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What part will your country play in World War III?

 

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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Tuesday, July 13, 2021

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- A corrida nuclear acelera

 

A Arte da Guerra

 A Corrida Nuclear Acelera 

Manlio Dinucci



FRANÇAIS   ITALIANO   PORTUGUÊS 

Na base de Redzikowo, na Polónia, começaram os trabalhos para a instalação do sistema Aegis Ashore, com uma despesa supeerior a 180 milhões de dólares. Será a segunda base de mísseis USA, na Europa, depois da de Deveselu, na Roménia, ter ficado operacional em 2015. A função oficial destas bases é proteger, com o "escudo" de mísseis interceptores SM-3, as forças USA na Europa e as dos aliados europeus da NATO contra as "ameaças actuais e as emergentes de mísseis balísticos vindos de fora da área euro-atlântica". Às duas instalações terrestres adicionam-se quatro navios equipados com o mesmo sistema Aegis, que, destacados pela Marinha USA na base espanhola da Rota, atravessam o Mediterrâneo, o Mar Negro e o Mar Báltico. A Marinha dos EUA tem cerca de 120 contra-torpedeiros e cruzadores armados com este sistema de mísseis.

Tanto os navios como as instalações terrestres do Aegis estão equipadas com lançadores verticais Lockheed Martin's Mk 41: tubos verticais (no corpo do navio ou num bunker subterrâneo) a partir dos quais são lançados os mísseis. A própria Lockheed Martin, ao ilustrar as suas características técnicas, documenta que pode lançar mísseis para todas as missões: antimísseis, antiaéreos, anti-navegação, anti-submarinos e de ataque contra alvos terrestres. Cada tubo de lançamento é adaptável a qualquer míssil, incluindo os "mísseis de ataque de longo alcance", como o míssil de cruzeiro Tomahawk. Também podem estar armados com uma ogiva nuclear.  Portanto, é impossível saber quais os mísseis que se encontram efectivamente nos lançadores verticais na base Aegis Ashore, na Roménia, e que serão instalados na base da Polónia. Nem que mísseis se encontram a bordo dos navios que navegam nos limites das águas territoriais russas. Não podendo verificar, Moscovo parte do princípio que também existem mísseis de ataque nuclear. O mesmo cenário ocorre na Ásia Oriental, onde navios de guerra da Sétima Frota Aegis estão a navegar no Mar do Sul da China. Os principais aliados dos EUA na região - Japão, Coreia do Sul, Austrália - também têm navios equipados com o sistema Aegis dos EUA.

Este não é o único sistema de mísseis que os EUA estão a instalar na Europa e na Ásia. Falando na George Washington School of Media and Public Affairs, o General McConville, Chefe do Estado Maior do exército americano, disse em Março que o exército americano está a preparar uma "task force" com "capacidade de fogo de precisão e longo alcance e que pode ir para qualquer lugar, constituída por mísseis hipersónicos, mísseis de médio alcance, mísseis de ataque de precisão" e que "estes sistemas são capazes de penetrar no espaço da barragem anti-aérea. O General salientou que "planeamos destacar uma destas task forces para a Europa e provavelmente duas para o Pacífico”.

Nesta situação, não é surpreendente que a Rússia esteja a acelerar o lançamento de novos mísseis intercontinentais, com ogivas nucleares que, após uma trajectória balística, deslizam milhares de quilómetros a uma velocidade hipersónica.  Também não é surpreendente que o Washington Post notifique que a China está a construir mais de cem novos silos para mísseis balísticos intercontinentais de ogiva nuclear. A corrida ao armamento tem lugar não só a nível quantitativo (número e potência das ogivas nucleares), mas a nível qualitativo (velocidade, capacidade de penetração e deslocação geográfica de transportadores nucleares). A resposta, em caso de ataque ou presumível ataque, é cada vez mais confiada à inteligência artificial, que deve decidir o lançamento de mísseis nucleares em poucos segundos. Aumenta a possibilidade de uma guerra nuclear por engano, arriscada muitas vezes durante a guerra fria.

O Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, adoptado pelas Nações Unidas em 2017 e que entrou em vigor em 2021, foi assinado até agora por 86 Estados e ratificado por 54. Nenhum dos 30 países da NATO e 27 da União Europeia o ratificaram ou assinaram. Na Europa, somente a Austria, a Irlanda, Malta, San Marino e a Santa Sé é que aderiram. Nenhum dos nove países nucleares - Estados Unidos, Rússia, França, Grã-Bretanha, Israel, China, Paquistão, Índia e Coreia do Norte - o ratificaram ou assinaram.

