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What part will your country play in World War III?

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Tuesday, September 3, 2019

FR – Manlio Dinucci – L’Art de la Guerre -- Amazonie, les incendiaires crient au feu

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Pour voir les incendies à travers la planète via satellite,


L’art de la guerre
Amazonie, les incendiaires crient au feu
Manlio Dinucci



   Devant la propagation des incendies en Amazonie, le Sommet du G7 a changé son agenda pour “affronter l’urgence”. Les Sept -France, Allemagne, Grande-Bretagne, Italie, Japon, Canada et États-Unis- ont joué, avec l’Union européenne, le rôle de pompiers planétaires.

   Le président Macron, en habit de chef pompier, a lancé l’alarme : “notre maison est en flammes”. Le président Trump a promis le plus grand engagement étasunien dans le travail d’extinction.

   Les projecteurs médiatiques se concentrent sur les incendies au Brésil, laissant dans l’ombre tout le reste. Avant tout le fait que la destruction ne touche pas seulement la forêt amazonienne (aux deux tiers brésilienne), réduite en 2010-2015 de presque 10 mille km2 par an, mais aussi les forêts tropicales d’Afrique équatoriale et d’Asie sud-orientale. Les forêts tropicales ont perdu, en moyenne chaque année, une superficie équivalente à celle totalisant Piémont, Lombardie et Vénétie.

   Bien qu’avec des conditions différentes d’une zone à l’autre, la cause fondamentales la même : l’exploitation intensive et destructive des ressources naturelles pour obtenir le plus grand profit.   

   En Amazonie on abat les arbres pour en tirer du bois précieux destiné à l’exportation. Ces terrains très fragiles, une fois dégradés, sont abandonnés et ainsi de nouvelles zones se déforestent. La même méthode destructive est adoptée, provoquant de graves dommages environnementaux, pour exploiter les gisements amazoniens d’or, diamant, bauxite, zinc, manganèse, fer, pétrole, carbone. Contribue aussi à la destruction de la forêt amazonienne la construction d’immense bassins hydroélectriques, destinés à fournir de l’énergie pour les activités industrielles.
 
   L’exploitation intensive et destructrice de l’Amazonie est pratiquée par des compagnies brésiliennes, fondamentalement contrôlées -à travers participations actionnariales, mécanismes financiers et réseaux commerciaux- par les plus grands groupes multinationaux et financiers du G7 et d’autres pays.

Ø  Par exemple JBS, qui possède au Brésil 35 sites de production de viandes où sont abattus 80 mille bovins par jour, a d’importants sièges aux USA, Canada et Australie, et est largement contrôlé via des quotas de dette par les groupes financiers créditeurs : JP Morgan (USA), Barclays (GB) et les groupes financiers de Volkswagen et Daimler (Allemagne).

Ø  Marfrig, au deuxième rang après JBS, appartient à 93% à des investisseurs étasuniens, français, italiens et d’autres européens et nordaméricains.

Ø  La Norvège, qui aujourd’hui menace le Brésil de rétorsions économiques pour la destruction de l’Amazonie, provoque en Amazonie des graves dégâts environnementaux et sanitaires avec son propre groupe multinational Hydro (pour moitié de propriété publique) qui exploite les gisements de bauxite pour la production d’aluminium, si bien qu’il a été mis sous enquête au Brésil.

   Les gouvernements du G7 et d’autres, qui aujourd’hui critiquent formellement le président brésilien Bolsonaro pour se refaire une conscience face à la réaction de l’opinion publique, sont les mêmes qui en ont favorisé l’ascension au pouvoir pour que leurs multinationales et leurs groupes financiers aient les mains encore plus libres dans l’exploitation de l’Amazonie.

    Sont surtout attaquées les communautés indigènes, dont les territoires concentrent les activités illégales de déforestation. Sous les yeux de Tereza Cristina, ministre de l’agriculture de Bolsonaro, dont la famille de latifondiaires a une longue histoire d’occupation frauduleuse et violente des terres des communautés indigènes.

