Tuesday, June 28, 2016

Os britânicos acordaram – Será que os norte-americanos também poderão acordar? Paul Craig Roberts


Relatório para os Apoiantes
Os cidadãos britânicos acordaram – Será que os norte-americanos também poderão acordar?
Paul Craig Roberts



Grato pelo apoio que dão a este site e pelas palavras de encorajamento e apreço que me enviam. O site é o resultado do vosso apelo para que eu saia da inactividade. É lido extensamente e é traduzido em línguas estrangeiras.
Tento ler cada email, mas não me é possível ler e comentar todos os diversos e variados artigos e livros que me enviam ou responder às vossas perguntas sobre uma enorme série de assuntos, muitos dos quais desconheço.
Este site representa uma grande tarefa. Presentemente, ser sincero é ser provocador. Escrever de maneira agressiva deixa pouca margem para erros ou distorções como, hoje em dia,  a suavização da língua as designa. Eu poderia ser desonesto e escrever a favor do poder estabelecido, do governo e estar errado 98% e nada seria dito sobre tal facto. Mas não há perdão para quem se arroga o direito a dizer a verdade, de maneira a provocar a reflexão dos leitores sobre o texto exposto.
Os meus leitores têm uma mentalidade aberta e inquisidora e querem saber a verdade dos factos. Os vossos motivos não são para proteger ilusões e desilusões ou para reforçar as vossas necessidades emocionais. Por esta razão é que escrevo para vós.
Se ninguém conhece ou respeita a verdade, o mundo está perdido. Mas só são necessários poucos, para mudar o mundo. A antropóloga cultural, Margaret Mead,  disse: "Nunca duvidem que um pequeno grupo de cidadãos comprometidos e que raciocinam, possa mudar o mundo; na verdade, é a única coisa que sempre o conseguiu."
A mudança pode ser para melhor ou para pior. O Presidente Reagan e algumas pessoas comprometidas venceram a resistência da CIA e do complexo militar de segurança e reduziram as tensões entre as potências nucleares, quando negociaram o fim da Guerra Fria com o líder soviético Gorbachev. Durante a governação dos três últimos presidentes dos EUA, alguns neoconservadores ressuscitaram as tensões nucleares e conduziram-nas para um nível mais elevado do que o que existia no auge da Guerra Fria.
Há sinais auspiciosos de que a motivação neoconservadora para a III Guerra Mundial pode ser desviada. Parece que, finalmente, os russos perceberam que a América não é o Santo Graal, mas um governo que lembra a Alemanha nazi, pela sua capacidade de agressão. Felizmente, as contramedidas dos russos vão obrigar os neoconservadores enlouquecidos a pensar duas vezes.
O povo britânico, ou melhor ainda, a maioria dos que votaram, surpreendeu o Establishment/o poder instituído, que confiava no êxito da sua propaganda, quando votaram para evitar que o seu país  - antigo e ilustre, fonte de liberdade - desaparecesse dentro da União Europeia, que é uma ditadura governada por pessoas nomeadas e que são irresponsáveis. Os britânicos tiveram experiência suficiente desses factos com a monarquia e decidiram que o futuro não deve ser um retrocesso. A votação britânica a favor da saída poderia trazer a consequência não intencional de explicar a realidade dos factos sobre a União Europeia e sobre a NATO, reduzindo assim a capacidade do governo de Washington, de fomentar a guerra.
Os americanos precisam de decidir se, tal como os britânicos, não gostam de retroceder para épocas piores.
Os Clinton e o Senador Republicano do Texas, Phil Gramm, levaram a América de regresso aos dias de Robber Baron devido à desregulamentação do sistema financeiro.
O senador foi recompensado com um cargo bancário milionário para derrubar a legislação da era da Grande Depressão que tornou o capitalismo financeiro viável. Os americanos precisam compreender que os capitalistas não se importam se o capitalismo funciona para cada um de vós, desde que funcione para eles.
O colapso da União Soviética, devido à prisão de Gorbachev por elementos da linha dura do Partido Comunista, deu origem aos neoconservadores norte-americanos, um duplo punhado de pessoas intimamente ligadas ao governo israelita. Para benefíciar Israel, este pequeno número de pessoas envolveu a América em 15 anos de guerra que, destruiu sete países e que custou aos americanos, aproximadamente 7 triliões de dólares, de acordo com Joseph Stiglitz   e Linda Bilmes .
Obviamente, a falsa desculpa para a destruição dos povos e dos recursos é o mito do "terrorismo". A maioria dos "acontecimentos terroristas" nos EUA foram acções de subterfúgios, organizadas pelo FBI, a fim de recolher a recompensa multimilionária que o Congresso concede para prevenir os acontecimentos terroristas. Qual é a melhor forma de manter esta benesse do que organizar um acto terrorista e impedi-lo? É discutível se as ocorrências como  o 11 de Setembro, o atentado bombista da Maratona de Boston, os tiroteios de Sandy Hook, San Bernandino e Orlando são operações de bandeira falsa ou se são exercícios encenados por actores em crise e apresentados ao público como personagens reais.
A dívida associada aos 15 anos das guerras de Washington, neste momento, está a ser usada para atacar a Segurança Social e a Medicare. O um por cento e os apologistas do "mercado livre" estão determinados a conseguir que os idosos paguem as guerras que permitiram a Israel reduzir a Palestina a um gueto e as guerras que enriqueceram os lucros e o poder do complexo militar e segurança, enquanto causavam o enorme problema dos refugiados na Europa.