Manlio  Dinucci

il manifesto, 13 de Julho de 2021






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Grandangolo allarga il campo dell’informazione, segnalando e commentando articoli, comunicati stampa, reportage, documenti, dichiarazioni e interviste, che compaiono su media e fonti ufficiali internazionali, ma vengono ignorati o deformati dai media mainstream del nostro paese.

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IT --Manlio Dinucci -- L'Arte della guerra -- Accelera la corsa nucleare

 

L’Arte della guerra

 Accelera la corsa nucleare 

Manlio Dinucci



 

Nella base di Redzikowo in Polonia sono iniziati i lavori per l’installazione del sistema Aegis Ashore, con una spesa di oltre 180 milioni di dollari. Sarà la seconda base missilistica Usa in Europa, dopo quella di Deveselu in Romania divenuta operativa nel 2015. La funzione ufficiale di queste basi è proteggere, con lo «scudo» dei missili intercettori SM-3, le forze Usa in Europa e quelle degli alleati europei della Nato dalle «attuali ed emergenti minacce di missili balistici provenienti dall’esterno dell’area Euro-Atlantica». Alle due installazioni terrestri si aggiungono quattro navi dotate dello stesso sistema Aegis, che, dislocate dalla U.S. Navy nella base spagnola di Rota, incrociano nel Mediterraneo, Mar Nero e Mar Baltico. La US Navy ha circa 120 cacciatorpediniere e incrociatori armati di questo sistema missilistico.

Sia le navi che le installazioni terrestri Aegis sono dotate di lanciatori verticali Mk 41 della Lockheed Martin: tubi verticali (nel corpo della nave o in un bunker sotterraneo) da cui vengono lanciati i missili. La stessa Lockheed Martin, illustrandone le caratteristiche tecniche, documenta che esso può lanciare missili per tutte le missioni: anti-missile, anti-aereo, anti-nave, anti-sottomarino e di attacco contro obiettivi terrestri. Ogni tubo di lancio è adattabile a qualsiasi missile, tra cui «quelli per l’attacco a lungo raggio», compreso il missile da crociera Tomahawk. Esso può essere armato anche di testata nucleare.  Non si può quindi sapere quali missili vi siano realmente nei lanciatori verticali della base Aegis Ashore in Romania e quali saranno installati in quella in Polonia. Né quali missili vi siano a bordo delle navi che incrociano ai limiti delle acque territoriali russe. Non potendo controllare, Mosca dà per scontato che vi siano anche missili da attacco nucleare. Stesso scenario in Asia Orientale, dove navi da guerra Aegis della Settima Flotta incrociano nel Mar Cinese Meridionale. Anche i principali alleati Usa nella regione – Giappone, Corea del Sud, Australia – hanno navi dotate del sistema Usa Aegis.

Questo non è l’unico sistema missilistico che gli Usa stanno schierando in Europa e in Asia. Nel suo intervento alla George Washington School of Media and Public Affairs, il generale McConville, capo di stato maggiore dell’Esercito degli Stati uniti, ha dichiarato lo scorso marzo che lo US Army sta preparando una «task force» dotata di «capacità di fuoco di precisione a lungo raggio che può arrivare ovunque, composta da missili ipersonici, missili a medio raggio, missili per attacchi di precisione» e che «questi sistemi sono in grado di penetrare lo spazio dello sbarramento anti-aereo». Il generale ha precisato che «prevediamo di schierare una di queste task force in Europa e probabilmente due nel Pacifico».

In tale situazione, non c’è da stupirsi che la Russia stia accelerando lo schieramento di nuovi missili intercontinentali, con testate nucleari che, dopo la traiettoria balistica, planano per migliaia di km a velocità ipersonica.  Né c’è da stupirsi della notizia, pubblicata dal Washington Post, che ha Cina sta costruendo oltre cento nuovi silos per missili balistici intercontinentali a testata nucleare. La corsa agli armamenti si svolge non tanto sul piano quantitativo (numero e potenza delle testate nucleari) quanto su quello qualitativo (velocità, capacità penetrante e dislocazione geografica dei vettori nucleari). La risposta, in caso di attacco o presunto tale, viene sempre più affidata all’intelligenza artificiale, che deve decidere il lancio dei missili nucleari in pochi secondi. Aumenta la possibilità di una guerra nucleare per errore, rischiata più volte durante la guerra fredda.

