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What part will your country play in World War III?

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War IIIwhich I believe is now imminent

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Wednesday, November 27, 2019

PT -- Larry Romanoff -- Japão – Para Terminar uma Guerra e salvar vidas?

Japão – Para Terminar uma Guerra e salvar vidas?
Global Research, 04 de Novembro de 2019

Região: AsiaUSA
Tema: Historia, Militarização e Armas de Destruição em Massa


Há alguns anos, um escritor americano chamado Greg Mitchell escreveu um livro elucidativo sobre a enorme ocultação forjada pelo governo dos Estados Unidos sobre o lançamento da primeira bomba atómica no Japão, e a censura a que foi sujeito o primeiro filme de Hollywood sobre esse assunto. (1) O governo tinha na sua posse muitas filmagens ao vivo realizadas pelas Forças Armadas Americanas, sobre Hiroshima e Nagasaki, que Mitchell diz que teria chocado os espectadores, com ruínas fantasmagóricas e bebés com as caras queimadas. Ele inclui muitas das fotos originais no seu livro, bem como pormenores dos enormes esforços para esconder os factos, a evidência do uso de bombas atómicas e a tapeçaria de mentiras criadas após o facto, para justificar esta atrocidade e apresentá-la como um mal necessário.
O filme de Hollywood surgiu porque a indústria cinematográfica queria alertar os povos do mundo sobre os perigos futuros de uma corrida armamentista nuclear, alegando Mitchell,  que os primeiros argumentos apresentavam uma imagem chocante que, de facto, teria provocado o desarmamento, mas a versão final de Hollywood da versão da narrativa oficial era que a bomba tinha sido absolutamente necessária para terminar a guerra e salvar vidas americanas.
Ele escreve que, à medida que os roteiros foram rectificados, o lançamento das bombas tornou-se não só justificável, mas mesmo admirável. Robert Oppenheimer, o notável físico judeu e principal responsável pelo desenvolvimento da bomba, teve a certeza de que no filme, a sua personagem mostraria “humildade” e “amor à Humanidade”. Mas não foi bem assim. “Na primeira detonação bem-sucedida de uma bomba atómica, em 16 de Julho de 1945, “Oppenheimer ficou fora de si com o espectáculo. Ele gritou: “Eu transformei-me na Morte, no Destruidor de mundos.” (2)
O roteiro do filme foi alterado para mostrar o Presidente Truman angustiado com a decisão, quando, na verdade, se vangloriava, orgulhosamente, de nunca ter deixado de dormir devido a esses factos, e escreveu ainda, numa carta a um crítico: “Não tenho dúvidas sobre o que quer que seja ”. (3)
Hollywood tinha começado a criação de mais um mito da História Americana. Pelas anotações de Mitchell, até pequenos detalhes do filme foram alterados para aparentar que o lançamento das bombas era justificado. As consequências da radiação nuclear foram desvalorizadas como sendo comuns e foram inseridas cenas fabricadas para retratar os bombardeiros americanos a ser fortemente bombardeados com fogo antiaéreo (o que era falso) para fazer o ataque parecer mais corajoso.
Foram produzidas alegações de que o uso das bombas atómicas reduziria a guerra num ano, o que era 100% falso, visto que os japoneses já tinham oferecido repetidamente para se render, assim como a argumentação de que o uso da bomba atómica economizaria, pelo menos, meio milhão de vidas americanas, que também era, evidentemente, falsa. De facto, o lançamento das bombas não salvou vidas americanas, pois já era bastante claro que nenhuma invasão do Japão seria necessária para efectuar uma rendição e, efectivamente, a perspectiva de uma invasão física nunca foi submetida a discussão. Mas esses lançamentos eliminaram, desnecessariamente, pelo menos, mais de um milhão de vidas japonesas, apesar da Wikipedia declarar pouco mais de 100.000.
Outro mito criado por Hollywood foi que as cidades alvos - Hiroshima e Nagasaki - tinham sido escolhidas pelo seu valor militar, mas, na verdade, ambas eram cidades inteiramente civis e foram escolhidas, apenas, porque não haviam sido bombardeadas antes e podiam demonstrar, claramente, o poder destrutivo desta nova arma.
O filme final foi apresentado “basicamente, como uma história verdadeira” para os inúmeros americanos que o viram. O New York Times designou-o como uma “reconstituição digna de crédito” e elogiou o manuseamento das questões morais de um “mal necessário”. Uma revista popular elogiou a sua “aura de autenticidade e significado histórico especial”. E o “bombardeio humanitário” de Hiroshima entrou na mitologia americana como História Americana autêntica. Mas não era.

Ellsworth Torrey Carrington, em ““Reflections of a Hiroshima Pilot/Reflexões de um piloto de Hiroshima” (4), citou o segundo piloto do B-29, que disse: “Depois da primeira bomba ter sido lançada, o comando da bomba atómica ficou com muito medo de que o Japão se rendesse antes de pudermos lançar a segunda bomba, então o nosso pessoal trabalhava dia e noite, 24 horas por dia, para evitar tal infortúnio.” Uma das maiores mentiras fabricadas para o filme, foi a história do Presidente dos EUA, Harry Truman, proclamar que antes dos lançamentos reais os EUA lançaram panfletos sobre o Japão para alertar a população do que “está para vir” como um meio de “salvar vidas”. Harrison Brown, que havia trabalhado na bomba, designou essa ficção dos folhetos de aviso como “a mais horrível falsificação da História”. A Wikipedia, a mentir como sempre, diz-nos: “Várias fontes dão informações contraditórias sobre quando os últimos folhetos foram lançados sobre Hiroshima, antes da bomba atómica.” Mas, na verdade, nenhum panfleto foi lançado em Hiroshima antes do bombardeio, em 6 de Agosto.

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By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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BRUTALITY

BRUTALITY IN ACTION

AND NO ONE REACTS AGAINST AND OPPOSES IT!!!....

BRUTALIDADE EM ACÇÃO

E NINGUÉM REAJE CONTRA ELA E SE OPÕE!!!...

https://twitter.com/backtolife_2023/status/1589485984361873408?s=20&t=7vdffgzpUFi2yeU4FxCHng

 



MOON OF SHANGHAI

MOON OF SHANGHAI
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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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 https://www.moonofshanghai.com/2021/05/larry-romanoff-what-part-will-your.html

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS’ STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

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Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

J. Bacque

20 questions to Putin

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.

January 15, 2020

State of the Nation

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

índice


“Copyright Zambon Editore”

PORTUGUÊS

GUERRA NUCLEAR: O DIA ANTERIOR

De Hiroshima até hoje: Quem e como nos conduzem à catástrofe

ÍNDICE

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TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democráta

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


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