Édition de mardi 3 septembre 2019 de il manifesto

Traduit de l’italien par Marie-Ange Patrizio    

Manlio Dinucci
Géographe et géopolitologue. Derniers ouvrages publiés : Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018; Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.(Prix international pour l’analyse géostratégique attribué le 7 juin 2019 par le Club des Journalistes du Mexique, A.C.)

Monday, September 2, 2019

PT – Manlio Dinucci – A Arte da Guerra -- Amazónia, os incendiários gritam: ‘Há fogo!’

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Para ver os incêndios em todo o planeta, via satélite, clicar em  https://firms.modaps.eosdis.nasa.gov/map/#z:3;c:0.0,0.0;d:2019-09-01..2019-09-02

A Arte da Guerra
Amazónia, os incendiários gritam: 'Há fogo!'
Manlio Dinucci

FRANÇAIS  ITALIANO  PORTUGUÊS

Perante a propagação dos incêndios na Amazónia, a Cimeira do G7 mudou a sua agenda para ‘enfrentar a emergência’. Os Sete - França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Canadá e Estados Unidos - assumiram, juntamente com a União Europeia, o papel de Corpo de Bombeiros planetário.

O Presidente Macron, como bombeiro chefe, lançou o alarme “a nossa casa está a arder”. O Presidente Trump prometeu o máximo empenho dos EUA no trabalho de extinção.

Os holofotes da comunicação mediática concentram-se nos incêndios no Brasil, deixando todo o resto na sombra. Primeiro de tudo, o facto de que está a ser destruída não só a floresta amazónica (dois terços da área são do Brasil), reduzida quase 10 mil km2 por ano em 2010-2015, mas também a floresta tropical da África equatorial e a floresta meridional e oriental da Ásia. As florestas tropicais perderam, em média, a cada ano, uma área equivalente à área total do Piemonte, Lombardia e Veneto.

Embora as condições sejam diferentes de área para área, a causa fundamental é a mesma: a exploração intensiva e destrutiva dos recursos naturais para obter o máximo lucro.

Na Amazónia, abatem-se árvores para obter madeira valiosa destinada à exportação. A floresta residual é queimada para usar essas áreas para culturas e agricultura intensiva também destinadas à exportação. Esses terrenos muito frágeis, uma vez degradados, são abandonados e, portanto, são desarborizadas novas áreas. O mesmo método destrutivo é adoptado, provocando graves danos ambientais, para explorar os depósitos amazónicos de ouro, diamantes, bauxite, zinco, manganês, ferro, petróleo e carvão. Também contribui para a destruição da floresta amazónica, a construção de enormes bacias hidroeléctricas, destinadas a fornecer energia para as actividades industriais,

A exploração intensiva e destrutiva da Amazónia é praticada por empresas brasileiras, fundamentalmente controladas - por meio de participações, mecanismos financeiros e redes comerciais - pelos principais grupos multinacionais e financeiros do G7 e de outros países.  

Ø  Por exemplo, a JBS, proprietária de 35 fábricas de processamento de carne no Brasil, onde 80 mil bovinos são abatidos por dia, possui filiais importantes nos EUA, Canadá e Austrália e é amplamente controlada através de parcelas de dívida dos credores: JP Morgan (EUA), Barclays (GB) e os grupos financeiros da Volkswagen e da Daimler (Alemanha).

Ø  A Marfrig, em segundo lugar depois da JBS, pertence 93% a investidores americanos, franceses, italianos e outros investidores europeus e norte-americanos.

Ø  A Noruega, que hoje ameaça retaliação económica contra o Brasil pela destruição da Amazónia, provoca na mesma Amazónia, graves danos ambientais e sanitários através do seu grupo multinacional Hydro (metade do qual é propriedade do Estado norueguês), que explora as jazidas de bauxite para a produção de alumínio, tanto que foi colocado sob investigação no Brasil.