Il Trattato sulla proibizione delle armi nucleari, adottato dalle Nazioni Unite nel 2017 ed entrato in vigore nel 2021, è stato finora firmato da 86 Stati e ratificato da 54. Nessuno dei 30 paesi della Nato e dei 27 della Ue l’ha ratificato e neppure firmato. In Europa vi hanno aderito solo Ausria, Irlanda, Malta, San Marino e Santa Sede. Nessuno dei nove paesi nucleari – Stati uniti, Russia, Francia, Gran Bretagna, Israele, Cina, Pakistan, India, Nord Corea – l’ha ratificato e neppure firmato.

Manlio  Dinucci

il manifesto, 13 luglio 2021


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Il Venerdì alle 20:30

PANGEA  GRANDANGOLO

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Grandangolo allarga il campo dell’informazione, segnalando e commentando articoli, comunicati stampa, reportage, documenti, dichiarazioni e interviste, che compaiono su media e fonti ufficiali internazionali, ma vengono ignorati o deformati dai media mainstream del nostro paese.

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SAB    9.00 – 16.00

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Wednesday, July 7, 2021

PT --  LARRY ROMANOFF -- A Lei Americana de 1934 sobre a Compra da Prata  -- July 06, 2021

 




A Lei Americana de 1934 sobre a Compra da Prata

Por LARRY ROMANOFF –14 de Setembro de 2020 


Tradução em exclusivo para PRAVDA PT


 CHINESE   ENGLISH   NEDERLANDS   PORTUGUESE   SPANISH

 

Steve Hanke, Professor de Economia da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, escreveu um bom artigo sobre este tema na edição de Novembro de 2010 da Globe Asia, intitulado "America's Plan to Destabilise China - Currency": “O Plano da América para Destabilizar a China – Moeda de Câmbio”. Está disponível online e vale a pena lê-lo. [1]

  

A 9 de Agosto de 1934, o Presidente Roosevelt promulgou outro Decreto-Lei, desta vez com o número 6814, chamado The Silver Purchase Act (Lei da Compra da Prata) [2]que especificava essencialmente duas questões:

Primeira - A apreensão de toda a prata nos EUA,

Segunda - Um enorme programa de compra de prata no mercado aberto, quase três vezes superior ao preço de mercado então vigente.

De qualquer ponto de vista racional, esta acção foi bizarra. 

 

WHITNEY WEBB -- A “Leap” toward Humanity’s Destruction -- June 25, 2021

 ·         INVESTIGATIVE REPORTS


A “Leap” toward Humanity’s Destruction


The world’s richest medical research foundation, the Wellcome Trust, has teamed up with a pair of former DARPA directors who built Silicon Valley’s skunkworks to usher in an age of nightmarish surveillance, including for babies as young as three months old. Their agenda can only advance if we allow it.

BY WHITNEY WEBB

JUNE 25, 2021



27 MINUTE READ


A UK nonprofit with ties to global corruption throughout the COVID-19 crisis as well as historical and current ties to the UK eugenics movement launched a global health-focused DARPA equivalent last year. The move went largely unnoticed by both mainstream and independent media.


The Wellcome Trust, which has arguably been second only to Bill Gates in its ability to influence events during the COVID-19 crisis and vaccination campaign, launched its own global equivalent of the Pentagon’s secretive research agency last year, officially to combat the “most pressing health challenges of our time.” Though first conceived of in 2018, this particular Wellcome Trust initiative was spun off from the Trust last May with $300 million in initial funding. It quickly attracted two former DARPA executives, who had previously served in the upper echelons of Silicon Valley, to manage and plan its portfolio of projects. 


This global health DARPA, known as Wellcome Leap, seeks to achieve “breakthrough scientific and technological solutions” by or before 2030, with a focus on “complex global health challenges.” The Wellcome Trust is open about how Wellcome Leap will apply the approaches of Silicon Valley and venture capital firms to the health and life science sector. Unsurprisingly, their three current programs are poised to develop incredibly invasive tech-focused, and in some cases overtly transhumanist, medical technologies, including a program exclusively focused on using artificial intelligence (AI), mobile sensors, and wearable brain-mapping tech for children three years old and younger. 


