The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)
That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent.
Devant la propagation des incendies en
Amazonie, le Sommet du G7 a changé son agenda pour “affronter l’urgence”. Les
Sept -France, Allemagne, Grande-Bretagne, Italie, Japon, Canada et États-Unis-
ont joué, avec l’Union européenne, le rôle de pompiers planétaires.
Le président Macron, en habit de chef
pompier, a lancé l’alarme : “notre maison est en flammes”. Le président Trump a
promis le plus grand engagement étasunien dans le travail d’extinction.
Les projecteurs médiatiques se concentrent
sur les incendies au Brésil, laissant dans l’ombre tout le reste. Avant tout le
fait que la destruction ne touche pas seulement la forêt amazonienne (aux deux
tiers brésilienne), réduite en 2010-2015 de presque 10 mille km2 par an, mais aussi les forêts tropicales
d’Afrique équatoriale et d’Asie sud-orientale. Les forêts tropicales ont perdu,
en moyenne chaque année, une superficie équivalente à celle totalisant Piémont,
Lombardie et Vénétie.
Bien qu’avec des conditions différentes
d’une zone à l’autre, la cause fondamentales la même : l’exploitation intensive
et destructive des ressources naturelles pour obtenir le plus grand
profit.
En Amazonie on abat les arbres pour en tirer
du bois précieux destiné à l’exportation. Ces terrains très fragiles, une fois
dégradés, sont abandonnés et ainsi de nouvelles zones se déforestent. La même
méthode destructive est adoptée, provoquant de graves dommages
environnementaux, pour exploiter les gisements amazoniens d’or, diamant,
bauxite, zinc, manganèse, fer, pétrole, carbone. Contribue aussi à la
destruction de la forêt amazonienne la construction d’immense bassins
hydroélectriques, destinés à fournir de l’énergie pour les activités
industrielles.
L’exploitation intensive et destructrice de
l’Amazonie est pratiquée par des compagnies brésiliennes, fondamentalement
contrôlées -à travers participations actionnariales, mécanismes financiers et
réseaux commerciaux- par les plus grands groupes multinationaux et financiers
du G7 et d’autres pays.
ØPar exemple
JBS, qui possède au Brésil 35 sites de production de viandes où sont abattus 80
mille bovins par jour, a d’importants sièges aux USA, Canada et Australie, et
est largement contrôlé via des quotas de dette par les groupes financiers
créditeurs : JP Morgan (USA), Barclays (GB) et les groupes financiers de
Volkswagen et Daimler (Allemagne).
ØMarfrig, au
deuxième rang après JBS, appartient à 93% à des investisseurs étasuniens,
français, italiens et d’autres européens et nordaméricains.
ØLa Norvège, qui
aujourd’hui menace le Brésil de rétorsions économiques pour la destruction de
l’Amazonie, provoque en Amazonie des graves dégâts environnementaux et
sanitaires avec son propre groupe multinational Hydro (pour moitié de propriété
publique) qui exploite les gisements de bauxite pour la production d’aluminium,
si bien qu’il a été mis sous enquête au Brésil.
Les
gouvernements du G7 et d’autres, qui aujourd’hui critiquent formellement le
président brésilien Bolsonaro pour se refaire une conscience face à la réaction
de l’opinion publique, sont les mêmes qui en ont favorisé l’ascension au
pouvoir pour que leurs multinationales et leurs groupes financiers aient les
mains encore plus libres dans l’exploitation de l’Amazonie.
Sont surtout attaquées les
communautés indigènes, dont les territoires concentrent les activités illégales
de déforestation. Sous les yeux de Tereza Cristina, ministre de l’agriculture
de Bolsonaro, dont la famille de latifondiaires a une longue histoire
d’occupation frauduleuse et violente des terres des communautés indigènes.
Perante a propagação dos incêndios na
Amazónia, a Cimeira do G7 mudou a sua agenda para ‘enfrentar a emergência’. Os
Sete - França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Canadá e Estados Unidos -
assumiram, juntamente com a União Europeia, o papel de Corpo de Bombeiros
planetário.