Os governos do G7 e outros, que hoje criticam formalmente o Presidente brasileiro Bolsonaro, para limpar a consciência perante a reacção do público, são os mesmos que favoreceram a sua ascensão ao poder, para que as suas multinacionais e os seus grupos financeiros tivessem as mãos ainda mais livres, na exploração da Amazónia.

A ser atacadas estão, sobretudo, as comunidades indígenas, em cujos territórios se concentram as actividades de desflorestação ilegal. Sob os olhos de Tereza Cristina, Ministra da Agricultura de Bolsonaro, cuja família de latifundiários, tem uma longa história de ocupação fraudulenta e violenta, das terras das comunidades indígenas.

il manifesto, 3 de Setembro de 2019


Manlio Dinucci
Geógrafo e geopolitólogo. Livros mais recentes: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018; Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

IT – Manlio Dinuccin -- L’arte della guerra -- Amazzonia, gli incendiari gridano al fuoco

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Per visualizzare gli incendi in tutto il pianeta via satellite, fare clic su
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L’arte della guerra
Amazzonia, gli incendiari gridano al fuoco
Manlio Dinucci

Di fronte al dilagare degli incendi in Amazzonia, il vertice del G7 ha cambiato la sua agenda per «affrontare l’emergenza». I Sette – Francia, Germania, Gran Bretagna, Italia, Giappone, Canada e Stati uniti – hanno assunto, insieme all’Unione europea, il ruolo di vigili del fuoco planetari.

Il presidente Macron, in veste di capo pompiere, ha lanciato l’allarme «la nostra casa è in fiamme». Il presidente Trump ha promesso il massimo impegno statunitense  nell’opera di spegnimento.

 I riflettori mediatici si concentrano sugli incendi in Brasile, lasciando in ombra tutto il resto. Anzitutto il fatto che ad essere distrutta non è solo la foresta amazzonica (per i due terzi brasiliana), ridottasi nel 2010-2015 di quasi 10 mila km2 l’anno,  ma anche la foresta tropicale dell’Africa equatoriale e quella nell’Asia sud-orientale. Le foreste tropicali hanno perso, in media ogni anno, una superficie equivalente a quella complessiva di Piemonte, Lombardia e Veneto.

Pur differendo le condizioni  da zona a zona, la causa fondamentale è la stessa: lo sfruttamento intensivo e distruttivo delle risorse naturali per ottenere il massimo profitto.

In Amazzonia si abbattono gli alberi per ricavarne legname pregiato destinato all’esportazione. La foresta residua viene bruciata per adibire tali aree a colture e allevamenti destinati anch’essi all’esportazione. Questi terreni molto fragili, una volta degradati, vengono abbandonati e si deforestano quindi nuove aree. Lo stesso metodo distruttivo viene adottato, provocando gravi danni ambientali, per sfruttare  i giacimenti amazzonici di oro, diamanti, bauxite, zinco, manganese, ferro, petrolio, carbone. Contribuisce alla distruzione della foresta amazzonica anche la costruzione di immensi bacini idroelettrici, destinati a fornire energia per le attività industriali.

Lo sfruttamento intensivo e distruttivo dell’Amazzonia viene praticato da compagnie brasiliane, fondamentalmente controllate – attraverso partecipazioni azionarie, meccanismi finanziari e reti commerciali – dai maggiori gruppi multinazionali e finanziari del G7 e di altri paesi.


Ø  Ad esempio la JBS, che possiede in Brasile 35 impianti di lavorazione di carni dove si macellano 80 mila bovini al giorno, ha importanti sedi in Usa, Canada e Australia, ed è  largamente controllata attraverso quote del debito dai gruppi finanziari creditori: la JP Morgan (Usa), la Barclays (GB) e le finanziarie della Volkswagen e Daimler (Germania).

Ø  La Marfrig, al secondo posto dopo la JBS, appartiene per il 93% a investitori statunitensi, francesi, italiani e ad altri europei e nordamericani.


