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What part will your country play in World War III?

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Wednesday, May 20, 2020

SP -- Manlio Dinucci -- «EL ARTE DE LA GUERRA»‎ -- Plan de Estados Unidos: control ‎militarizado de la población

«EL ARTE DE LA GUERRA»‎
Manlio Dinucci
La Fundación Rockefeller, históricamente vinculada al Estado federal estadounidense, ‎acaba de presentar un plan nacional para controlar la epidemia de coronavirus. Propone ‎aplicar análisis de búsqueda del virus a 30 millones de personas cada día. El Estado ‎correría con los gastos y los estadounidenses serían sometidos a un estricto control ‎militar. ‎
RED VOLTAIRE | ROMA (ITALIA) | 20 DE MAYO DE 2020
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La Fundación Rockefeller tiene como presidente al doctor Rajiv Shah, un alto funcionario ‎estadounidense especializado en la manipulación de “ayudas humanitarias” como ‎instrumentos de presión política. El doctor Rajiv Shah fue director del programa ecologista de ‎la Fundacion Bill y Melinda Gates en África, antes de que Hillary Clinton lo pusiera a la cabeza ‎de la Agencia de Estados Unidos para el Desarrollo Internacional (USAID). Parece ser miembro ‎del grupo de plegaria conocido como The Fellowship, que sirve de pretexto para que Hillary ‎Clinton se reúna frecuentemente con los jefes del estado mayor estadounidense en un lugar ‎cercano al Pentágono

La Fundación Rockefeller tiene como presidente al doctor Rajiv Shah, un alto funcionario ‎estadounidense especializado en la manipulación de “ayudas humanitarias” como ‎instrumentos de presión política. El doctor Rajiv Shah fue director del programa ecologista de ‎la Fundacion Bill y Melinda Gates en África, antes de que Hillary Clinton lo pusiera a la cabeza ‎de la Agencia de Estados Unidos para el Desarrollo Internacional (USAID). Parece ser miembro ‎del grupo de plegaria conocido como The Fellowship, que sirve de pretexto para que Hillary ‎Clinton se reúna frecuentemente con los jefes del estado mayor estadounidense en un lugar ‎cercano al Pentágono. ‎
La Fundación Rockefeller ha presentado un Plan de Acción Nacional para el Control del Covid-19, ‎que propone una serie de «pasos pragmáticos para reabrir nuestros centros de trabajo y nuestras ‎comunidades». ‎

Saturday, April 27, 2019

THIERRY MEYSSAN -- L’enjeu caché de la restauration de Notre-Dame


L’enjeu caché de la restauration de Notre-Dame

L’Élysée a utilisé l’incendie de Notre-Dame de Paris pour mener à bien un projet qui dormait dans les cartons. Il a fixé des règles inédites, hors des procédures d’appel d’offres et de respect du patrimoine non pas pour restaurer la cathédrale, mais pour transformer l’île de la Cité en premier lieu touristique d’Europe à la veille des Jeux olympiques de 2024 et de l’Exposition universelle de 2025. Pour éviter les contraintes judiciaires, il a arbitrairement imposé l’hypothèse d’un sinistre de chantier.

 | DAMAS (SYRIE)  

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L’incendie de la cathédrale Notre-Dame

Lorsque l’incendie de Notre-Dame a débuté, le 15 avril 2019 au soir, tous les médias français et beaucoup d’étrangers, se sont tournés vers la cathédrale en feu. De nombreuses télévisions étrangères ont débuté leur journal par cette nouvelle, mais pas France2.
La chaîne publique avait prévu de le consacrer au discours annoncé du président Macron concluant le « Grand débat national ». La rédaction, complétement sonnée par l’émoi provoqué par ce drame imprévu, y consacra son journal, non sans avoir au préalable regretté que le président reporte son discours sine die ; un discours à ses yeux beaucoup plus important.
La froideur de la plupart des journalistes et la stupidité des commentaires à chaud des politiques ont soudainement montré le gouffre béant qui sépare leur univers mental de celui des Français. Pour la classe dirigeante, la beauté de Notre-Dame ne saurait faire oublier que c’est un monument de la superstition chrétienne. Au contraire, pour le public, c’est le lieu où les Français se réunissent en tant que peuple pour se recueillir ou rendre grâce à Dieu.