O Presidente Macron, como bombeiro
chefe, lançou o alarme “a nossa casa está a arder”. O Presidente Trump prometeu
o máximo empenho dos EUA no trabalho de extinção.
Os holofotes da comunicação mediática
concentram-se nos incêndios no Brasil, deixando todo o resto na sombra.
Primeiro de tudo, o facto de que está a ser destruída não só a floresta amazónica
(dois terços da área são do Brasil), reduzida quase 10 mil km2 por ano em
2010-2015, mas também a floresta tropical da África equatorial e a floresta
meridional e oriental da Ásia. As florestas tropicais perderam, em média, a
cada ano, uma área equivalente à área total do Piemonte, Lombardia e Veneto.
Embora as condições sejam diferentes de
área para área, a causa fundamental é a mesma:a exploração intensiva e destrutiva dos recursos naturais para obter
o máximo lucro.
Na Amazónia, abatem-se árvores para
obter madeira valiosa destinada à exportação. A floresta residual é queimada
para usar essas áreas para culturas e agricultura intensiva também destinadas à
exportação. Esses terrenos muito frágeis, uma vez degradados, são abandonados
e, portanto, são desarborizadas novas áreas. O mesmo método destrutivo é adoptado,
provocando graves danos ambientais, para explorar os depósitos amazónicos de
ouro, diamantes, bauxite, zinco, manganês, ferro, petróleo e carvão. Também
contribui para a destruição da floresta amazónica, a construção de enormes
bacias hidroeléctricas, destinadas a fornecer energia para as actividades
industriais,
A exploração
intensiva e destrutiva da Amazónia é praticada por empresas brasileiras,
fundamentalmente controladas - por meio de participações, mecanismos
financeiros e redes comerciais - pelos principais grupos multinacionais e
financeiros do G7 e de outros países.
ØPor exemplo, a JBS, proprietária
de 35 fábricas de processamento de carne no Brasil, onde 80 mil bovinos são abatidos por dia, possui filiais importantes nos
EUA, Canadá e Austrália e é amplamente controlada através de parcelas de dívida
dos credores: JP Morgan (EUA), Barclays (GB) e os grupos financeiros da
Volkswagen e da Daimler (Alemanha).
ØA Marfrig, em segundo lugar
depois da JBS, pertence 93% a investidores americanos, franceses, italianos e
outros investidores europeus e norte-americanos.
ØA Noruega, que hoje ameaça
retaliação económica contra o Brasil pela destruição da Amazónia, provoca na mesma
Amazónia, graves danos ambientais e sanitários através do seu grupo
multinacional Hydro (metade do qual é propriedade do Estado norueguês), que
explora as jazidas de bauxite para a produção de alumínio, tanto que foi colocado
sob investigação no Brasil.
Os governos do G7
e outros, que hoje criticam formalmente o Presidente brasileiro Bolsonaro, para
limpar a consciência perante a reacção do público, são os mesmos que
favoreceram a sua ascensão ao poder, para que as suas multinacionais e os seus
grupos financeiros tivessem as mãos ainda mais livres, na exploração da Amazónia.
A ser atacadas
estão, sobretudo, as comunidades indígenas, em cujos territórios se concentram as
actividades de desflorestação ilegal. Sob os olhos de Tereza Cristina, Ministra
da Agricultura de Bolsonaro, cuja família de latifundiários, tem uma longa
história de ocupação fraudulenta e violenta, das terras das comunidades
indígenas.
Di fronte al dilagare degli incendi in Amazzonia,
il vertice del G7 ha cambiato la sua agenda per «affrontare l’emergenza». I
Sette – Francia, Germania, Gran Bretagna, Italia, Giappone, Canada e Stati uniti
– hanno assunto, insieme all’Unione europea, il ruolo di vigili del fuoco
planetari.
Il presidente Macron, in veste di capo
pompiere, ha lanciato l’allarme «la nostra casa è in fiamme». Il presidente
Trump ha promesso il massimo impegno statunitense nell’opera di spegnimento.