Ø  La Norvegia, che oggi minaccia ritorsioni economiche contro il Brasile per la distruzione dell’Amazzonia, provoca in Amazzonia gravi danni ambientali e sanitari con il proprio gruppo multinazionale Hydro (per la metà di proprietà statale) che sfrutta i giacimenti di bauxite per la produzione di alluminio, tanto che è stato messo sotto inchiesta in Brasile.

I governi del G7 e altri, che oggi criticano formalmente  il presidente brasiliano Bolsonaro per pulirsi la coscienza di fronte alla reazione dell’opinione pubblica, sono gli stessi che ne hanno favorito l’ascesa al potere perché le loro multinazionali e i loro gruppi finanziari abbiano le mani ancora più libere nello sfruttamento dell’Amazzonia.

Ad essere attaccate sono soprattutto le comunità indigene, nei cui territori si concentrano le attività illegali di deforestazione. Sotto gli occhi di Tereza Cristina, ministra dell’agricoltura di Bolsonaro, la cui famiglia di latifondisti ha una lunga storia di occupazione fraudolenta e violenta delle terre delle comunità indigene.  

 il manifesto, 3 settembre 2019



Manlio Dinucci
Geografo e geopolitologo. Libri più recenti: Laboratorio di geografia, Zanichelli 2014 ; Diario di viaggio, Zanichelli 2017 ; L’arte della guerra / Annali della strategia Usa/Nato 1990-2016, Zambon 2016, Guerra Nucleare. Il Giorno Prima 2017; Diario di guerra Asterios Editores 2018; Premio internazionale per l'analisi geostrategica assegnato il 7 giugno 2019 dal Club dei giornalisti del Messico, A.C.

The Annexation of Palestine


The Annexation of Palestine

The Annexation of Palestine

Over the past 60 years the Zionist Israelis with the help of the “freedom-loving, peace-loving Democratic Western nations” have stolen Palestine and removed the Palestinians from their homes, villages, towns, and country.  Yet if a person says anything about this massive crime against humanity—essentially a holocaust of the Palestinians— the person is threatened with demonization as an anti-semite. For calling attention to a holocaust, the person is called a holocaust denier.


Remember, when the Russian government accepted the 97% vote of Crimeans to be reunified with Russia of which Crimea was a constituent part for 300 years, Putin was accused of “annexing Crimea.”  When Germany annexed Austria with the approval of a large percentage of the population, Hitler was accused of a massive crime.  