Sunday, September 30, 2018

Discurso de Walid Al-Moualemna na 73ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas



por Walid Al-Moualem
REDE VOLTAIRE | NEW YORK (EUA) | 29 DE SETEMBRO DE 2018
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Senhora Presidente da 73.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas,
Gostaria de congratular, a Senhora e o seu país, o Equador, pela sua eleição como presidente da actual sessão da Assembleia Geral e desejo que seja bem-sucedida. Também gostaria de agradecer ao seu predecessor por presidir a Assembleia durante a sessão anterior.

Senhora  Presidente, Senhoras e Senhores,
Todos os anos chegamos a este fórum internacional fundamental, esperando que todos os cantos deste mundo se tenham tornado mais seguros, estáveis e prósperos. Hoje, a nossa esperança é mais forte do que nunca, assim como a confiança de que a vontade do nosso povo acabará por triunfar. A nossa esperança e confiança são o resultado de mais de sete anos de privações, durante os quais o nosso povo sofreu com o flagelo do terrorismo. No entanto, os sírios recusaram comprometer-se. Repudiaram sucumbir a grupos terroristas e aos seus apoiantes externos. Resistiram. Permaneceram desafiantes, totalmente convencidos de que era uma batalha pela sua existência, pela sua História e pelo seu futuro, e que no final, irão erguer-se vitoriosos.
Para descontentamento de alguns, aqui estamos hoje, passado mais de sete anos nesta guerra suja contra o meu país, a anunciar ao mundo que a situação no terreno se tornou mais segura e estável e que a nossa guerra ao terror está quase terminada, graças ao heroísmo, determinação e unidade do nosso povo e do exército, e ao apoio dos nossos aliados e amigos. No entanto, não vamos ficar por aqui. Continuamos comprometidos em combater esta batalha sagrada até limpar todos os territórios sírios de grupos terroristas, independentemente dos seus nomes, e de qualquer presença estrangeira ilegal. Não daremos atenção aos ataques, pressões externas, mentiras ou alegações que nos desencorajem. Este é o nosso dever e um direito não negociável que temos exercido, desde o momento em que nos propusemos erradicar o terrorismo da nossa terra.
Senhora Presidente,
Os governos de certos países negaram-nos o direito e o dever nacional de combater o terrorismo, proteger o nosso povo no nosso território e dentro das nossas próprias fronteiras, de acordo com o Direito Internacional. Ao mesmo tempo, esses governos formaram uma coligação internacional ilegítima, liderada pelos Estados Unidos, sob o pretexto de combater o terrorismo na Síria. A denominada coligação internacional fez tudo menos combater o terrorismo. Tornou-se óbvio que os objectivos da coligação estavam em perfeito alinhamento com os dos grupos terroristas; semear o caos, a morte e a destruição no seu caminho. Essa coligação destruiu completamente a cidade síria de Raqqa; derrubou infraestruturas e serviços públicos nas áreas que alvejava; cometeu massacres contra civis, incluindo crianças e mulheres, que constituem crimes de guerra, segundo o Direito Internacional. Essa coligação também forneceu apoio militar directo aos terroristas, em inúmeras ocasiões, quando eles lutavam contra o exército sírio. Deveria mais apropriadamente ter sido designada como “A Coligação para Apoiar Terroristas e Crimes de Guerra”.
A situação na Síria não pode ser dissociada da batalha entre dois campos no cenário mundial: um dos campos promove a paz, a estabilidade e a prosperidade em todo o mundo, defende o diálogo e a compreensão mútua, respeita o Direito Internacional e defende o princípio da não-interferência nos assuntos internos dos outros Estados. O outro campo tenta criar o caos nas relações internacionais e emprega a colonização e a hegemonia como ferramentas para promover os seus interesses restritos, mesmo que isso signifique recorrer a métodos corruptos, como apoiar o terrorismo e impor um bloqueio económico, para subjugar povos e governos que rejeitam decisões unilaterais e insistem em tomar as suas próprias decisões.
O que aconteceu na Síria deveria ter sido uma lição para alguns países, mas esses países recusam-se a aprender. Em vez disso, escolhem enterrar a cabeça na areia. Por este motivo é que, senhoras e senhores, nós, os membros desta organização, devemos fazer uma escolha clara e inequívoca:
Ø  Iremos defender o Direito Internacional e a Carta da ONU e permanecer do lado da justiça?
Ø  Ou iremos submeter-nos a tendências hegemónicas e à lei da selva que alguns estão a tentar impor a esta organização e ao mundo?