I
riflettori mediatici si concentrano sugli incendi in Brasile, lasciando in
ombra tutto il resto. Anzitutto il fatto che ad essere distrutta non è solo la
foresta amazzonica (per i due terzi brasiliana), ridottasi nel 2010-2015 di
quasi 10 mila km2 l’anno, ma
anche la foresta tropicale dell’Africa equatoriale e quella nell’Asia
sud-orientale. Le foreste tropicali hanno perso, in media ogni anno, una superficie
equivalente a quella complessiva di Piemonte, Lombardia e Veneto.
Pur differendo le condizioni da zona a zona, la causa fondamentale è la stessa:
lo sfruttamento intensivo e distruttivo delle risorse naturali per ottenere il
massimo profitto.
In Amazzonia si abbattono gli alberi per
ricavarne legname pregiato destinato all’esportazione. La foresta residua viene
bruciata per adibire tali aree a colture e allevamenti destinati anch’essi all’esportazione.
Questi terreni molto fragili, una volta degradati, vengono abbandonati e si
deforestano quindi nuove aree. Lo stesso metodo distruttivo viene adottato,
provocando gravi danni ambientali, per sfruttare i giacimenti amazzonici di oro, diamanti,
bauxite, zinco, manganese, ferro, petrolio, carbone. Contribuisce alla
distruzione della foresta amazzonica anche la costruzione di immensi bacini
idroelettrici, destinati a fornire energia per le attività industriali.
Lo sfruttamento intensivo e distruttivo
dell’Amazzonia viene praticato da compagnie brasiliane, fondamentalmente controllate
– attraverso partecipazioni azionarie, meccanismi finanziari e reti commerciali
– dai maggiori gruppi multinazionali e finanziari del G7 e di altri paesi.
ØAd esempio la JBS, che possiede
in Brasile 35 impianti di lavorazione di carni dove si macellano 80 mila bovini
al giorno, ha importanti sedi in Usa, Canada e Australia, ed
è largamente controllata attraverso quote del debito dai gruppi
finanziari creditori: la JP Morgan (Usa), la Barclays (GB) e le finanziarie
della Volkswagen e Daimler (Germania).
ØLa Marfrig, al secondo posto
dopo la JBS, appartiene per il 93% a investitori statunitensi, francesi,
italiani e ad altri europei e nordamericani.
ØLa Norvegia, che oggi minaccia
ritorsioni economiche contro il Brasile per la distruzione dell’Amazzonia,
provoca in Amazzonia gravi danni ambientali e sanitari con il proprio gruppo
multinazionale Hydro (per la metà di proprietà statale) che sfrutta i
giacimenti di bauxite per la produzione di alluminio, tanto che è stato messo
sotto inchiesta in Brasile.
I governi del G7 e altri, che oggi
criticano formalmente il presidente
brasiliano Bolsonaro per pulirsi la coscienza di fronte alla reazione dell’opinione
pubblica, sono gli stessi che ne hanno favorito l’ascesa al potere perché le
loro multinazionali e i loro gruppi finanziari abbiano le mani ancora più
libere nello sfruttamento dell’Amazzonia.
Ad essere attaccate sono soprattutto le comunità
indigene, nei cui territori si concentrano le attività illegali di deforestazione.
Sotto gli occhi di Tereza Cristina, ministra dell’agricoltura di Bolsonaro, la
cui famiglia di latifondisti ha una lunga storia di occupazione fraudolenta e
violenta delle terre delle comunità indigene.
Over the past 60 years the
Zionist Israelis with the help of the “freedom-loving, peace-loving Democratic
Western nations” have stolen Palestine and removed the Palestinians from their
homes, villages, towns, and country. Yet if a person says anything
about this massive crime against humanity—essentially a holocaust of the
Palestinians— the person is threatened with demonization as an anti-semite. For
calling attention to a holocaust, the person is called a holocaust denier.