This Unlimited Hangout investigation explores not only the four current programs of Wellcome Leap but also the people behind it. The resulting picture is of an incredibly sinister project that poses not only a great threat to current society but to the future of humanity itself. An upcoming Unlimited Hangout investigation will examine the history of the Wellcome Trust along with its role in recent and current events.


Leap’s Leadership: Merging Man and Machine for the Military and Silicon Valley


Regina Dugan’s Keynote at Facebook F8 2017. Source: YouTube

Tuesday, July 6, 2021

PT --LARRY ROMANOFF -- A Infiltração Americana de Xinjiang, na China -- 05 de Julho de 2021

 



A Infiltração Americana de Xinjiang, na China

 

Por Larry Romanoff, 05 de Julho de 2021

 

Tradução exclusiva para PRAVDA PT

 


  

CHINESE    ENGLISH    NEDERLANDS   PORTUGUESE   SPANISH

 

 Quero preparar o cenário para este assunto, contando-vos uma história.

 

Quando era estudante universitário, trabalhei durante um Verão num supermercado enorme, na minha cidade. Era um óptimo local para trabalhar, com boa gestão e padrões muito elevados de serviço ao cliente, tanto que a nossa localização era apontada como um exemplo de perfeição na nossa cidade e a inveja dos nossos concorrentes. Como exemplo, nenhum cliente estava autorizado a transportar as suas compras para o carro; essa tarefa fazia parte do nosso trabalho. Todos os funcionários eram muito jovens. Trabalhávamos muito, dávamo-nos todos muito bem, divertiamo-nos e sentiamo-nos muito felizes.  

 

Então, um dia, um jovem com cerca de 30 anos, organizador de um dos principais sindicatos de trabalhadores do país, começou a aparecer no nosso supermercado e a falar com o pessoal sobre a formação de um sindicato. Eu não estava interessado e, de qualquer modo, estava de regresso às aulas no Outono, pelo que o assunto não me preocupava muito. Mas depois de repetidas visitas, alguns dos funcionários começaram a participar em reuniões com esse homem, fora das horas de serviço e, em breve, todos compareciam. 

 

China will not fall into ‘Afghan trap’ as other powers have bitterly learned

  

China will not fall into ‘Afghan trap’ as other powers have bitterly learned

By Zhang JiadongPublished: Jul 06, 2021 09:58 PM

   



Illustration: Liu Rui/GT

The US and its allies are pulling out of Afghanistan. After the US withdraws from the region, Afghanistan will face many uncertainties. The country is very likely to fall back into war and become the headstream of regional and even global security problems. As an important neighbor of Afghanistan and a major country, China can't sit idle and keep itself out of Afghan affairs. Under such circumstances, it will be important how China makes its Afghanistan policy and plays a constructive role in Afghanistan without repeating the mistakes made by the former Soviet Union or the US.

Compared with other powers, China has the ability to get involved in Afghan affairs without becoming entangled in it.

Chinese people’s previous envy of West is over, feel home better

 



Chinese people’s previous envy of West is over, feelhome better

By Jerry GreyPublished: Jul 05, 2021 05:21 PM


  

Photo:Yang Hui and Chen Xia


Chinese citizens used to be envious of Western values and ideals, now they know: The grass isn't greener. They're better off at home.

Casual observers in China see visible evidence of many lifestyle improvements. In cities this is manifested by large shopping centers, car parks full of cars, most of which are less than five years old. Inside the shopping centers, luxury brands are making China their target for future growth. These are indicators of significant wealth. In rural areas it's more relative, it can be seen in improvements in housing, concrete or tarmac roads, which used to be dirt tracks, leading into every village. Donkeys no longer ply the streets carrying owners to market. Now, they're in small vans, on motorbikes and three wheeled electric or petrol carts. There aren't any signs that this explosion of improvements will abate any time soon, all indicators are to the contrary, it's only getting better.


sister site

   

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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

That history is being repeated today in a mass grooming of the Western world’s people (especially Americans) in preparation for World War III – which I believe is now imminent. 

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BRUTALITY

BRUTALITY IN ACTION

AND NO ONE REACTS AGAINST AND OPPOSES IT!!!....

BRUTALIDADE EM ACÇÃO

E NINGUÉM REAJE CONTRA ELA E SE OPÕE!!!...

https://twitter.com/backtolife_2023/status/1589485984361873408?s=20&t=7vdffgzpUFi2yeU4FxCHng

 



MOON OF SHANGHAI

MOON OF SHANGHAI
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What part will your country play in World War III?