Senhoras e Senhores,
Hoje, a situação no terreno é mais estável e segura, graças aos progressos no combate ao terrorismo. O governo continua a reabilitar as áreas destruídas pelos terroristas para restaurar a normalidade. Estão agora presentes todas as condições para o regresso voluntário dos refugiados sírios ao país que eles tiveram de abandonar devido ao terrorismo e às medidas económicas unilaterais que visavam as suas vidas do dia-a-dia e os seus meios de subsistência. De facto, milhares de refugiados sírios no estrangeiro, iniciaram a viagem de regresso ao nosso país.
O regresso de todos os refugiados sírios é uma prioridade para o Estado sírio. As portas estão abertas para todos os sírios no estrangeiro, para regressar de forma voluntária e segura. E o que se aplica aos sírios dentro da Síria também se aplica aos sírios no estrangeiro. Ninguém está acima da lei. Graças à ajuda da Rússia, o governo sírio não poupará esforços para facilitar o retorno desses refugiados e atender às suas necessidades básicas. Foi criada recentemente, na Síria, uma comissão especial para coordenar a volta dos refugiados aos seus locais de origem  e ajudá-los a recuperar as suas vidas.
Convocámos a comunidade internacional e as organizações humanitárias para facilitar esses regressos. No entanto, alguns países ocidentais e em conformidade com o seu comportamento desonesto desde o início da guerra contra a Síria, continuam a impedir a vinda dos refugiados. Eles estão a espalhar medos irracionais entre os refugiados; estão a politizar o que deveria ser uma questão puramente humanitária, usando os refugiados como moeda de troca para servir a sua agenda política e vinculando o regresso dos refugiados ao processo político.
Hoje, quando estamos prestes a fechar o último capítulo da crise, os sírios estão a unir-se para apagar os vestígios desta guerra terrorista e para reconstruir o país com as suas próprias mãos, tanto os que permaneceram na Síria, como os que foram forçados a sair. Agradecemos toda e qualquer ajuda na reconstrução, da parte dos países que não fizeram parte da agressão à Síria e daqueles que se colocaram, clara e explicitamente, contra o terrorismo. No entanto, a prioridade é para os nossos amigos que ficaram ao nosso lado, na nossa guerra contra o terror. Quanto aos países que oferecem apenas assistência condicional ou que continuam a apoiar o terrorismo, os mesmos não são convidados nem bem-vindos a ajudar.
Senhora Presidente,
À medida que avançamos no combate ao terrorismo, na reconstrução e no regresso dos refugiados, continuamos empenhados no processo político sem comprometer os nossos princípios nacionais.
Estes princípios incluem a preservação da soberania, da independência e da unidade territorial da República Árabe da Síria, protegendo o direito exclusivo dos sírios de determinar o futuro do seu país sem interferência externa e de erradicar o terrorismo do nosso país. Declarámos, muitas vezes, a nossa prontidão para responder a qualquer iniciativa que ajudasse os sírios a acabar a crise. Empenhámo-nos, positivamente, nas conversações de Genebra, no processo de Astana e no diálogo nacional sírio em Sochi. No entanto, foram sempre as outras partes que rejeitaram o diálogo e recorreram ao terrorismo e à interferência estrangeira para alcançar os seus objectivos.
