, inclui datas precisas e cumpre os acordos sobre as zonas de redução progressiva da guerra, conseguidas em Astana. Esperamos que, quando o acordo for concretizado, a Frente Nosra e outros grupos terroristas sejam destruídos, eliminando assim os últimos remanescentes do terrorismo na Síria.
Qualquer presença estrangeira em território sírio, sem o consentimento do governo sírio, é ilegal e constitui uma violação flagrante do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas. É um assalto à nossa soberania, que arruina os esforços contra o terrorismo e ameaça a paz e a segurança da região. Portanto, consideramos quaisquer forças que operam em território sírio, sem ter havido um pedido explícito da parte do governo sírio, incluindo as forças norte-americanas, francesas e turcas, como forças de ocupação, e serão tratadas de acordo com a nossa avaliação. Elas devem retirar-se imediatamente e sem condições.
Senhoras e Senhores,
Israel continua a ocupar uma boa parte do nosso território no Golã Sírio e o nosso povo, nessa região, continua a sofrer devido às políticas opressivas e agressivas desse país. Israel até apoiou grupos terroristas que operavam no sul da Síria, protegendo-os através de intervenção militar directa e lançando repetidos ataques à Síria. Mas, tal como libertamos o sul da Síria dos terroristas, estamos determinados a libertar totalmente o Golã sírio ocupado até às fronteiras vigentes em 4 de Junho de 1967. A Síria exige que a comunidade internacional ponha fim a todas essas práticas e obrigue Israel a concretizar as resoluções relevantes da ONU, nomeadamente a resolução 497 sobre o Golã sírio ocupado. A comunidade internacional também deve ajudar o povo palestiniano a estabelecer o seu próprio Estado independente, considerando Jerusalém como sendo a sua capital, e facilitar o regresso dos refugiados da Palestina à sua terra, de acordo com resoluções internacionais. Quaisquer acções que prejudiquem esses direitos são nulas e sem efeito e ameaçam a paz e segurança regionais, especialmente a lei racista israelita conhecida como “a Lei do Estado-Nação” e a decisão do governo dos EUA, de transferir a embaixada dos EUA para Jerusalém e interromper o financiamento ao UNRWA.
Senhora Presidente,
A Síria condena veementemente a decisão da Administração dos EUA de se retirar do acordo nuclear com o Irão, o que prova mais uma vez a desconsideração dos Estados Unidos por tratados e convenções internacionais. Declaramos mais uma vez a nossa solidariedade com os líderes e com o povo da República Islâmica do Irão e confiamos que eles superarão os efeitos dessa decisão irresponsável. Também alinhamos com o governo e o povo da Venezuela diante das tentativas de interferência dos EUA, nos seus assuntos internos. Apelamos, mais uma vez, para que sejam levantadas as sanções económicas unilaterais contra o povo sírio e contra todos os povos independentes, em todo o mundo, especialmente os povos da RPDC, Cuba e Belarus.
Senhora Presidente, 
Senhoras e Senhores,
Com a ajuda dos nossos aliados e amigos, a Síria derrotará o terrorismo. O mundo não deve esquecê-lo e deve tratar-nos de acordo. Chegou o momento daqueles que perderam o contacto com a situação real, acordarem e abandonarem as suas fantasias,  de começarem a pensar racionalmente. Eles devem perceber que não conseguirão politicamente aquilo que não conseguiram alcançar pela força. Nunca comprometemos os nossos princípios nacionais, mesmo quando a guerra estava no auge. Claro que não o faremos hoje.
Ao mesmo tempo, queremos a paz para todos os povos do mundo porque queremos a paz para o nosso povo. Nunca atacamos os outros. Nunca interferimos nos assuntos dos outros. Nunca exportamos terroristas para outras partes do mundo. Mantivemos sempre as melhores relações com os outros países. Hoje, enquanto procuramos derrotar o terrorismo, continuamos a advogar o diálogo e a compreensão mútua para servir os interesses do nosso povo e para alcançar segurança, estabilidade e prosperidade para todos.

Tuesday, August 28, 2018

THIERRY MEYSSAN -- Russia denounces the diarchy at the UN and the United States

Russia denounces the diarchy at the UN and the United States

The Western powers are moving inexorably towards Internet censorship, thereby facilitating the dissemination of propaganda and war indoctrination in their countries. In this context, an extremely violent tension is tearing apart the international scene. Aware of the increasing risk of general confrontation, Moscow is attempting to find credible interlocutors in the UNO and the United States. What is happening at the moment has seen no equivalent since 1938, and could degenerate in the same way.
 | DAMASCUS (SYRIA)  
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During a Press conference in Moscow, on 20 August, the Russian Minister for Foreign Affairs, Sergueï Lavrov, denounced the instructions issued by the General Secretariat of the UNO to all their agencies, forbidding them to participate in any manner whatsoever in the reconstruction of Syria.
He was referring to a document entitled Parameters and Principles of UN Assistance, drawn up in October 2017 by the Director of Political Affairs and number 2 of UNO at the time, Jeffrey Feltman.
We can read the specific instructions - « The UN will be ready to assist in the reconstruction of Syria only when a comprehensive, genuine and inclusive political transition, negotiated by the Syrian parties in the conflict, is firmly underway ».
This text is contrary to the objectives of the United Nations but defended by its General Secretariat. None of the member states of the UNO were ever involved in its composition, nor even informed of its existence. It corresponds to the point of view of the governments of the United Kingdom and France, but not that of the United States.
Mr. Lavrov declared he had asked the General Secretary, Portuguese Socialist António Guterres, for explanations.

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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BRUTALITY

BRUTALITY IN ACTION

AND NO ONE REACTS AGAINST AND OPPOSES IT!!!....

BRUTALIDADE EM ACÇÃO

E NINGUÉM REAJE CONTRA ELA E SE OPÕE!!!...

https://twitter.com/backtolife_2023/status/1589485984361873408?s=20&t=7vdffgzpUFi2yeU4FxCHng

 



MOON OF SHANGHAI

MOON OF SHANGHAI
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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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 https://www.moonofshanghai.com/2021/05/larry-romanoff-what-part-will-your.html

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS’ STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

J. Bacque

20 questions to Putin

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.

January 15, 2020

State of the Nation

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

índice


“Copyright Zambon Editore”

PORTUGUÊS

GUERRA NUCLEAR: O DIA ANTERIOR

De Hiroshima até hoje: Quem e como nos conduzem à catástrofe

ÍNDICE

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TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democráta

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


Daniele Ganser

Açores


Subtitled in EN/PT

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xmas





“Glory to God in the highest,

and on Earth

Peace, Good Will toward men.”

This Christmas, Give Peace