Remember, when the Russian
government accepted the 97% vote of Crimeans to be reunified with Russia of
which Crimea was a constituent part for 300 years, Putin was accused of
“annexing Crimea.” When Germany annexed Austria with the approval of
a large percentage of the population, Hitler was accused of a massive
crime.
O anúncio da Casa Branca, em Outubro
de 2006, sobre uma nova política espacial nacional e as subsequentes
declarações do Departamento de Estado, levantam sérias preocupações sobre se já
começou um novo impulso para militarizar o Espaço.
- Richard C. Cook (1)
As Origens da Defesa Anti
Míssil dos EUA
O
programa dos EUA para construir uma rede global de “defesa” contra possíveis
ataques de mísseis balísticos, iniciou-se em 23 de Março de 1983, quando o
então Presidente Ronald Reagan propôs o programa popularmente conhecido como
“Guerra das Estrelas”, formalmente designado como Iniciativa de Defesa
Estratégica.
Em
1994, num jantar privado com este autor em Moscovo, o antigo chefe de estudos
económicos do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais da União
Soviética, IMEMO, declarou que foram as enormes solicitações financeiras
exigidas pela Rússia para acompanhar o ritmo do esforço de vários biliões de
dólares, da “Guerra das Estrelas” que, finalmente, levou ao colapso económico
do Pacto de Varsóvia e, ironicamente, conduziu à reunificação alemã, em 1990.(2)
Esta
situação combinada com a perda de uma guerra no Afeganistão e o colapso das receitas
petrolíferas depois dos EUA inundarem os mercados mundiais com petróleo saudita,
em 1986, a economia militar da URSS não conseguiu acompanhar o ritmo, correndo
o risco de uma agitação civil em massa nos países do Pacto de Varsóvia.
A NASA e o Sigilo Militar
O ano de 1986
testemunhou o maior desastre que atingiu o programa espacial da NASA, nos
Estados Unidos, desde que foi lançado. A NASA foi criada como um projecto civil
pelo Presidente Dwight Eisenhower. Autorizada em 1958, pela Lei Nacional da
Aeronáutica e do Espaço, a NASA foi uma tentativa de mostrar ao mundo que a
ciência americana poderia superar o triunfo do Sputnik, na Rússia. O Presidente
decidiu deliberadamente manter as forças armadas fora da NASA, a fim de usar o
programa como um grande impulsionador da ciência civil para a economia em
geral. A lei declarava: “Por este meio, o Congresso declara que a política dos
Estados Unidos é que as actividades no Espaço sejam dedicadas a propósitos
pacíficos, para benefício da Humanidade” (3).
Então,
em 28 de Janeiro de 1986, o vaivem Espacial Challenger explodiu durante o voo,
matando todas as sete pessoas a bordo - seis astronautas e um professor. O
programa do vaivém da NASA tinha começado na década de 1970 para criar naves
reutilizáveis para o transporte de carga no espaço. As naves espaciais anteriores só podiam ser usadas uma vez e depois
tinham que ser descartadas. O primeiro vaivem espacial, o Columbia, foi lançado
em 1981. Um ano depois, o Challenger foi lançado como o segundo vivem espacial
da frota dos EUA. Seguiram-se o Discovery, em 1983, e o Atlantis, em 1985. O
Challenger tinha voado nove missões bem-sucedidas antes do desastre fatídico,
em 1986.(4)
As
razões da explosão eram complexas. O Dr. Richard C. Cook, analista do governo
federal, na NASA, testemunhou no Congresso, na época, sobre os anéis de vedação
(O-rings) defeituosos que foram a causa inicial da explosão. Depois de se aposentar do
serviço público, Cook explicou a verdadeira causa da tragédia do Challenger:
No
final dos anos 80, a Glasnost e a Perestroika, seguidas pelo colapso dos
regimes dominados pelos soviéticos na Europa Oriental, em 1989 e o
desaparecimento da própria União Soviética, em 1991, geraram expectativas de
que haveria um rápido desmantelamento do sistema de bases americano. As
expectativas eram especialmente fortes entre os que pensavam que as bases dos
EUA existiam para refrear a ameaça soviética.