No entanto, continuamos a concretizar os resultados do diálogo nacional sírio de Sochi, sobre a formação de uma comissão constitucional para reavaliar a Constituição actual. Apresentamos uma visão prática e abrangente sobre a composição, as prerrogativas e os métodos de trabalho da comissão e submetemos uma lista de representantes em nome do Estado sírio.
Salientamos que o mandato da comissão limita-se a rever os artigos da Constituição actual, através de um processo liderado pela Síria e de propriedade da Síria, que pode ser facilitado pelo Enviado Especial do Secretário Geral para a Síria. Não devem ser impostas à comissão nenhumas condições prévias, nem as suas recomendações devem ser julgadas antecipadamente. A comissão deve ser independente, já que a Constituição é uma questão síria a ser decidida pelos próprios sírios. Portanto, não aceitaremos nenhuma proposta que constitua uma interferência nos assuntos internos da Síria ou que conduza a tal interferência. O povo sírio deve ter a palavra final sobre qualquer assunto constitucional ou soberano. Estamos prontos para trabalhar activamente com nossos amigos para reunir a comissão em conformidade com os parâmetros que acabei de mencionar.
Além destas iniciativas internacionais, a reconciliação local está bem encaminhada. Acordos de reconciliação permitiram-nos estancatar o derramamento de sangue e evitar a destruição em muitas áreas ao redor da Síria. Eles restauraram a estabilidade e uma vida normal nessas áreas e permitiram que as pessoas regressassem às casas que foram forçados a deixar por causa do terrorismo. Portanto, a reconciliação continuará a ser a nossa prioridade.
Senhoras e Senhores,
A batalha que travámos na Síria contra o terrorismo, não era apenas uma batalha militar. Foi também uma batalha ideológica entre a cultura da destruição, do extremismo e da morte, e a cultura da construção, da tolerância e da vida. Por esta razão, faço um apelo a esta tribuna, apelando à luta contra a ideologia do terrorismo e do extremismo violento, esgotando o seu apoio e os seus recursos financeiros, concretizando resoluções relevantes do Conselho de Segurança, nomeadamente a resolução 2253. Embora importante, a batalha militar contra o terrorismo é insuficiente. O terrorismo é como uma epidemia. Ele regressará, espalhar-se-á rapidamente e ameaçará todos sem excepção.
Senhora Presidente, Senhoras e Senhores,
Condenamos e rejeitamos totalmente, o uso de armas químicas em quaisquer circunstâncias, sempre, onde quer que seja e independentemente do alvo. Por esse motivo é que a Síria eliminou completamente o seu programa de produtos químicos e cumpriu todos os seus compromissos como membro da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ/OPCW), conforme foi confirmado por numerosos relatórios dessa organização.
Embora alguns países ocidentais estejam constantemente a tentar politizar o trabalho da mesma, cooperamos sempre com a OPAQ/OPCW na mais ampla medida possível. Infelizmente, sempre que manifestamos a nossa disposição para receber equipas de investigação objectivas e profissionais para investigar o suposto uso de armas químicas, esses países bloqueiam esses esforços porque sabem que as conclusões das investigações não satisfazem as más intenções que eles têm contra a Síria.
Estes países têm acusações e cenários preparados para justificar uma agressão à Síria.
Foi o que aconteceu, quando os Estados Unidos, a França e o Reino Unido lançaram uma agressão injustificada contra a Síria, no passado mês de Abril, alegando que foram usadas armas químicas, sem ter havido qualquer investigação ou evidência e em flagrante violação da soberania da Síria, do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas.