Friday, August 30, 2019

PT -- CAPÍTULO SEIS - FULL SPECTRUM DOMINANCE

A História Curiosa da Guerra das Estrelas 
O anúncio da Casa Branca, em Outubro de 2006, sobre uma nova política espacial nacional e as subsequentes declarações do Departamento de Estado, levantam sérias preocupações sobre se já começou um novo impulso para militarizar o Espaço.
- Richard C. Cook (1)
As Origens da Defesa Anti Míssil dos EUA
O programa dos EUA para construir uma rede global de “defesa” contra possíveis ataques de mísseis balísticos, iniciou-se em 23 de Março de 1983, quando o então Presidente Ronald Reagan propôs o programa popularmente conhecido como “Guerra das Estrelas”, formalmente designado como Iniciativa de Defesa Estratégica.
Em 1994, num jantar privado com este autor em Moscovo, o antigo chefe de estudos económicos do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais da União Soviética, IMEMO, declarou que foram as enormes solicitações financeiras exigidas pela Rússia para acompanhar o ritmo do esforço de vários biliões de dólares, da “Guerra das Estrelas” que, finalmente, levou ao colapso económico do Pacto de Varsóvia e, ironicamente, conduziu à reunificação alemã, em 1990.(2)
Esta situação combinada com a perda de uma guerra no Afeganistão e o colapso das receitas petrolíferas depois dos EUA inundarem os mercados mundiais com petróleo saudita, em 1986, a economia militar da URSS não conseguiu acompanhar o ritmo, correndo o risco de uma agitação civil em massa nos países do Pacto de Varsóvia.
A NASA e o Sigilo Militar
O ano de 1986 testemunhou o maior desastre que atingiu o programa espacial da NASA, nos Estados Unidos, desde que foi lançado. A NASA foi criada como um projecto civil pelo Presidente Dwight Eisenhower. Autorizada em 1958, pela Lei Nacional da Aeronáutica e do Espaço, a NASA foi uma tentativa de mostrar ao mundo que a ciência americana poderia superar o triunfo do Sputnik, na Rússia. O Presidente decidiu deliberadamente manter as forças armadas fora da NASA, a fim de usar o programa como um grande impulsionador da ciência civil para a economia em geral. A lei declarava: “Por este meio, o Congresso declara que a política dos Estados Unidos é que as actividades no Espaço sejam dedicadas a propósitos pacíficos, para benefício da Humanidade” (3).
Então, em 28 de Janeiro de 1986, o vaivem Espacial Challenger explodiu durante o voo, matando todas as sete pessoas a bordo - seis astronautas e um professor. O programa do vaivém da NASA tinha começado na década de 1970 para criar naves reutilizáveis para o transporte de carga no espaço. As naves espaciais  anteriores só podiam ser usadas uma vez e depois tinham que ser descartadas. O primeiro vaivem espacial, o Columbia, foi lançado em 1981. Um ano depois, o Challenger foi lançado como o segundo vivem espacial da frota dos EUA. Seguiram-se o Discovery, em 1983, e o Atlantis, em 1985. O Challenger tinha voado nove missões bem-sucedidas antes do desastre fatídico, em 1986.(4)
As razões da explosão eram complexas. O Dr. Richard C. Cook, analista do governo federal, na NASA, testemunhou no Congresso, na época, sobre os anéis de vedação (O-rings) defeituosos que foram a causa inicial da explosão. Depois de se aposentar do serviço público, Cook explicou a verdadeira causa da tragédia do Challenger:

Wednesday, August 28, 2019

PT -- FULL SPECTRUM DOMINANCE -- CAPÍTULO CINCO -- Parte 2


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ou
DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE



CAPÍTULO CINCO - Parte 2
As Bases dos EUA Expandem-se Após a Guerra Fria
No final dos anos 80, a Glasnost e a Perestroika, seguidas pelo colapso dos regimes dominados pelos soviéticos na Europa Oriental, em 1989 e o desaparecimento da própria União Soviética, em 1991, geraram expectativas de que haveria um rápido desmantelamento do sistema de bases americano. As expectativas eram especialmente fortes entre os que pensavam que as bases dos EUA existiam para refrear a ameaça soviética.
No entanto, o Departamento de Defesa insistiu, no seu Relatório do Secretário da Defesa, de 1989, que a “projecção do poder” dos Estados Unidos continuava a exigir tais “instalações avançadas”. (11)
Em 2 de Agosto de 1990, o Presidente George H.W. Bush emitiu uma declaração indicando que, embora em 1995, os requisitos de segurança global dos EUA pudessem ser resolvidos por uma força activa 25 % menor do que em 1990, o sistema de bases dos EUA no exterior devia permanecer intacto. Nesse mesmo dia, o Iraque invadiu o Kuwait.
A introdução maciça de tropas dos EUA no Médio Oriente, durante a Guerra do Golfo, levou à proclamação de uma Nova Ordem Mundial baseada na hegemonia  e no poder militar dos EUA. “Por Deus, demos um pontapé ao Síndroma do Vietname, de uma vez por todas”, declarou Bush eufórico.(12) Foram logo estabelecidas novas bases militares no Médio Oriente, principalmente, na Arábia Saudita, onde, desde então estão estacionadas milhares de tropas dos EUA.
Embora a Administração Clinton insistisse mais fortemente do que o governo Bush que o precedeu, na necessidade de diminuir os compromissos militares estrangeiros dos EUA, não foi feita nenhuma tentativa para diminuir a “presença avançada” dos EUA no exterior, representada pelas suas bases militares desenvolvidas. A principal mudança foi, simplesmente, reduzir o número de tropas permanentemente estacionadas no exterior, empregando tropas com mais frequência, mas durante estadias mais curtas. (13)