No
entanto, o Departamento de Defesa insistiu, no seu Relatório do Secretário da
Defesa, de 1989, que a “projecção do poder” dos Estados Unidos continuava a
exigir tais “instalações avançadas”. (11)
Em
2 de Agosto de 1990, o Presidente George H.W. Bush emitiu uma declaração
indicando que, embora em 1995, os requisitos de segurança global dos EUA
pudessem ser resolvidos por uma força activa 25 % menor do que em 1990, o
sistema de bases dos EUA no exterior devia permanecer intacto. Nesse mesmo dia, o Iraque invadiu o Kuwait.
A
introdução maciça de tropas dos EUA no Médio Oriente, durante a Guerra do Golfo,
levou à proclamação de uma Nova Ordem Mundial baseada na hegemonia e no poder militar dos EUA. “Por Deus, demos
um pontapé ao Síndroma do Vietname, de uma vez por todas”, declarou Bush
eufórico.(12) Foram logo estabelecidas novas bases militares no Médio Oriente, principalmente,
na Arábia Saudita, onde, desde então estão estacionadas milhares de tropas dos EUA.
Embora
a Administração Clinton insistisse mais fortemente do que o governo Bush que o
precedeu, na necessidade de diminuir os compromissos militares estrangeiros dos
EUA, não foi feita nenhuma tentativa para diminuir a “presença avançada” dos EUA
no exterior, representada pelas suas bases militares desenvolvidas. A principal
mudança foi, simplesmente, reduzir o número de tropas permanentemente
estacionadas no exterior, empregando tropas com mais frequência, mas durante
estadias mais curtas. (13)
Se
forem declarados objectivos de guerra que pareçam estar apenas preocupados com
o imperialismo anglo-americano, eles oferecerão pouco aos povos do resto do
mundo. Os interesses dos outros povos devem ser salientados. Teria um excelente
efeito de propaganda.
- Memorando privado do Council on
Foreign Relations ao US Departament of State, 1941, nos arquivos do CFR War
& Peace Studies.
Bases
Americanas Cercam a Rússia
A
expansão do escudo de defesa anti míssil de Washington, para a Polónia e para a
República Checa, bem como a decisão de ocupar o Iraque e o Afeganistão, poderão
ser melhor compreendidas quando consideradas do ponto de vista da notável
expansão da NATO, desde 1991.
Como
Putin, da Rússia, observou em Fevereiro de 2007, em Munique:
A
NATO colocou as suas forças de linha da frente junto às nossas fronteiras ...
(Eu/nós?) Pensamos que é óbvio, que a expansão da NATO não tem qualquer relação
com a modernização da Aliança em si ou de garantir a segurança na Europa. Pelo
contrário, representa uma provocação grave que reduz o nível de confiança
mútua. E temos o direito de perguntar: contra quem é pretendida esta expansão?
E o que aconteceu às garantias que nossos parceiros ocidentais nos deram,
depois da dissolução do Pacto de Varsóvia? (1)
O
estratega russo e perito militar, Yevgeny Primakov, antigo Primeiro Ministro de
Yeltsin e conselheiro próximo de Vladimir Putin, observou que a NATO foi
“fundada durante a época da Guerra Fria como uma organização regional para
garantir a segurança dos aliados dos EUA na Europa” e acrescentou:
Actualmente,
a NATO está a agir com base numa filosofia e numa doutrina completamente
diferente, deslocando-se para fora do continente europeu e conduzindo operações
militares muito além dos seus limites. A NATO... está a expandir-se
rapidamente, transgredindo acordos anteriores. A admissão de novos membros na
NATO está a dar origem à expansão de bases que acolhem militares dos EUA,
sistemas de defesa aérea, bem como componentes dos sistemas ABM.(2)
The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)
That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent.
What part will your country play in World War III?
By Larry Romanoff, May 27, 2021
The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)
Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022
Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português
Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,
Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.
Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.
É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.
Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?