Entretanto, esses mesmos países desconsideraram todas as informações credíveis que fornecemos sobre as armas químicas na posse de grupos terroristas, que as usaram em inúmeras ocasiões para culpar o governo sírio e justificar um ataque contra ele. A organização terrorista conhecida como os “Capacetes Brancos" foi a principal ferramenta usada para enganar a opinião pública, fabricar acusações e inventar mentiras sobre o uso de armas químicas na Síria. Os Capacetes Brancos foram criados pelos serviços secretos britânicos, sob a capa de serem uma organização humanitária. No entanto, está provado que esta organização faz parte da Frente Nosra, afiliada à Al-Qaeda. Apesar de todas as alegações, continuamos empenhados em libertar todo o nosso território sem nos preocuparmos com as bandeiras negras dos terroristas ou as palhaçadas dos Capacetes Brancos.
Senhoras e Senhores,
Noutro episódio da guerra terrorista contra a Síria, desde 2011, os atentados suicidas orquestrados pelo ISIL desorganizaram a província de Suwayda, no sul da Síria, em Julho passado. Vale a pena notar que os terroristas por trás desse ataque vieram da área de Tanf, onde permanecem forças dos EUA. A área tornou-se um refúgio seguro para os remanescentes do ISIL que agora estão escondidos no campo de refugiados de Rukban, na fronteira com a Jordânia, sob a proteção das forças dos EUA. Os Estados Unidos também procuraram prolongar a crise na Síria, libertando terroristas de Guantánamo e enviando-os para a Síria, onde se tornaram os líderes eficientes da Frente de Nosra e de outros grupos terroristas.
Entretanto, o regime turco continua a apoiar os terroristas, na Síria. Desde o primeiro dia da guerra contra a Síria, o regime turco treinou e armou terroristas, transformando a Turquia num centro e num corredor para os terroristas a caminho da Síria. Quando os terroristas deixaram de cumprir a sua agenda (programa), o regime turco recorreu à agressão militar directa, atacando cidades e vilarejos no norte da Síria. No entanto, todas essas acções que comprometem a soberania, a unidade e a integridade territorial da Síria e violam o Direito Internacional, não nos impedirão de exercer os nossos direitos e de cumprir os nossos deveres de recuperar nossa terra e libertá-la dos terroristas, seja através de acção militar ou por intermédio de acordos de reconciliação. Estivemos sempre abertos a qualquer iniciativa que evite novas mortes e restaure a protecção e a segurança em áreas afectadas pelo terrorismo. Por esta razão, é que saudamos o acordo sobre o Idlib, obtido em Sochi, em 17 de Setembro. O acordo foi o resultado de consultas intensas e de total coordenação entre a Síria e a Rússia. O acordo é por prazo determinado, inclui datas precisas e cumpre os acordos sobre as zonas de redução progressiva da guerra, conseguidas em Astana. Esperamos que, quando o acordo for concretizado, a Frente Nosra e outros grupos terroristas sejam destruídos, eliminando assim os últimos remanescentes do terrorismo na Síria.