Se os britânicos, ou um número suficiente deles, acordaram, talvez algo semelhante possa acontecer na América.
Muitos escrevem-me a mencionar as vossas frustrações com a família, com os amigos e associados que se contentam com o que ouvem na BBC, na Fox "News",na CNN e no New York Times. Obviamente, se todos fossem inteligentes e pudessem pensar por si ou até mesmo, tivessem tempo para considerar o que lhes é dito, não estaríamos no estado em que estamos.
A nossa tarefa é criar nas pessoas o hábito de pensar por si, para que tenhamos o pequeno número que é necessário para mudar o mundo. (Este "pequeno número" é relativo. Num país de 300 milhões de pessoas, provavelmente, "esse pequeno número" representará vários milhões.)
Discutir com os amigos não funciona. As discussões originam a hostilidade e a competitividade. Evitem discutir. Os vossos amigos e familiares não sabem nada. Sentam-se à frente da Fox "News" e da CNN e sofrem uma lavagem cerebral.
Talvez uma maneira de abordar os amigos e os familiares é fazer perguntas. Por exemplo, como pode haver 103 vítimas em Orlando sem nenhuma evidência visível de grande número de ambulâncias e dos paramédicos necessários para lidar com um número tão elevado de vítimas? Pedi aos meus leitores para me ajudarem a provar a credibilidade da história oficial e ninguém pode enviar provas visíveis de forma convincente. Como pode haver uma ocorrência tão grande sem a existência de provas abundantes?
Como é que os arranha-céus construídos de maneira reforçada para resistir a colisões de aviões, explodem, de repente, supostamente como resultado de danos assimétricos menores e de incêndios de baixa temperatura em diversos escritórios dispersos? Como pode a totalidade do conteúdo das torres ser pulverizada, quando não há energia gravitacional suficiente para realizar tal pulverização?
Como é possível que World Trade Center 7 tenha desabado em queda livre acelerada, sem haver uma demolição controlada? Por que razão duvidam que foi uma demolição controlada, quando o proprietário do edifício/WTC disse na TV (ainda está disponível online)   que "a decisão tomada foi demolir o prédio?"
No caso de se terem esquecido, o "desabamento"  de um edifício efectua-se através de uma demolição controlada. É preciso bastante tempo para armadilhar um edifício com explosivos, a fim de levar a cabo a demolição. Obviamente, o Edifício 7 não estava armadilhado em 11 de Setembro, de 2001.
Somos informados constantemente pelo Presidente, pelo Vice-Presidente, pelo Secretário de Estado, por vários senadores e representantes, pelos comandantes da NATO, pelos políticos da União Europeia, pelas ‘presstitutes = comunicação mediática vendida’ e por outros, que "a Rússia invadiu a Ucrânia."
Arranjem um minuto para pensar sobre esta mentira extraordinária. Está claro que, a evidência não é mais um factor para determinar o que está a ocorrer. Só a afirmação é que conta. Reservem um segundo para olhar para fora da Matriz. Seria realmente possível que a Ucrânia ainda existisse se a Rússia a tivesse invadido? Eu apostaria a minha vida que, 60 horas após uma invasão russa desse país, a Ucrânia voltaria a fazer parte da Rússia.
Lembrem-se de Agosto de 2008, quando o exército georgiano treinado e equipado pelos EUA e por Israel, invadiu o reino de pacífico da Ossétia do Sul, matando tropas de manutenção da paz russas e civis ossetianos. Putin estava nas Olimpíadas de Pequim, mas as Forças Armadas russas esmagaram rapidamente o exército georgiano, treinado e equipado pelos americanos e pelos israelitas. Putin tinha a Georgia sob controlo.
O que fez Putin depois de dar esta lição sobre a superioridade das Forças Armadas russas? Libertou a Geórgia e regressou à pátria.
Então, de acordo com a totalidade dos poderes políticos ocidentais e da comunicação mediática vendida, como é que Putin está determinado a reconstruir o Império Soviético? Putin libertou a Georgia. Nenhum poder na Terra poderia tê-lo forçado a libertar a Georgia. Mas Putin retirou as Forças Armadas da Rússia e deu a liberdade ao país. Presentemente, o anterior presidente georgiano é um agente americano na Ucrânia.
Se considerarem o número de pessoas estrangeiras, incluindo os cidadãos americanos e o ex-presidente da Geórgia, que servem no governo ucraniano, esse facto levanta questões sobre a chamada "Revolução de Maidan", ocorrida em Fevereiro de 2014. Se realmente foi uma revolta popular e não um golpe orquestrado por Washington, por que há tanta falta de ucranianos para formar o novo governo e têm de ser trazidos cidadãos estrangeiros para governar o país?
Não acredito em nenhuma explicação oficial sobre qualquer assunto. Os factos não são verdadeiros só porque o governo e a comunicação mediática vendida o diz. Tenham em mente que as explicações oficiais podem ser disfarces de agendas ocultas e de programas secretos. Se Washington e os meios de comunicação tiverem o controlo, iremos viver num mundo de mentiras destinadas a esconder os verdadeiros interesses dos que estão a ser beneficiados.
Não é, propriamente, o tipo de mundo onde qualquer um de nós gostaria de viver.

Source:
Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos
Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

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