By Larry Romanoff, May 27, 2021

The true origins of the two World Wars have been deleted from all our history books and replaced with mythology. Neither War was started (or desired) by Germany, but both at the instigation of a group of European Zionist Jews with the stated intent of the total destruction of Germany. The documentation is overwhelming and the evidence undeniable. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) (10) (11)

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 https://www.moonofshanghai.com/2021/05/larry-romanoff-what-part-will-your.html

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na manhã do dia 24 de Fevereiro de 2022

Discurso do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, Tradução em português




Presidente da Rússia, Vladimir Putin: Cidadãos da Rússia, Amigos,

Considero ser necessário falar hoje, de novo, sobre os trágicos acontecimentos em Donbass e sobre os aspectos mais importantes de garantir a segurança da Rússia.

Começarei com o que disse no meu discurso de 21 de Fevereiro de 2022. Falei sobre as nossas maiores responsabilidades e preocupações e sobre as ameaças fundamentais que os irresponsáveis políticos ocidentais criaram à Rússia de forma continuada, com rudeza e sem cerimónias, de ano para ano. Refiro-me à expansão da NATO para Leste, que está a aproximar cada vez mais as suas infraestruturas militares da fronteira russa.

É um facto que, durante os últimos 30 anos, temos tentado pacientemente chegar a um acordo com os principais países NATO, relativamente aos princípios de uma segurança igual e indivisível, na Europa. Em resposta às nossas propostas, enfrentámos invariavelmente, ou engano cínico e mentiras, ou tentativas de pressão e de chantagem, enquanto a aliança do Atlântico Norte continuou a expandir-se, apesar dos nossos protestos e preocupações. A sua máquina militar está em movimento e, como disse, aproxima-se da nossa fronteira.

Porque é que isto está a acontecer? De onde veio esta forma insolente de falar que atinge o máximo do seu excepcionalismo, infalibilidade e permissividade? Qual é a explicação para esta atitude de desprezo e desdém pelos nossos interesses e exigências absolutamente legítimas?

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ARRIVING IN CHINA

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APPEAL TO THE LEADERS OF THE NINE NUCLEAR WEAPONS’ STATES

(China, France, India, Israel, North Korea, Pakistan, Russia, the United Kingdom and the United States)

中文 DEUTSCH ENGLISH FRANÇAIS ITALIAN PORTUGUESE RUSSIAN SPANISH ROMÂNA

Larry Romanoff,

contributing author

to Cynthia McKinney's new COVID-19 anthology

'When China Sneezes'

When China Sneezes: From the Coronavirus Lockdown to the Global Politico-Economic Crisis

LARRY ROMANOFF on CORONAVIRUS

Read more at Moon of Shanghai

World Intellectual Property Day (or Happy Birthday WIPO) - Spruson ...


Moon of Shanghai

J. Bacque

20 questions to Putin

President of Russia Vladimir Putin:

Address to the Nation

Address to the Nation.


The President of Russia delivered the Address to the Federal Assembly. The ceremony took place at the Manezh Central Exhibition Hall.

January 15, 2020

State of the Nation

Joint news conference following a Normandy format summit

https://tributetoapresident.blogspot.com/2019/12/joint-news-conference-following.html

Joint news conference following the Normandy format summit.

índice


“Copyright Zambon Editore”

PORTUGUÊS

GUERRA NUCLEAR: O DIA ANTERIOR

De Hiroshima até hoje: Quem e como nos conduzem à catástrofe

ÍNDICE

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TRIBUTE TO A PRESIDENT


NA PRMEIRA PESSOA

Um auto retrato surpreendentemente sincero do Presidente da Rússia, Vladimir Putin

CONTEÚDO

Prefácio

Personagens Principais em 'Na Primeira Pessoa'

Parte Um: O Filho

Parte Dois: O Estudante

Parte Três: O Estudante Universitário

Parte Quatro: O Jovem especialista

Parte Cinco: O Espia

Parte Seis: O Democráta

Parte Sete: O Burocrata

Parte Oito: O Homem de Família

Parte Nove: O Político

Apêndice: A Rússia na Viragem do Milénio


Daniele Ganser

Açores


Subtitled in EN/PT

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xmas





“Glory to God in the highest,

and on Earth

Peace, Good Will toward men.”

This Christmas, Give Peace