Qualquer presença estrangeira em território sírio, sem o consentimento do governo sírio, é ilegal e constitui uma violação flagrante do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas. É um assalto à nossa soberania, que arruina os esforços contra o terrorismo e ameaça a paz e a segurança da região. Portanto, consideramos quaisquer forças que operam em território sírio, sem ter havido um pedido explícito da parte do governo sírio, incluindo as forças norte-americanas, francesas e turcas, como forças de ocupação, e serão tratadas de acordo com a nossa avaliação. Elas devem retirar-se imediatamente e sem condições.
Senhoras e Senhores,
Israel continua a ocupar uma boa parte do nosso território no Golã Sírio e o nosso povo, nessa região, continua a sofrer devido às políticas opressivas e agressivas desse país. Israel até apoiou grupos terroristas que operavam no sul da Síria, protegendo-os através de intervenção militar directa e lançando repetidos ataques à Síria. Mas, tal como libertamos o sul da Síria dos terroristas, estamos determinados a libertar totalmente o Golã sírio ocupado até às fronteiras vigentes em 4 de Junho de 1967. A Síria exige que a comunidade internacional ponha fim a todas essas práticas e obrigue Israel a concretizar as resoluções relevantes da ONU, nomeadamente a resolução 497 sobre o Golã sírio ocupado. A comunidade internacional também deve ajudar o povo palestiniano a estabelecer o seu próprio Estado independente, considerando Jerusalém como sendo a sua capital, e facilitar o regresso dos refugiados da Palestina à sua terra, de acordo com resoluções internacionais. Quaisquer acções que prejudiquem esses direitos são nulas e sem efeito e ameaçam a paz e segurança regionais, especialmente a lei racista israelita conhecida como “a Lei do Estado-Nação” e a decisão do governo dos EUA, de transferir a embaixada dos EUA para Jerusalém e interromper o financiamento ao UNRWA.
Senhora Presidente,
A Síria condena veementemente a decisão da Administração dos EUA de se retirar do acordo nuclear com o Irão, o que prova mais uma vez a desconsideração dos Estados Unidos por tratados e convenções internacionais. Declaramos mais uma vez a nossa solidariedade com os líderes e com o povo da República Islâmica do Irão e confiamos que eles superarão os efeitos dessa decisão irresponsável. Também alinhamos com o governo e o povo da Venezuela diante das tentativas de interferência dos EUA, nos seus assuntos internos. Apelamos, mais uma vez, para que sejam levantadas as sanções económicas unilaterais contra o povo sírio e contra todos os povos independentes, em todo o mundo, especialmente os povos da RPDC, Cuba e Belarus.
Senhora Presidente, 
Senhoras e Senhores,
Com a ajuda dos nossos aliados e amigos, a Síria derrotará o terrorismo. O mundo não deve esquecê-lo e deve tratar-nos de acordo. Chegou o momento daqueles que perderam o contacto com a situação real, acordarem e abandonarem as suas fantasias,  de começarem a pensar racionalmente. Eles devem perceber que não conseguirão politicamente aquilo que não conseguiram alcançar pela força. Nunca comprometemos os nossos princípios nacionais, mesmo quando a guerra estava no auge. Claro que não o faremos hoje.
Ao mesmo tempo, queremos a paz para todos os povos do mundo porque queremos a paz para o nosso povo. Nunca atacamos os outros. Nunca interferimos nos assuntos dos outros. Nunca exportamos terroristas para outras partes do mundo. Mantivemos sempre as melhores relações com os outros países. Hoje, enquanto procuramos derrotar o terrorismo, continuamos a advogar o diálogo e a compreensão mútua para servir os interesses do nosso povo e para alcançar segurança, estabilidade e prosperidade para todos.