Tuesday, August 27, 2019

PT -- FULL SPECTRUM DOMINANCE -- CAPÍTULO CINCO -- Parte 1


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ou
DOMÍNIO DA UNIVERSALIDADE



CAPÍTULO CINCO - Parte 1
O Império das Bases - a Base do Império
Se forem declarados objectivos de guerra que pareçam estar apenas preocupados com o imperialismo anglo-americano, eles oferecerão pouco aos povos do resto do mundo. Os interesses dos outros povos devem ser salientados. Teria um excelente efeito de propaganda.
- Memorando privado do Council on Foreign Relations ao US Departament of State, 1941, nos arquivos do CFR War & Peace Studies.
Bases Americanas Cercam a Rússia
A expansão do escudo de defesa anti míssil de Washington, para a Polónia e para a República Checa, bem como a decisão de ocupar o Iraque e o Afeganistão, poderão ser melhor compreendidas quando consideradas do ponto de vista da notável expansão da NATO, desde 1991.
 Como Putin, da Rússia, observou em Fevereiro de 2007, em Munique:
A NATO colocou as suas forças de linha da frente junto às nossas fronteiras ... (Eu/nós?) Pensamos que é óbvio, que a expansão da NATO não tem qualquer relação com a modernização da Aliança em si ou de garantir a segurança na Europa. Pelo contrário, representa uma provocação grave que reduz o nível de confiança mútua. E temos o direito de perguntar: contra quem é pretendida esta expansão? E o que aconteceu às garantias que nossos parceiros ocidentais nos deram, depois da dissolução do Pacto de Varsóvia? (1)
O estratega russo e perito militar, Yevgeny Primakov, antigo Primeiro Ministro de Yeltsin e conselheiro próximo de Vladimir Putin, observou que a NATO foi “fundada durante a época da Guerra Fria como uma organização regional para garantir a segurança dos aliados dos EUA na Europa” e acrescentou:
Actualmente, a NATO está a agir com base numa filosofia e numa doutrina completamente diferente, deslocando-se para fora do continente europeu e conduzindo operações militares muito além dos seus limites. A NATO... está a expandir-se rapidamente, transgredindo acordos anteriores. A admissão de novos membros na NATO está a dar origem à expansão de bases que acolhem militares dos EUA, sistemas de defesa aérea, bem como componentes dos sistemas ABM.(2)

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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BRUTALITY

BRUTALITY IN ACTION

AND NO ONE REACTS AGAINST AND OPPOSES IT!!!....

BRUTALIDADE EM ACÇÃO

E NINGUÉM REAJE CONTRA ELA E SE OPÕE!!!...

https://twitter.com/backtolife_2023/status/1589485984361873408?s=20&t=7vdffgzpUFi2yeU4FxCHng

 



MOON OF SHANGHAI

MOON OF SHANGHAI
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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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 https://www.moonofshanghai.com/2021/05/larry-romanoff-what-part-will-your.html

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS’ STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

J. Bacque

20 questions to Putin

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.

January 15, 2020

State of the Nation

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

índice


“Copyright Zambon Editore”

PORTUGUÊS

GUERRA NUCLEAR: O DIA ANTERIOR

De Hiroshima até hoje: Quem e como nos conduzem à catástrofe

ÍNDICE

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TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democráta

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


Daniele Ganser

Açores


Subtitled in EN/PT

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xmas





“Glory to God in the highest,

and on Earth

Peace, Good Will toward men.”

This Christmas, Give Peace