Tuesday, September 11, 2018

RÉSEAU VOLTAIRE -- Londres acaba de iniciar a sua operação de falsa bandeira em Idleb


Londres acaba de iniciar a sua operação de falsa bandeira em Idleb


  

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, “uma provocação traiçoeira está a ser filmada na localidade de Jisr al-Choghour para fazer crer que o exército sírio utilisou armas químicas contra os civis”.
Os radicais transportaram dois bidões de uma substância tóxica clorada para Jisr al-Choghour, para tornar a representação do ataque, mais “realista”.
Equipas de filmagens de vários canais de TV do Médio Oriente e uma representação regional de uma grande cadeia norte americana chegaram hoje de manhã aos locais para filmar os vídeos.
Os serviços secretos britânicos (MI6) planearam organizar um ataque químico de falsa bandeira em Idleb, para atribuí-lo à República Árabe da Síria (denominada “o regime”) e assim justificar um ataque ocidental contra a Síria. Participariam nesse ataque, a Alemanha, os Estados Unidos, a França e o Reino Unido.

Tuesday, August 28, 2018

RÉSEAU VOLTAIRE -- As far as Lavrov is concerned, Guterres would be a straw man at the head of the UN




As far as Lavrov is concerned, Guterres would be a straw man at the head of the UN


  



Receiving the Lebanese Minister of Foreign Affairs and Immigrants, Gibran Bassil, his Russian counterpart, Sergei Lavrov, has again lifted the veil on the actual functioning of the United Nations [1].
According to the Charter, the purpose of the Organization is to peacefully settle differences between nations. However, since July 2012, the real power is no longer held by the Secretary-General, but by his "number 2": the Director of Political Affairs, Jeffrey Feltman. Out of control, he uses the UN’s means to maintain the war throughout the "expanded Middle East".
Sergey Lavrov revealed that concerned about the lack of Unesco’s involvement in Palmyra’s restorations despite its commitments, he had finally discovered that this UN agency had been banned by Feltman from fulfilling its mission.
It turns out that in October 2017, Jeffrey Feltman issued a secret directive to all agencies and departments of the Organization prohibiting them from participating in any action that could help lift the Syrian economy. The Security Council has not been informed of this initiative.
Former US ambassador to Beirut, then Hillary Clinton’s deputy for the wider Middle East, Jeffrey Felman had already written, when he took office in New York in July 2012, a plan for a total and unconditional surrender of the Syrian Arab Republic [2]. On this basis, he foiled all peace negotiations, led by Kofi Annan, Lakhdar Brahimi or Stefan de Mistura.
Lavrov said he informed the new UN Secretary-General, António Guterres, and asked him to clarify the situation.

Sunday, July 8, 2018

RÉSEAU VOLTAIRE -- Trump y la OTAN

Trump y la OTAN

  
El presidente estadounidense Donald Trump parece haber declarado en la cumbre del G7 celebrada en Charlevoix (Canadá) que la OTAN es tan perjudicial como el Tratado de Libre Comercio de América del Norte (TLCAN) y que cuesta demasiado dinero a Estados Unidos [1].
Durante la campaña electoral que antecedió su elección como presidente de Estados Unidos, Donald Trump se había referido a la OTAN calificándola de «obsoleta» y, hace sólo unos días, el Departamento de Estado denegó una visa especial al político español Javier Solana, ex secretario general de la OTAN, supuestamente por su implicación a favor del acuerdo 5+1 con Irán (JCPOA).
Después de su llegada a la Casa Blanca, el presidente Trump señaló en una carta enviada a una decena de países miembros de la OTAN que es imposible justificar que Estados Unidos siga apoyando militarmente a aliados que no respetan sus compromisos financieros.
Durante el encuentro cumbre previsto para el 16 de julio, en Helsinki, entre el presidente estadounidense y su homólogo ruso, Vladimir Putin, probablemente se abordará el cese de los simulacros de guerra que la OTAN viene realizando a las puertas de Rusia.
Una reunión cumbre entre los países miembros de la OTAN tendrá lugar en Bruselas el 11 y el 12 de julio próximos, justo antes del encuentro de Helsinki entre los presidente de Estados Unidos y la Federación Rusa.
[1] “Scoop: Trump’s private NATO trashing rattles allies”, Jonathan Swan, Axios, 28 de junio de 2018.

Monday, February 26, 2018

RÉSEAU VOLTAIRE -- A batalha de Damasco e da Ghuta oriental

A batalha de Damasco e da Ghuta oriental

A cidade de Damasco e a zona rural a Leste da capital, a Ghuta Oriental, são o teatro de violentos combates opondo a Alcaida, apoiada pelo Reino Unido e a França, ao Exército Árabe Sírio. A Republica tenta libertar a população de sete anos de ocupação e de xaria. Mas as potências coloniais fazem ouvidos moucos.
 | DAMASCO (SÍRIA)  
                      
A cidade de Damasco é permanentemente bombardeada pela Alcaida desde há seis anos. Aqui, um obus, atirado desde a Ghuta Oriental, cai sobre uma casa do quarteirão de Rukn Eddin, a 23 de Fevereiro de 2018, fazendo três mortos e quinze feridos.
No decurso dos últimos seis anos, o Ministério da Reconciliação assinou mais de um milhar de acordos e amnistiou dezenas de milhar de combatentes. Eles foram reintegrados na sociedade, às vezes até mesmo no exército. Os da Ghuta Ocidental aceitaram, mas nunca os da parte Oriental.
Esta área, bastante grande, era habitada antes da guerra por mais de 400 mil pessoas. Segundo a ONU, seriam hoje cerca de 367 000. De acordo com o governo muito menos e, em qualquer caso, não serão mais de 250 000.
A principal cidade é um subúrbio bastante mal afamado, Duma, conhecido antes da guerra pelos seus bordéis e os seus mafiosos.
De facto, esta zona é controlada pela Alcaida, sob a denominação de «Exército do Islão» (Jaish al-Islam), enquadrado por SAS britânicos e oficiais da DGSE francesa sob cobertura da ONG “Médicos sem fronteiras”. Principalmente, os combatentes são dirigidos pela família Allouche, a qual dispõe de importantes bens em Londres.
De Julho de 2012 até sua morte, no final de 2015, Zahran Allouche, anunciara várias vezes por semana que iria tomar Damasco e executar, sem julgamento, todos os infiéis, quer dizer, para ele todos os não-sunitas. Ele impôs a Xaria a todos os habitantes de acordo com os princípios do pregador wahhabita Abd al-Aziz ibn Baz. Ele enfiou em gaiolas todos os que desafiavam a sua autoridade. Ele xecutou inúmeras pessoas, entre as quais o meu vizinho (um agente imobiliário que morava no apartamento por baixo do meu), degolou-o em público porque este se recusara a dizer que «Assad é um cão».
Recebendo armas da Arábia Saudita, via Jordânia, Allouche presidiu a um desfile militar com tanques; encenado e filmado pelo MI6 britânico [1].
Quando o Exército Árabe Sírio colocou canhões na montanha que domina a capital e começou a bombardear o exército de Zahran Allouche, ele colocou prisioneiros nos telhados como escudos humanos.
No início de 2016, o seu primo Mohamed Allouche assumiu o comando. Ele tornou-se célebre atirando homossexuais dos telhados abaixo. Deve notar-se que a Síria protege os homossexuais, o que é uma excepção entre os países muçulmanos contemporâneos e já era em relação aos países ocidentais há trinta anos [2].
Mohamed Allouche tornou-se o chefe da delegação da oposição às negociações de Genebra. Lá, pediu e conseguiu que os quadros e esculturas que ornavam o seu hotel fossem cobertas com um véu. Durante as discussões, a partir da sala de negociações, ele tweetou aos seus partidários para se prepararem para matar os soldados do «porco».

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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BRUTALITY

BRUTALITY IN ACTION

AND NO ONE REACTS AGAINST AND OPPOSES IT!!!....

BRUTALIDADE EM ACÇÃO

E NINGUÉM REAJE CONTRA ELA E SE OPÕE!!!...

https://twitter.com/backtolife_2023/status/1589485984361873408?s=20&t=7vdffgzpUFi2yeU4FxCHng

 



MOON OF SHANGHAI

MOON OF SHANGHAI
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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS’ STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

J. Bacque

20 questions to Putin

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.

January 15, 2020

State of the Nation

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

índice


“Copyright Zambon Editore”

PORTUGUÊS

GUERRA NUCLEAR: O DIA ANTERIOR

De Hiroshima até hoje: Quem e como nos conduzem à catástrofe

ÍNDICE

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TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democráta

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


Daniele Ganser

Açores


Subtitled in EN/PT

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xmas





“Glory to God in the highest,

and on Earth

Peace, Good Will toward men.”

This Christmas, Give Peace